A Miley Cirus la critican por no querer tener hijos
A Taylor Swift la criticaron por decir que quiere que sus hijos se parezcan a su marido
A Anne Hattaway la criticaron por embarazarse después de los 40
A Sandra Bullock la criticaron por adoptar soltera a los 45, y haber priorizado su carrera en vez de casarse y parir hijos
A Eva Mendes la criticaron por dejar su carrera para casarse, parir y maternar a sus hijos
A Milley Bobby Brown la criticaron por ser demasiado joven para ser mamá
A Milley Bobby Brown y Lady Gaga las criticaron por subrogar. Ambas tienen condiciones médicas para elegir subrogar.
A Milley Bobby Brown ahora la critican por adoptar
Y luego se preguntan por qué las mujeres están hartas de hablar de sus decisiones
Uno studente salva l’insegnante da un’aggressione.
Lo studente che commette la violenza, viene assolto immediatamente e raggiunto da un messaggio di accoglienza assoluta. Senza limiti né condizioni.
Lo studente che salva l’insegnante invece entra in questa storia non come un adolescente qualsiasi, non come un ragazzo coraggioso, non come qualcuno che ha buoni voti, amici, passioni, ma come un immigrato del Congo.
Il suo corpo viene smembrato. Le sue azioni sminuite. E da questo smembramento funzionale ad assemblare un discorso, viene fuori la Remigrazione.
L’insegnante dice che non cambia idea sugli immigrati solo perché uno di quelli lì l’ha salvata, dimostrando involontariamente un fatto: che nella sua mente non esiste davvero questa distinzione tra delinquenti ed immigrati, giacché basta essere neri per farle scattare la voglia di dire che se quel ragazzo fosse stato irregolare, lei non lo avrebbe accettato come studente.
Al ragazzo che l’ha accoltellata lei offre accoglienza illimitata. Mentre per un ragazzo che potrebbe non avere in documenti in regola, nessuna pietà. Nessun abbraccio, nessuna comprensione.
A me dispiace che questo adolescente coraggioso sia stato letteralmente utilizzato come carne da macello propagandistico. Ma mi dispiace ancora di più che Isabella Marsilio abbia confuso il lavoro dell’insegnante con quello dello sceriffo.
Nel 1960 Barbara Henry fu l’unica insegnante ad essere disposta a fare da docente alla prima bambina afroamericana frequentante una scuola desegregata. I genitori dei bambini bianchi per protesta ritirarono i loro figli.
Barbara Henry rimase. Insegnò per un anno alla piccola Ruby in un’aula vuota. Perché Ruby prima ancora di essere considerata una piccola nera da buttare via, era una sua studentessa.
Una bambina. Con un cuore e un cervello e il diritto sacrosanto di imparare a leggere e scrivere. A prescindere da ciò che la società civile e la politica pensavano della sua vita.
Il vero insegnante sa che anche lo studente più difficile, è uno studente.
I docenti Vannacciani dovrebbero lasciare la scuola e farsi mantenere dal leader del loro partito.
La scuola italiana non è questa miseria qui.
Djarah Kan
Nobody wants a city on Mars. Nobody wants AI in every app. Nobody wants data centers in space. Nobody wants humanoid robots or flying cars.
We want clean water. We want a stable climate. We want a habitable planet. We want wildlife to survive. We want to live.
«Devo dire anzitutto che mi dispiace di essere la prima donna a intervenire, ma la quarta persona a intervenire. Qui si sta parlando di un problema che riguarda principalmente le donne, direi esclusivamente le donne e, al solito, il discorso è fatto da due uomini, in particolare da due politici"
«Se ci tenete tanto alla vita, ricordatevi che esiste anche una cosa peggiore dell’aborto, che si chiama guerra.
Guarda caso coloro che non accettano l’aborto, accettano la guerra.
Sono stata 3 anni in Vietnam e vi assicuro che ho pianto molto di più vedendo gli uomini che voi mandate a morire a 20 anni di un embrione che galleggia in un bicchiere di alcol. La guerra è un infanticidio rinviato di 20 anni"— Oriana Fallaci, 1976.
Sono passati 50 ANNI esatti. Mezzo secolo in cui continuiamo a ripetere le stesse cose, ma l'uomo farà sempre finta di non ascoltare mentre decide sul corpo delle donne
turns out women get more autoimmune diseases from suppressed anger and trauma.. so basically every time you don't flip a table, your immune system takes a hit. moral of the story? throw the fuckin chair girl. it's preventative medicine
O casamento gay é permitido somente em 38 países, enquanto o casamento infantil é legalizado em aproximadamente 117 países.
Isso diz tanto sobre a sociedade em que vivemos
People still don’t seem to understand that global warming doesn’t mean “it can never be cold again.” It means a warming planet disrupts weather patterns, leading to more frequent and more extreme weather events. Scientists have been explaining this for decades, and somehow people still miss the point.
“Men are natural leaders” until it’s time to plan dates or do chores and then it’s just “tell me what you want, make me a list, tell me what you need me to do”
Hm
I DO NOT want self-driving cars.
I DO NOT want humanoid robots.
I DO NOT want Al in every app I use.
I want clean water.
I want a stable climate.
I want a habitable planet.
Have you noticed that every time there is a camera change in this sequence, the dancers also change? Like first is all women and then all men and so on...
