Vem de sair na @452FJournal o artigo "A #poesia oral improvisada como prática política antagonista. Notas sobre a reinscrição contemporânea da #regueifa no #campocultural#galego". Escrito junto com Isaac Lourido, o que é para mim um orgulho. Seguimos! https://t.co/fOPfB7Gnfr
🗣️ A primeira da Mesa de Ideias desta 37 ediçom leva por nome "Oralidade, regueifa e experiência política" e na que contaremos com a participaçom de Séchu Sende, Estrela do Courel, Xián Naia e Sara Marchena. A nossa companheira Noela Vázquez será a encarregada de modera-la.
📘 Vem de sair do prelo a escolma poética da XXXVII ediçom do Festival da Poesia que conta com limiar se Séchu Sende. Mais um ano confiamos no bom fazer de Sacauntos para a sua ediçom.
@vgiadas Também che digo, que se no último capítulo do livro dedica-se a fazer algum tipo de analogia rocambolesca com a independência nacional, aqui sempre teria um oco para publicarmos...
O humor é um desses repertórios desatendidos que podem ajudar a entender-nos um pouco melhor. Na organização desses "Encontros de Humoristas" de 1984-87 tem um papel importante a @scdcondado, podedes ler algo no seu livro...
Hoje no Caseto publicamos um artigo da pesquisadora Laura Lesta 💥
Qual foi o papel do humor gráfico como ferramenta política ao longo do século XX na Galiza e a significação de ‘Can sen Dono’, referência do humor gráfico galego na década de 1980?
◽️ https://t.co/jFHRFX7Q4t
relativamente pequenas mas com conexões a outras maiores q apostam nessas trajetórias. Hipótese sem trabalhar mas, e no caso galego?Quais som as narrativas do político hoje?Qual o espaço de publicaçom?Qual a conexom dessas narrativas com os movimentos/mobilizações concretas/etc.?
Como leitor d romance sempre fum bastante cativo, mas vejo ultimamente umha ligaçom com o social mais forte. A minha sensaçom é q há um conjunto d mulheres decididamente nessa linha, nascidas arredor dos 90 e q escrevem em (ou som traduzidas para) castelhano. Editoras novas👇🏽
Hoxe @provivienda_org en Ourense gañamos o premio o maio creativo e o segundo premio na copla de adultos co noso maio migrante 2025. A praza maior pudo escoitar a nosa reivindicación do dereito de acceso á vivenda!!
Este livro d @DBecerraMayor dá boa conta de como o 15M tem condicionado a produção literária espanhola, em castelhano. Faltam-nos aqui trabalhos nessa linha com o caso do Prestige, a repressão aos movimentos, as mobilizações contra o espólio do território, a crise habitacional...
Dúvida memorística e para "mui cafeteiros":
-Arqueologia: Qual a 1ª convocatória de um bloco laranja numha mani pola língua? (Com o MDL? 2009 com a plataforma GalegoSempreMais?)
-Atualidade: Além do manifesto do Bloco Laranja para a manifestação de 23F, algum manifesto mais?
🙏
Tot i que els focus se situen aquests dies en Trump, cal explicar com Leonard Peltier, sioux-chippewa membre històric del Moviment Indi Americà, condemnat a cadena perpètua des de 1976 acusat de la mort de dos agents del FBI, ha vist commutada la seva pena per arrest domiciliari
Bernardino Graña, "Canto a Palestina", o poema com o que participou no livro "Intifada. Ofrenda dos poetas galegos a Palestina", publicado em 1989 pola Fundação Araguaney.
Que a Terra não o esqueça.
Para o festival de 2005 escreveu um dos meus poemas favoritos já só polo título. Porque Bernardino era o poeta do mar e também o de passá-lo bem com xs amigos, o de beber água e vinho e estarmos juntos. E fumar ganya. Saúde, poeta!
Com 17anos tirei uma foto com Bernardino Graña. Encontrei-no na rua real da Corunha. Caminhava e falava com muitas complicações pola doença. Nom acreditava que quigesse tirar a foto com ele. Disso há uns 20anos e eu vestia umha camiseta tuenada da marca "Fuma". Eram os tempos.
Há um ano descobrim que, para o Festival da Poesia @scdcondado de 1987, Bernardino escreveu um poema depois de andar fumando "ganya" no Carvalhal do seu colega. Isso contou.