@afetasom Galera tbm da visibilidade pra ze ruela, deixa os cara fala merda. Se 1 a cada 1000 reclama tem 999 que ou passou batido ou curtiram o trampo. Se a gente for parar pra falar com cada hate, vai viver nesse loop dos cata hates (ou likes) nessas redes.
Já que o assunto é dj, me chama no direct que minha agenda tá aberta e eu tenho várias datas pra esse mês de abril!
Chama uma mina preta, mãe, correria, pra tocar na sua festa!
Me booka ai..
Vou quebrar tudo no seu evento 🤞🏾
@zegon @fakedodud Problema é que a galera não tá acostumado sair da sua caixa. Sinceramente é bem desanimador, mas quanto maior o público mais esse tipo de coisa acontece. Não me espanta.
@vulgosd9@RapMais O que mais tem, ainda mais no jornalismo cultural. Falta mesmo especialização. Por isso que cresce muito os independentes ainda mais para nichos.
Compreendo que a profissão de DJ também seja algo que estimula a competitividade, pela melhor pista, melhor horario, mais espaço, mas no fim das contas, também se trata de compartilhar paixões com amigos, discos e artistas que admiramos, gringos ou não. É isso Beijos!
Outro assunto, mas relacionado ao mesmo tema: tenho refletido bastante sobre tudo e recentemente ouvi uma frase que me impactou profundamente. Ela dizia que a Wobble era sobre amigos e gringos. Isso ressoou positivamente em mim, relembrando-me o motivo pelo qual comecei a tocar
: pela amizade, pelas jornadas a São Paulo para buscar discos, pela verdadeira essência de me sentir bem e seguro com os meus. Não se trata de competir nas redes sociais ou buscar protagonismo, mas sim de cultivar afinidades, construir laços e um senso de comunidade.