Perfil do projeto de extensão Igualdade e Democracia Digital @uernoficial. A tolerância e o pluralismo são o único caminho. Coordenado por @AgassizFilho.
O feminicídio no Brasil é a expressão mais brutal da violência de gênero. Apesar da Lei 13.104/2015, os números mostram falhas na proteção às vítimas e uma cultura machista que naturaliza o controle e a agressão doméstica. Enfrentar esse crime exige punição, mas também educação.
Impossível não sentir revolta diante da monstruosidade do crime cometido contra Pétala. Uma criança de 7 anos assassinada aqui em Natal pelo ex-namorado da mãe. Há suspeita de vicaricídio, que é quando alguém pra atingir uma mulher machuca ou mata seus filhos. É hediondo.
@natbonavides Deputada, somos um projeto de extensão da @uernonline que trabalha temas ligados à igualdade e à democracia digital. Poderia recomendar o nosso perfil para ampliar o alcance do projeto? Obrigado.
A decadência da democracia norte-americana é um fato incontestável, marcado, principalmente, pelo protagonismo do presidente Trump e o enfraquecimento dos Poderes Legislativo e do Judiciário. Também se destaca a erosão da cultura democrática no país.
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Não pode haver Constituição e democracia quando as instituições que deveriam protegê-las celebram o regime autoritário. Um momento para se lamentar profundamente.
TJ/PB: Juiz e advogado homenageiam data de início da ditadura militar https://t.co/L0KEP32zCD
O crime de transfobia ocorre quando alguém pratica, induz ou incita a discriminação ou o preconceito contra pessoas trans.
A frase "fulana de tal é biologicamente um homem" é discriminatória e preconceituosa e incita outras pessoas a fazerem o mesmo.
É fácil entender. Com base no preconceito de que a mulher trans é homem, o criminoso discrimina, separa, diferencia a mulher trans da mulher cis. Só isso.
@democraciacons A frase estampada na camisa transmite uma mensagem de indiferença diante de um crime que representa uma violação gravíssima à dignidade humana. Precisamos responsabilizar esse tipo de comportamento e fala urgentemente
Um dos grandes demonstrativos da desigualdade de gênero na era digital é a violência contra a mulher. E a misoginia nas redes atua como um dos principais vetores dessa violência. É preciso educar, combater a impunidade e emancipar todas as pessoas.
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@democraciacons É urgente que movimentos que disseminem a misoginia sejam criminalizados. Um deles, a tese redpill, precisa parar de receber tanto engajamento. Puro retrocesso. Revoltante!
@democraciacons Dos outros seis dias. Em vez de ser um tempo real de descanso, ele acaba sendo usado para resolver tarefas básicas do dia a dia, como cuidar da casa, fazer compras ou resolver questões pessoais. Isso significa que o trabalhador volta para a semana seguinte ainda cansado
@democraciacons As posições contra a jornada 6 x 1 refletem mais o propósito de manter as desigualdades sociais do que o real impacto da mudança na economia. Aliás, uma economia que massacra as pessoas não é uma boa economia.
O fim da jornada 6 x 1 é uma pauta que promove a proteção constitucional à dignidade da pessoa humana. Também procura equilibrar justiça social e livre iniciativa. O excesso de trabalho oprime o trabalhador, reproduzindo as profundas diferenças sociais que existem no país desde o período escravocrata.
A emancipação política da mulher brasileira começou, em 1932, com o direito ao voto, que já havia sido exercido, cinco anos antes, por Celina Guimarães Viana, no Rio Grande do Norte.
Em 2026, em plena revolução digital, a emancipação política da mulher ainda não ocorreu. A emancipação clama pela paridade na representação política: divisão das vagas por gênero no Poder Legislativo.
Leia a matéria abaixo sobre o voto feminino:
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A América é dos povos americanos: indígenas, negros, brancos, amarelos, árabes, persas, eslavos e todos aqueles que nela vivem. A América é de todos os americanos.
No intervalo do evento mais midiático do esporte norte-americano, Bad Bunny fez mais do que um show. Fez um manifesto artístico pela inclusão.
Citou países das Américas, levantou bandeiras, pediu que Deus abençoasse “a América de todos”.
Não a América do muro, da exclusão ou do medo. Mas a América plural, latina, negra, indígena, migrante.
E o porto-riquenho encerrou o show do intervalo do mais norte- americano de todos os esporte com um “Seguimos aqui”.
O Brasil é um país extremamente desigual. A herança social da Península Ibérica e a estrutura escravocrata da nossa sociedade exigem um constitucionalismo antirracista: uma Constituição para a igualdade.