É insuportável ver jogo na cazetv, chega a das vergonha alheia. Me sinto no ensino médio com aquelas brincadeirinhas sem graça. TNC. tem tudo na mão pra fazer algo épico e eu prefiro colocar no mudo.
Olha que constrangedor. Júlia Zanatta acusou a inflação de estar estratosférica no Brasil. Mas ao ser perguntada qual seria o índice atual da inflação, disse que precisaria dar um Google por ser péssima com números. Fala o que não sabe, vira mico.
O Rodrigão, do Podcast Três Irmãos, revelou pra Zanatta que até um rapper conhecido de Brasília (Mc Sid) fez vídeo expondo o número de folgas dela em 2025!
A cara da deputada, visivelmente abalada, é impagável!
"É pra me desumanizar, pro povo ter ódio de mim" 😂
Campeonato Brasileiro 2026
Estádio: AllianzParque, São Paulo (SP)
Jogo: Palmeiras x Chapecoense
Data: 31/05/2026
Árbitro: Felipe Fernandes de Lima
VAR: Antonio Magno Lima Cordeiro
Análise: Anulação de gol legal da Chapecoense
#palmeiras#chapecoense#brasileiro#arbitragem #polemica
Inacreditável: o árbitro Felipe Fernandes anulou um gol legal da Chapecoense contra o Palmeiras. Como se isso já não fosse bizarro o suficiente, ele ainda ignorou a revisão do VAR que validava o gol. Foi ao monitor e ficou assistindo a uma imagem, nitidamente distante, até achar uma falta INEXISTENTE para invalidar o lance.
Jornal Nacional expondo os prejuízos ao Brasil ao ser taxado como país que abriga grupos terroristas. Só temos a perder, inclusive atrapalhará as investigações contra o PCC e CV. Mais um legado do bolsonarismo. Nunca fazem nada de positivo pelo país.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
𝐉𝐨𝐫𝐠𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐭𝐞𝐦 𝐟𝐫𝐚𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐟𝐢𝐫𝐦𝐚𝐝𝐚, 𝐚 𝐬𝐞𝐱𝐭𝐚 𝐝𝐨 𝐅𝐥𝐚𝐦𝐞𝐧𝐠𝐨 𝐞𝐦 𝐜𝐢𝐧𝐜𝐨 𝐦𝐞𝐬𝐞𝐬
O Clube de Regatas do Flamengo informa que, após exame de imagem realizado na manhã desta segunda-feira (25), o meia Jorginho teve confirmada uma fratura no dedão do pé direito. A lesão é fruto de duas faltas violentas sofridas no primeiro tempo de Flamengo x Palmeiras, nas quais o jogador adversário sequer foi advertido com cartão amarelo.
Vale ressaltar que esta é a sexta fratura de um jogador do Flamengo em menos de seis meses de temporada. Em nenhuma das jogadas que originaram tais lesões, o atleta adversário foi expulso. Em alguns casos, como no último sábado, nem mesmo o cartão amarelo foi aplicado.
Em contrapartida a este cenário, o Flamengo é a equipe com mais tempo de bola rolando no país, apenas o 12º time em número de faltas cometidas, mas é o clube com mais jogadores expulsos no Brasileirão até aqui: seis, sendo cinco deles com cartão vermelho direto. Nenhuma destas expulsões resultou na saída de campo do atleta adversário ou lesão.
Jorginho está fora da partida contra o Cusco, válida pela CONMEBOL Libertadores, nesta terça-feira (26). Caso não tenha condições de jogo no próximo sábado (30), será o décimo desfalque confirmado do Flamengo para a partida diante do Coritiba, pelo Brasileirão Betano 2026.
Infrações puníveis com cartão vermelho direto no futebol:
1. Falta violenta;
2. Conduta violenta (cuspir, morder etc);
3. Carrinho perigoso (entrada com os dois pés);
4. Usar as mãos para impedir gol;
5. Falta que nega oportunidade clara de gol;
6. Linguagem ou gesto obsceno.
Carrascal não cometeu nenhuma delas, mas preparem-se: para justificar a roubalheira de hoje, os especialistas vão inventar o “cartão vermelho por irresponsabilidade”.