One of the many reasons why Judas is top tier Lady Gaga videos.
Lady Gaga released these two live concerts within five months of each other. How anyone can watch this video and still say that Lady Gaga is stuck in 2011 is insane to me.
There’s a reason why this woman’s versatility is always mentioned whenever her name is spoken
🌹 100 anos depois, ninguém mais sabe exatamente quem foi Lady Gaga.
O nome sobreviveu, mas deformado pelo tempo, como uma lenda repetida tantas vezes que já não se distingue verdade de invenção.
Alguns dizem que ela foi uma cantora. Outros, uma profeta pop. Outros juram que nunca existiu de fato, que era apenas um personagem coletivo criado por uma geração obcecada por espetáculo, excesso e sobrevivência emocional.
O que restou dela foi a ruína.
A antiga Opera Haus da MAYHEM Ball aparece agora como um monumento devastado, enterrado sob poeira, ferrugem e décadas de abandono. O palco que um dia foi grandioso virou escombro arqueológico.
E é nesse cenário pós-apocalíptico que começa o “MAYHEM Requiem”.
Não como um show.
Mas como uma sessão espírita.
Um Little Monster do futuro, alguém que nunca viveu a era MAYHEM, nunca viu Gaga em carne e osso, nunca experimentou o mundo antes da ruína, encontra aquele lugar esquecido e tenta estabelecer contato. Como quem gira uma estação de rádio morta tentando captar uma voz impossível.
E então a voz vem.
Distorcida. Fragmentada. Quase corroída pelo tempo.
As músicas soam quebradas porque foram engolidas por um século de decadência. Não chegam limpas: chegam como memórias sobreviventes. Como fitas magnéticas deterioradas. Como arquivos recuperados de um servidor destruído.
Há ruído, interferência, falhas, mas justamente por isso tudo parece mais humano. Mais visceral. O espetáculo inteiro funciona como se o passado estivesse lutando para continuar existindo.
E aí surge a frase:
“Stranger, remember me.”
Não é apenas uma abertura impactante. É um pedido desesperado atravessando 100 anos. Gaga já morreu naquele universo. Sua época acabou. Seus contemporâneos desapareceram. Tudo o que ela significava foi soterrado pelo tempo. E mesmo assim, de algum lugar distante, ela ainda tenta alcançar alguém.
Um estranho.
Alguém que não a conheceu.
Alguém que talvez nem compreenda completamente quem ela foi.
Mas que, diante daqueles restos, escolhe sentir.
Existe algo profundamente bonito nisso: a ideia de que a arte continua procurando companhia mesmo depois do fim. Que uma artista pode desaparecer fisicamente, virar mito, ruído, folclore… e ainda assim encontrar uma pessoa, um século depois, disposta a ouvir o coração pulsando dentro dos destroços.
“MAYHEM Requiem” transforma a nostalgia em arqueologia emocional. Não é sobre reviver uma era; é sobre escavar seus fantasmas. O palco destruído deixa de ser apenas cenário e vira símbolo: a beleza inevitavelmente entra em colapso, os impérios culturais acabam, os ícones desaparecem, mas o impacto emocional permanece escondido em algum lugar, esperando alguém para reencontrá-lo.
E talvez seja isso que torne tudo tão melancólico e poderoso.
Porque no fundo, “Stranger, remember me” é o medo mais humano possível: o medo de ser apagado pelo tempo.
Mas também é esperança.
A esperança de que, mesmo depois de cem anos, alguém encontre os fragmentos daquilo que fomos… e escute.
"MAYHEM Requiem" já está disponível na Apple Music e na Apple TV.
In 1935, two American doctors examined seven women's ovaries and saw small lumps. They called them cysts and named the disease after them. They were wrong. It took 91 years to fix.
What we called PCOS is now Polyendocrine Metabolic Ovarian Syndrome (PMOS), announced today in The Lancet by an international panel of doctors and patients. The renaming followed more than a decade of consensus work and 22,000 patient and clinician survey responses.
The lumps Stein and Leventhal saw were never cysts. Modern imaging shows they were follicles, the tiny sacs inside the ovary that grow and release an egg each month, frozen partway through by a hormonal imbalance. PMOS is a multi-system disorder centered in the endocrine system, the body's network of glands that produces hormones like insulin (controls blood sugar), cortisol (the stress hormone), and thyroid hormones (set the body's metabolism). The ovary trouble flows downstream from there.
The naming choice is not academic. When doctors hear "ovary" in a diagnosis, they look at the ovary. "Metabolic" and "endocrine" send them to the whole body.
PMOS affects roughly 1 in 8 women worldwide, more than 170 million people. The WHO estimates 70% have never been diagnosed. Among those who do, 1 in 3 wait more than 2 years, and nearly half see 3 or more doctors first. The CDC reports more than half of women with PMOS develop type 2 diabetes by age 40, a risk 5 to 10 times higher than women without the condition. Around 37% have clinically significant depression, compared with 14% in women without it. Anxiety runs at 42% versus 8.5%.
A label born from a 1935 look at seven ovaries is finally going away. The new diagnostic guidelines roll out fully in 2028. By then, a woman walking into a clinic with these symptoms should hear questions about her blood sugar and her mood alongside her cycle. Those are the parts of the disease the old name hid for 91 years.