@PlayStation Then stop selling digital games for the same price as physical ones too. You're removing the printing, box, and shipping prices from the equation completely so I shouldn't be paying $70 for digital games anymore.
Nós somos a Bancada da Esquerda Radical!
Derrotar a extrema direita exige enfrentá-la para além das urnas: é preciso organizar as lutas, combatê-la no campo das ideias e ganhar o povo para a defesa de um projeto soberano, comprometido com a revolução, o socialismo e o equilíbrio da vida em nossos biomas.
Para isso, precisamos pautar o debate apontando os verdadeiros responsáveis pelo nosso atraso e apresentando saídas concretas.
A extrema direita, cínica, se apresenta como antissistema e tenta se fortalecer na frustração de um povo que não vê saída, enquanto, na prática, o bolsonarismo aprofunda o projeto de submissão nacional e espoliação do nosso povo.
Para derrotar o neofascismo e a angústia popular que ele utiliza como arma, não será com o recuo, conciliação ou subordinação: é preciso que a esquerda retome a ofensiva. A unidade de quadros que se postulam como esquerda radical é fundamental para ganharmos força de enfrentamento, para que o povo que busca uma saída à esquerda encontre representatividade e combatividade nos postos avançados da luta.
Muito prazer, nós somos a Bancada da Esquerda Radical!
Fábio Felix, Fernanda Melchionna, Glauber Braga, Jones Manoel, Renato Freitas, Sâmia Bomfim e Vivi Reis. Acesse o site, saiba mais, acompanhe essa construção coletiva e prepare-se para ser parte desse movimento!
Quando alguém diz que mulher não sabe votar, não está apenas desrespeitando nós mulheres. Está atacando a democracia e tentando nos empurrar para um passado que não cabe mais no Brasil de hoje. Lugar de mulher é onde ela quiser: votando, estudando, empreendendo, liderando empresas, ocupando cargos públicos e ajudando a decidir os rumos do nosso país. Não há espaço para retrocessos.
🎮 SEM JOGUINHO COM OS CONSUMIDORES!
Estou encaminhando à Secretaria Nacional do Consumidor as denúncias que recebi sobre o anúncio do fim dos jogos em mídia física pros consoles PlayStation.
Há problemas evidentes nisso: os consoles vendidos hoje contam com o leitor de mídia física e continuam sendo vendidos. Inclusive, os consumidores pagam a mais pelas versões com leitor de mídia física.
Ou seja, há o compromisso implícito de que este leitor terá utilidade nos anos que virão.
Outro problema evidente diz respeito aos jogos já anunciados, mas que ainda não foram lançados.
Será que a Sony utilizou-se de algum jogo futuro que só será lançado em mídia digital para fazer marketing do console PlayStation 5, que conta com leitor de mídia física? Essa é uma apuração que precisa ser feita.
É grave também a questão da posse do jogo. Os jogos em mídia digital, na maioria esmagadora dos casos, não são "vendidos". Eles são "licenciados" para o consumidor mediante pagamento.
E as empresas distribuidoras desses jogos se reservam ao direito de cancelar essa licença a qualquer momento. Assim, um jogo pode simplesmente sumir da biblioteca digital do consumidor que achou que comprou o jogo.
A venda exclusivamente digital de jogos também fortalece o monopólio das lojas de cada empresa de consoles. Os consumidores terão direito de revender ou emprestar seus jogos digitais? Suspeito que não.
A minha compreensão é que tudo isso já aponta a necessidade de uma atuação proativa por parte dos órgãos de defesa do consumidor contra o fim da mídia física.
Mas também há um grande problema futuro, que precisa ser enfrentado desde já:
A tendência atual, com os movimentos monopolistas da Microsoft, as práticas anticonsumidores da Sony e os ataques judiciais da Nintendo contra quem preserva os arquivos de jogos que não estão mais disponíveis para compra, é de um futuro onde os jogadores não terão mais seus próprios acervos de jogos.
Existirão apenas assinaturas, com mil níveis e preços diferentes, com anúncios no meio dos jogos e as piores práticas possíveis. O console, comprado pelo consumidor, só terá utilidade mediante a venda casada de uma assinatura.
Eu, enquanto parlamentar, enquanto membra da Comissão de Defesa do Consumidor e enquanto alguém que tem apenas um jogo em sua biblioteca, GTA, e viciada em fazer apenas a missão do avião, não aceito essa possibilidade.
@elyelgow Não acho os preços justos, mas são mais "acessíveis". A diferença está na proposta mesmo.
Steam nunca se comprometeu com mídia física, mas sim em ser uma plataforma digital e já tem mais de 20 anos que compramos sabendo do risco. Se a Steam acaba hoje, não soará como a Sony.
@ErikakHilton Interessante que eu não vi Kim Kataguiri comprando essa briga...não é ele que defende tanto a indústria de games?
Se comprou, nem fez barulho.
Participei de um processo seletivo que, em cada mês, havia uma rodada de entrevista (4 no total). Fazem 3 meses que a empresa nunca mais respondeu, disseram que houve um problema no processo seletivo e é isso.
Gastei meu tempo e minha esperança em babaquice corporativa! >>Gupy<<
Estupro é o único crime em que irão perguntar "por que não brigou ou reagiu", em todos os outros é "que bom que não reagiu, sobrevivência em primeiro lugar"
É sobre culpar as vítimas, não sobre proteção.
🚨 URGENTE
Acaba de vazar uma carta do governo de Donald Trump para Flávio Bolsonaro.
Na carta, o governo de Trump agradece a Flávio Bolsonaro por seu “apoio” e afirma que os EUA continuarão aplicando tarifas contra o Brasil e atacando o Pix.
FLÁVIO BOLSONARO TRAIDOR DA PÁTRIA