A Natuza não pode dizer isso claramente, né? Ela tem o mesmo medo que todo mundo. O Flávio Bolsonaro vai perder as eleições. Depois de tudo o que está acontecendo, ele não tem a mínima chance de ganhar. Só uma pessoa tão extremista quanto ele ainda vota nele e o apoia.
O que vai acontecer quando Lula vencer é que Flávio vai correr para Trump, dizer que as urnas brasileiras foram fraudadas e pedir que Donald Trump não reconheça a reeleição do presidente Lula. A gente pode entrar em uma crise internacional e ser atacado de maneira feroz pelo governo dos Estados Unidos.
O medo da Natuza é o medo de qualquer pessoa com o mínimo de cognição neste país. E isso precisa ser dito claramente. Ela não pode dizer, mas a gente pode.
Aqui temos um eleitor padrão do Flávio Bolsonaro. Não sabe o que o Flávio Bolsonaro ou seu pai fizeram de bom, não sabe quais são os projetos dele como candidato à presidência, mas vota nele para “libertar” o Brasil da “ditadura” implantada pela esquerda
GRANDÃO! Tony Bellotto, dos Titãs, vai ao Roda Viva, diz que é preciso votar na esquerda contra o golpismo, critica a extrema-direita e manda o recado: “Todos esses candidatos da direita se comprometem a dar anistia para Bolsonaro. Eu acho essa ideia inaceitável. Bolsonarista que curte Titãs não está entendendo as nossas letras…”
É difícil entender como conteúdos de homens da redpill, que atacam os direitos das mulheres, tentam controlar suas escolhas e normalizam discursos misóginos, conseguem tanto alcance e tanta aprovação.
A reação de Rafael Portugal traduz essa perplexidade. Mas talvez o aspecto mais chocante seja outro, entre os milhões de seguidores e aplausos, há também muitas mulheres ajudando a impulsionar esse tipo de conteúdo.
É inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos, como fica claro no documento enviado hoje por um de seus integrantes ao governo norte-americano.
Nós sempre vamos dialogar de igual pra igual com qualquer nação do mundo.
Pedir que o tarifaço contra o nosso país seja adiado para depois das eleições é mais uma atitude de traidores da Pátria. Nunca houve e não há qualquer justificativa para tarifaço agora ou depois.
O mais absurdo é saber que a origem disso tudo foi motivada pela própria família Bolsonaro que defendeu publicamente o aumento de tarifas contra os produtos brasileiros.
Defender o fim do Mercosul, o bloco econômico mais importante da América Latina e que acaba de firmar um acordo histórico com a União Europeia, é outro ataque ao interesse do povo brasileiro.
Como se não bastasse, querem entregar o Pix a interesses estrangeiros. Não vão conseguir. O Pix é uma conquista do Brasil e não vamos abrir mão dele.
Nossa Pátria não está à venda. Nossa soberania é inegociável. O Brasil é dos brasileiros.