@AmazonHelp fiz uma compra no dia 25/04. Previsão de entrega 02/05. Não recebi na data e colocaram um novo prazo para 18/05. Tentei cancelar e não consigo. Não vai chegar em 18/05 também pois até hoje não saiu pra entrega e continuo sem conseguir cancelar. Nao é a primeira vez
Se você é inteligente, mas se sente estagnado, creio que pode ser útil ler isso:
Um neurocientista coreano chamado Daeyeol Lee disse uma frase que explica por que algumas pessoas inteligentes travam na vida.
Ele disse: "Você se sente travado porque vive dentro da sua cabeça. Pessoas burras vivem no mundo.”
Todo mundo riu, até ele explicar a ciência por trás disso.
A maioria das pessoas inteligentes opera principalmente a partir do default mode network: a parte do cérebro responsável por analisar, prever, simular, relembrar, duvidar, pensar demais.
É brilhante, mas também pode ser uma prisão mental. Você é tão consciente de todos os riscos e consequências possíveis que o seu cérebro suprime a ação.
Porque a característica número um de pessoas inteligentes é serem boas em fazer predições da realidade. Esse maior nível cognitivo muitas vezes aumenta a complexidade da ação e pode se converter em hesitação.
Basicamente sua consciência vira um filtro implacável contra decisões que poderiam ser mais simples.
Enquanto isso, “pessoas burras” (palavras dele, não minhas) em tese, funcionariam mais pelo direct experience network. É o sistema usado para fazer, tentar, experimentar, falhar, prática… aprender na prática.
Esse tipo de pessoa não pensa muito sobre a vida, ela interage com ela. Elas não prevêem resultados, elas criam resultados.
E é por isso que pessoas com metade da sua inteligência podem “ultrapassar você na vida” como se você estivesse parado. Elas, possivelmente, não têm o atrito mental que você tem.
O cérebro delas não superaquece antes de dar um passo. Elas vivem em movimento e não em simulação.
Quanto mais inteligente a mente, melhores também são as armadilhas. Sua inteligência te dá um super poder de processamento incrível, mas esse mesmo poder é capaz de construir desculpas, perfeccionismos inatingíveis, medos e catástrofes incrivelmente convincentes.
Se esse for mesmo o seu caso, você não perde por não ser capaz. Você perde porque o seu default mode network te convence a não se mover.
E se mover requer humildade de parar de querer prever e analisar tudo, e se colocar verdadeiramente na arena. Se jogar, correr riscos…
Uma simples ação bem executada vale mais do que dezenas de planos “quase perfeitos” nunca colocados em prática (já que você não agia por aguardar a perfeição ou o momento certo).
Agora que você sabe disso… “nem pensa, só vai”. 😉
Quando a gente é criança acha que os pais são só adultos cansados mandando arrumar a cama. A gente não enxerga o medo escondido nas costas, a conta que não fecha, o futuro que pesa nos ombros. A gente só vê a bronca, a regra, o limite.
Depois a vida bate e bate forte.
Um dia a gente entende que o limite era proteção, o cansaço era sacrifício, o silêncio era preocupação e que o esforço invisível estava comprando o nosso amanhã.
Pais não nascem prontos. Aprendem errando, tentando de novo, se culpando à noite, sorrindo de manhã. Perdem o sono para que a gente durma em paz. Engolem sonhos próprios para que os nossos tenham espaço.
A gente cresce achando que foi sozinho, até perceber que tudo o que somos foi empurrado por mãos que quase nunca receberam aplauso nenhum.
Se seus pais ainda estão vivos, saiba que isso é uma bênção que nem todo mundo tem. Por isso, agradeça agora, enquanto pode.
Obrigado, pai.
Obrigado, mãe.
⬅️➡️ Uma das causas da "polarização" que vivemos hoje que eu acho muito pouco falada: As pessoas de hoje têm muito menos em comum entre si.
Vários anos atrás, antes da internet, a mídia, os produtos e os hobbies eram muito mais massificados que hoje. Todo mundo assistia e consumia de uma cesta relativamente pequena de alternativas.
As chances eram que você e seu pai assistiam juntos Casseta & Planeta, e riam juntos, e comentavam as piadas.
Seu avô tinha um palpite sobre quem matou Odete Roitman, e a família inteira falava o assunto no jantar de domingo.
A TV da casa era uma só, ou talvez duas se vocês fossem ricos. Os canais de TV eram dois ou três, ou talvez quatro se você morasse num grande centro.
Todo mundo tinha mais ou menos as mesmas referências culturais - a novela do momento, o futebol, a igreja, e a banda que estava fazendo sucesso no momento. Você pode achar que hoje ainda é a mesma coisa, mas está enganado.
Embora tenha muita gente que ainda assista novela e futebol, eu aposto que seu círculo de amizades a maior parte nem sabe o nome da novela que está passando hoje.
Hoje, eu nunca converso com meu pai sobre Game of Thrones, porque ele nunca nem sequer experimentou assinar HBO. Meu irmão, que jogava Sonic comigo, nunca ouviu falar de Clair Obscur: Expedition 33, e talvez você que está lendo também não. E eu não faço absolutamente nenhuma ideia de quais bandas tem na playlist da minha irmã.
A internet aproximou pessoas distantes, e afastou as pessoas próximas. Tudo é hiperpersonalizado, inclusive as amizades: Eu interajo com pessoas que pensam o mais parecido comigo possível, ainda que elas morem no outro lado do mundo.
Com isso, desaprendemos a lidar com o diferente. Pequenas diferenças de gosto e opinião já são pretexto pra "cortar relacionamento" com parentes e vizinhos.
Não é só culpa dos algoritmos das redes sociais.
É culpa de termos um cardápio muito maior de opções ao nosso alcance.
A fase dos 35 a 45 anos costuma ser uma das mais pesadas emocionalmente. Os pais começam a mostrar a idade, os amigos seguem caminhos diferentes, a carreira acelera ou emperra, surgem perdas inesperadas e até problemas de saúde entre pessoas próximas.
Muita gente nessa idade descreve uma sensação constante de pressão, como se algo estivesse fora do lugar. A chave é jogar na defesa: priorizar a família, impor limites a quem faz mal, aceitar que nem sempre veremos os amigos e cuidar de nós mesmos. Faz parte do arco natural da vida.
(Autor desconhecido)