A última vez que Fury me deu uma noite livre, eu estava no Afeganistão. A essa altura, já não faço a menor ideia de onde foram parar as chaves do meu apartamento em Nova Iorque. Não piso lá há semanas.
O sorriso se alargou quando ela afastou uma mecha de seu cabelo. Deixou que os dedos dela repousassem ali enquanto sustentava seu olhar. “Não sei se 𝘴𝘶𝘢𝘷𝘦 é a palavra que me vem à cabeça quando penso em você. Mas, seja lá o que isso é… eu gosto.”
“Como diabos… Ah, esquece. Segura firme.” Tomou a algema entre os dedos, o bronze da pele assumindo um brilho metálico frio que se espalhou pelos dedos, palma e pulso. Fechou a mão ao redor da corrente, e logo o metal cedeu sob a pressão.
“Do meu calibre, é? Agora fiquei curioso pra descobrir qual é a sua avaliação sobre mim.” Um sorriso curto surgiu enquanto o olhar passeava rapidamente pelos lábios da telepata. “Poderia ser, de vez em quando. Eu adoraria saber o que se passa aí dentro.”
“Você faz umas perguntas perigosas, não?” O olhar glacial demorou-se por um segundo a mais nela. “Eu não seria capaz de mentir pra você, linda. Nem se eu quisesse. É uma dinâmica injusta.”
Tem sido uma honra servir à América ao lado de pessoas tão extraordinárias. E dedico um agradecimento especial ao nosso líder, Capitão Pátria. Num momento em que o país busca desesperadamente uma direção, ele continua sendo um símbolo de força, firmeza e propósito.
Oh-Father, há um ano rebatizou o Abraço do Samaritano como A Igreja Democrática da América. E quem mais seria digno de ser seu Deus senão o mais santo de todos, o Homelander! Amanhã tomaremos apenas leite materno, não apenas no desjejum, mas em todas as refeições.