6 lesões sérias na carreira, a primeira em uma entrada desleal nas costas que por pouco não deixou ele paraplégico, a outra limitou seu tornozelo, a outra a mobilidade do seu joelho e as outras aconteceram em decorrência do desequilibrio corporal devido ao excesso, nenhum corpo aguentaria
Mesmo assim ele não desistiu, chorou muito em todas fisioterapias, em todas cirurgias, o destino foi cruel, mas ele conseguiu se superar e atuar mais uma vez pelo seu país que ama em uma Copa do Mundo
EU TE AMO NEYMAR JÚNIOR, VOCÊ É A ESSÊNCIA DO FUTEBOL
“Lionel Messi ou Cristiano Ronaldo?”
Mbappé: “(risos) Eu joguei com Messi, joguei contra Cris... Na verdade, eles são realmente diferentes.”
“Você concorda que um é trabalho e o outro é talento?”
Mbappé: “Isso é coisa de quem não joga futebol. Se você consegue me dizer que Cristiano não tem talento ou que Messi não trabalhou, é porque nunca na sua vida você calçou chuteiras para ir treinar todo dia.”
🗞️ | 📸 @Sorare
Gabriel Brazão passou meses jogando futebol enquanto perdia o pai.
Não de repente. Aos poucos.
O médico ligava direto para ele com as atualizações.
Cada ligação era uma notícia pior do que a anterior.
Foi para tal lugar. Daqui ele não vai até o meio do ano.
Algumas semanas, alguns meses.
O pai estava internado no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo.
A mãe morava dentro do hospital, praticamente.
Brazão fazia o trajeto São Paulo-Santos, São Paulo-Santos, todos os dias.
Passava o dia inteiro no hospital, descia para treinar, não dormia, acordava, e o médico ligava de novo.
O pai não deixava ele vir.
"Você não vai vir para São Paulo para me visitar. Se você vier, eu vou falar pros médicos não deixar você entrar no quarto. Essa reta final você tem que estar com a cabeça aí."
Brazão foi assim mesmo. Foi a primeira vez na vida que desobedeceu o pai.
Nas reuni��es médicas mais difíceis, ele avisava o clube: não consigo treinar hoje.
O Santos sabia da situação. Mas ele nunca pediu para não jogar.
"Eu levantava a mão sempre. A responsabilidade é minha. Se quiserem me tirar, me tiram. Mas como funcionário do clube, eu tenho que estar sempre à disposição. Como filho, eu tenho que honrar meu pai."
Por fora, para quem via nas redes, ele estava rendendo abaixo do esperado.
A torcida não sabia o que estava acontecendo. As críticas vinham.
Ele deixava passar.
"Tudo fora do que eu tava passando era tranquilo para mim."
No último jogo antes da morte do pai, Brazão já sabia que seria naquela semana.
Jogou assim mesmo.
Terminou o jogo no domingo à noite. Foi para o hospital.
Dormiu com ele.
Na segunda-feira, viu o último suspiro.
"Eu falei: vou estar do lado dele até o final. Independente do que as pessoas falem de mim lá fora. Além de ser um goleiro, eu sou filho."
Hoje ele diz que não sente remorso. Sente saudade, mas não remorso.
Porque fez de tudo que estava ao seu alcance.
🎙️ Denilson Show — link abaixo #Brazão #Santos #futebol #saudemental
“Eu acho absurda a discussão se Neymar deveria ou não ser convocado. Ele é um gênio, é o maior que nós temos, é melhor do que todos os outros. Questionar a técnica do Neymar é errado. O Santos puxa para baixo.”
🎙️ Tiago Leifert.
🎥 @folha | @bielvaquer