Espírita, conservador, alegre, casado (pai de 7, avô de2). Gosto de fotografia, mar, dirigir (com chuva tb), rock, MPB e d piquenique. Vegetariano, low profile.
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Exclusivo: a irmã do delegado Marcelo Ivo — expulso dos EUA por arapongagem contra Ramagem — já respondeu processo por integrar quadrilha do PCC, acusada de levar recado para o número 2 da facção dentro de presídio.
Poderia ser uma coincidência isolada. Mas a sócia de Gisele foi presa pela própria Polícia Federal por ligações com o CV numa rede de narcotráfico. E em 2010, a antidrogas paraguaia encerrou dias de monitoramento de um hotel em Pedro Juan Caballero e interceptou um veículo. Dentro: a irmã do delegado, ao lado da advogada de Marcola.
Enquanto isso, Marcelo Ivo ascendia da direção do maior aeroporto da América Latina à superintendência da PF na Paraíba e ao posto de oficial de ligação dentro do ICE.
Leia em A Investigação: https://t.co/AL4qX2OfDA
⚡️ Devido a uma falha no fornecimento de energia elétrica pela concessionária Enel, o sistema de abastecimento de São João da Barra está fora de operação desde as 23h30 de quinta-feira (28/5), interrompendo a distribuição de água no município.
O brasileiro Nando Voyager, que vive na China, vem ganhando destaque nas redes ao confrontar a narrativa cuidadosamente construída pelo Partido Comunista Chinês - uma estratégia de comunicação cada vez mais sofisticada, que se expande no ambiente digital sob a aparência de “conteúdo espontâneo”.
Nando afirma que criticar o governo chinês pode trazer riscos e consequências; a partir daí, ele apresenta exemplos concretos - protestos monitorados por reconhecimento facial, jornalistas presos, limitações claras ao dissenso - fatos já documentados internacionalmente.
Nos últimos meses, influenciadores estrangeiros, inclusive brasileiros, passaram a produzir conteúdos mostrando uma China altamente desenvolvida, tecnológica e organizada. Esse retrato não é falso, mas é parcial. Ao mesmo tempo em que evidenciam avanços, omitem os mecanismos de controle que sustentam esse modelo.
E essa omissão não é aleatória; ela segue uma diretriz clara do Estado chinês, conhecida como Jiǎng hǎo Zhōngguó gùshì - ou “contar bem a história da China”. Ao longo do tempo, essa estratégia deixou de se apoiar apenas na propaganda tradicional do regime e passou a operar com formas mais sofisticadas nas redes do Ocidente, especialmente por meio de vozes de influenciadores que se comunicam com naturalidade, conferindo aparência de espontaneidade para a construção de uma imagem.
É nesse ponto que o vídeo do Nando se torna incômodo, porque ele introduz elementos que não aparecem nesses conteúdos - vigilância, censura, perseguição e o risco concreto de criticar o regime. Enquanto relatam apenas a dificuldade de usar VPNs e o bloqueio de plataformas como Instagram, X, Facebook e YouTube, raramente explicam o que sustenta essas limitações.
E é justamente essa ausência que define o problema. Quando a China é apresentada apenas por seus avanços, sem o contexto que os sustenta, o que se constrói não é informação, mas uma narrativa propagandista para mostrar como uma ditadura pode ser boa.