@renascidodenovo @Bronco_clubista@WeiseFranklin É só olhar os dados de renda per capita. O último ano em que a Argentina vinha que nem foguete foi 1913. Depois só andou de lado. Quando Perón assumiu, a economia já estava bastante estagnada (embora em um patamar beeem elevado para a região).
@andreshalders Esses dados não parecem corretos. Nunca que Santa Catarina, Espírito Santo e Paraná eram mais ricos do que o Rio Grande do Sul nos anos 1950 e 1960.
@ulisseseeu@Ricardo_Cd_Oliv Engraçado isso, ramos da minha família tinham algum cap social (Silveira da Luz, Gonçalves Dias), cultural (Alves Coruja) e até econômico (Longaray, cujo patriarca deixou ~15 escravizados no inventário) no interior do RS no s.XIX, mas na geração de meus avós, não sobrou nada kk
The United States federal government really want you to believe that this soccer mom with her lab in the car who's last words were a calm "That's fine, dude. I'm not mad at you." was a domestic terrorist. Beyond insanity.
@matheusstorolli@danielb_br@NZT1114350 Notem que, em 1872, a maior parte da imigração alemã para o estado já havia ocorrido . Os imigrantes que chegaram nessa grande onda do final do século XIX e começo do século XX forsm sobretudo italianos e polacos. A maior parte dos teuto-gaúchos já está na 7ª ou 8ª geração.
@NZT1114350@danielb_br Essa nota é infame por ser considerada a maior barrigada que um "grande intelectual" brasileiro já deu. Está errada do começo ao fim. Tanto a escravidão foi bastante importante na economia gaúcha - especialmente no ciclo econômico do charque - como o estado foi um dos que mais +
A questão, adivinha, é de classe. Pessoas de classe média tem o tempo comprado pelos pais até o final da faculdade. Não precisam trabalhar. Nos estratos mais altos, o tempo é comprado pela vida toda. Há tempo para ler, para apreciar obras de arte, fazer terapia lacaniana, viajar, ficar sem fazer nada, passar o dia no quarto tocando o instrumento que desejar, lendo, fumando um, cursos, rede social e portas abertas via "quem indica" e prestígio social. Não precisam se virar. Desconhecem o "sevirariado" brasileiro. Não precisam se reinventar e abolir todos os caminhos que foram traçados pela sua família. Não precisa dizer que mora longe. Esbarra com os figurões da tua área nos mesmos restaurantes e bares q eles vão, no Brasil e no exterior. Não precisa duelar com o fato de ser visto como um vagabundo ou doido pelo seu entorno social de origem. Isso tudo, desde o berço. Imagina a diferença depois de 30 anos.
Toda vez q alguém quer ignorar a realidade sistematizada em dados pq ela contraria suas crenças, fala algo desse tipo. Discurso preguiçoso, comum na esquerda e na direita. Fazer pesquisa é um esforço de entender a realidade complexa e aprender os métodos necessários pra isso.
There is indeed no lack of strong state institutions in Brazil.
The modern Brazilian state was forged in the 19th century: its formation involved crushing nearly half a dozen separatist revolts and a war with Paraguay which holds the record for the highest proportional loss of life in modern history (around half of Paraguay's population perished in the conflict with Brazil and it's allies, with estimates going as high as 90% of the adult male population).
Considering the length of it's independent history, with over 200 years, that it maintained a geographical size larger than the contiguous United States for these two centuries by fighting many wars to maintain it's territory, and the massive economic growth its territories experienced in the 20th century (total GDP is estimated to have increased 100-fold), the early 21st century Brazilian state is one of the most successful states in history. Just compare its trajectory with the Spanish speaking territories of Latin America that quickly fragmented into dozens of countries in the 19th century.
The issue is that the policies that these very strong state institutions implemented led to extremely high inequality and modest labor productivity. But as I explained before, those subpar social results are congruent with the interests of the Brazilian ruling elites (as well as these recent judicial developments).
O 1% mais rico do Brasil está no 1% mais rico do mundo; o 1% mais pobre do Brasil está nos 10% mais pobre do mundo. Isso define profundamente o que é o Brasil.
@well_author Formatado como citação com as regras ABNT:
Alley to Bali (ep. 53). 𝘐𝘯: Woody Woodpecker. Produção de Walter Lantz Productions. Distribuição de Universal Studios, 1954. Estados Unidos. Acesso em : 25 jun. 2025.
Quando tem poder, a direita identitária promove cancelamentos. Um professor de História teve que dar explicações sobre uma aula rica culturalmente e que "ofendeu" pais de alunos. Como a maioria dos cancelamentos, o caso demonstra a arrogância da burrice.
https://t.co/9sjH6aA6PI
Fofoca quentinha protagonizada pela sociedade conservadora de Porto Alegre.... tá o maior bafafa. Dizem que isso aconteceu numa das melhores escolas particulares da cidade. E eu achando que o problema eram as universidades públicas 😅😅😅
Esquerda e Direita apoiam Putin
O que chega num momento histórico bizarro em que, na questão de Putin, Brasil Paralelo e Mídia Ninja se assemelham, assim como Leandro Ruschel e Jones Manoel podem ser amigos incondicionais. Imagina Eduardo Bolsonaro e Gleisi Hoffmann dando aquele abraço caloroso? É um novo conceito: Somos Todos Putin!