>arrive at cnc party
>ask the door girl if it's a machinery or sex party
>she doesnt understand
>pull out illustrated diagram explaining the difference between machinery and sex
>she laughs and says “it's a good party sir”
>go inside
>it's a sex party
> seja Transformers.
> anunciam um filme sobre carrinhos que viram robôs. muita gente espera apenas um comercial de brinquedos com orçamento de cinema.
> chega 2007. Optimus Prime aparece. Bumblebee se transforma. a computação gráfica parece vir de uma década no futuro.
> cada transformação é um quebra-cabeça mecânico gigantesco. milhares de peças se movendo ao mesmo tempo. tudo encaixa. tudo tem peso. tudo parece real.
> chegam as batalhas. robôs gigantes atravessam prédios, destroem rodovias e lutam em plena luz do dia. a ilusão nunca quebra.
> Anos passam. a tecnologia evolui. os orçamentos aumentam.
> muita computação gráfica envelhece. Transformers continua impressionante quase vinte anos depois.
> chega Steve Jablonsky. "Arrival to Earth" toca. uma geração inteira encontra sua trilha sonora para momentos épicos.
> chega Linkin Park. "What I've Done". "New Divide". "Iridescent". impossível separar essas músicas da franquia.
> chega a batalha da floresta. chega a invasão de Chicago. chega Optimus enfrentando exércitos sozinho. chega a sensação de que tudo é maior do que deveria ser.
> os roteiros dividem opiniões. o espetáculo não.
> começaram como filmes sobre carrinhos que viravam robôs.
> terminaram como uma das maiores demonstrações de computação gráfica e espetáculo visual da história do cinema.