Esse é realmente o país onde o poste mija no cachorro.
O sujeito realmente se acha no direito de desrespeitar um pai de família porque, na cabeça dele, o timezinho de futebol é uma entidade sagrada.
Já disse e repito: a religião predominante no Bostil é o futebol, não o cristianismo. E basta observar como um discurso completamente desvairado como esse pode soar perfeitamente racional dentro da nossa realidade. Tudo porque esse comportamento lunático confere um status quase sacro aos próprios times: onze caras correndo atrás de uma bola parecem valer mais do que a dignidade de uma família.
E o pior é que esse comportamento é o padrão nesse paiseco. É isso que acontece quando se troca a adoração ao nosso Senhor Jesus Cristo pela idolatria a uma porcaria de escudo, seja ele qual for.