Boa parte da virada histórica tem as digitais desses dois bocais aí. Moleques, playboys, arrogantes, mal educados, preconceituosos, etaristas, debochados… são uma mistura de vilões de “Malhação” com filhinhos de papai que destratam garçom. O povo despreza esses tipinhos.
Agora que a poeira baixou, vou contar um pouquinho dos bastidores do que rolou comigo nesta campanha e também fazer um desabafo aqui.
Este ano, aconselhado por amigos, colegas e outras pessoas do meu convívio, quase passei longe das eleições porque, como vocês sabem, posicionar-se politicamente, no Brasil, é uma armadilha profissional. Exercer o direito democrático e legítimo de declarar um voto ou defender uma causa, num país fomentado pelo ódio e com sérios problemas de educação, significa ganhar a simpatia de muitos e o asco de outros tantos. Falo isso com a autoridade de quem nunca teve a “imunidade comercial” da panelinha da esquerda festiva e foi vítima de um atentado com coquetel molotov.
No entanto, três fatores falaram mais alto para eu contrariar os apelos dos que prezavam pela minha carreira: o ímpeto cidadão; a sede por justiça; e meu filho, Pedro.
Quem é pai ou mãe de uma criança LGBTQIAPN+ sabe como é o medo de ter sua cria agredida na rua só por ela ser quem ela é. Esse medo se transforma em indignação. Que vira revolta. Que vira gana. E foi assim: mordi a faca com avidez e fiz o que achava que podia fazer: expressei-me. Até o dia quando o próprio Flávio Bolsonaro me mostrou que eu poderia fazer mais. Bem mais.
Quando soube que ele tinha me processado no TSE por causa do famigerado tweet criticando a “família miliciana”, acreditei ser uma pegadinha. Como poderia um senador, postulante à presidência da república, assessorado pelos “gênios” da influência, vestir uma carapuça daquelas? Pois vestiu. Aí, quando me dei conta, fui tragado para uma batalha solitária que não esperava travar.
Fui assediado judicialmente, acusado por jornalistas que confiava de ter feito algo que não fiz, agredido, ofendido, ameaçado e o mais grave: censurado. Dá desgosto, insegurança, receio… dá pânico. Mas dá raiva também. E quando a raiva está aliada à razão e ao senso de injustiça, sai de baixo. É a boiada que não perde briga.
Apesar de ter me sentido abandonado por gente que jurava que apareceria para ajudar, poucos e bons me estenderam as mãos: os que eu amo, meus advogados e alguns novos amigos. Por causa deles, segui em frente com coragem e vencemos aquela batalha. Custou tempo, dinheiro… mas ainda havia uma guerra pela frente.
Graças a Deus (e a Nossa Senhora…literalmente), passei a ser mais lido, mais ouvido, encorajado e consequentemente a escrever, falar e enfrentar mais. Fiquei tão inquieto que cancelei peça, adiei trabalhos e passei a última semana falando mais com o @AndreJanonesMG que com meus filhos. Acordei o publicitário adormecido aqui pra virar marketeiro voluntário. E ainda levo jeito.
Achei a Mariana para perguntarmos quem ela era (“Quem é Mariana?”) e me vi varando a noite escrevendo respostas para que fossem usadas no debate sobre aposentadoria, escala 6 por 1 e até nove dedos (aquela). Quando Lula falou, eu e meu filho – que sabia de tudo – comemoramos como um gol. Janones ligou na hora e brincou. Disse que, se eu fosse candidato, não gostaria de me enfrentar num debate. Empatamos. Também não gostaria de enfrentar o general do “exército” do qual fiz parte.
Enfim… fiz o que pude. E o que não pude.
Hoje, sinto alívio, alegria e sentimento de justiça. No Brasil, isso é luxo. Mas confesso: quero enfrentar inimigos melhores em 2030. Não só mais qualificados. Menos escroques e escrotos mesmo. Quem sabe não me filio a algum partido para a próxima? De repente, com gente que gosto ao lado.
Agora, é voltar a viver nas condições normais de temperatura e pressão. Porque, como diria o apóstolo Paulo, “combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
Vamos juntos! E obrigado a todos vocês.
Recado importante do Dr. Drauzio Varella. O SUS é um patrimônio do povo brasileiro, e deve ser defendido e valorizado. Não podemos regredir.
Amanhã, vote 13 ⭐️
Uma nova esquerda nasceu! Não há nada garantido, não temos certeza sobre o resultado das eleições, mas sabemos de algo fundamental: uma nova esquerda nasceu. Para dominar as ruas e ocupar as redes. Para celebrar a vitórias nas urnas, mas sem sair das redes e das ruas. Vamos?
E se tirar porte de arma fosse tão fácil quanto tirar carteira de motorista?
Tem político dizendo que comprar arma deveria ser tão simples quanto tirar carteira de motorista. Você faz um teste rápido, passa e leva.
Hoje o Brasil tem mais de 85 milhões de pessoas com CNH. É esse o modelo defendido pelo deputado Marcos Pollon, escolhido por Flávio Bolsonaro para cuidar da política de armas, numa live com Eduardo Bolsonaro.
Antes de 2019, quem queria uma arma para se defender precisava provar a necessidade. Alessandra Orofino pergunta: imagina um país com 85 milhões de pessoas armadas.
🔦 No último episódio da temporada, Alessandra Orofino, diretora geral do Revelando, revela os perigos da política armamentista dos Bolsonaro.
ASSISTA COMPLETO AQUI: https://t.co/IwGBR8eyIj
Flávio Bolsonaro quer facilitar o acesso a armas no Brasil. Mas quem realmente ganha com isso: a sua família ou o crime organizado?
No último episódio da temporada, Alessandra Orofino, diretora geral do Revelando, revela os perigos da política armamentista dos Bolsonaro.
🔦Assista AGORA ao novo episódio do Revelando: Uma Dor Familiar com Alessandra Orofino :https://t.co/IwGBR8eyIj
O Flávio descrevendo o norte e o nordeste tipo assim
EU TIVE LÁ E É UM LIXO, UMA NOJEIRA, URUBU, CRIANÇA NO ESGOTO, UMA TRISTEZA, GENTE SEM TRABALHO… MAS EU VOU AJUDAR VOCÊ
o eleitor sem saber se ele veio pedir voto ou um soco
ATENÇÃO ELEITORES DO FLAVIO
URGENTE!
O candidato Flávio acaba de afirmar em rede nacional que AUMENTARÁ e AMPLIARÁ as políticas sociais criadas por Lula!
Ele é um petista disfarçado!!!!!
Abandonou tudo que defendeu até hoje. Penso que pode ser um SÓSIA!!!!
MUITA ATENÇÃO!
Julho de 2020. No meio da pandemia, um passeio de lancha reuniu o senador Flávio Bolsonaro, lobistas da Covaxin e garotas de programa.
Por @joao_batistajr, @anaclaracosta e @brenopires
https://t.co/eiw7iHC7kh
Não podemos normalizar o que Flávio Bolsonaro fez no debate de ontem na Band.
Enquanto o presidente Lula falava, Flávio se posicionava atrás dele e fazia mímica. Acenava com a cabeça, balançava o dedo, tudo para falar com o eleitor num tempo que não era dele.
Mais do que desrespeitar a regra, isso é inadmissível para quem disputa o cargo mais importante do país. Se ele age assim com o presidente da República, ao vivo, imagina como trataria você, eleitor.
ELEIÇÕES | Lula anuncia ofício ao TSE abrindo sigilos dele e de 5 filhos e exigindo o mesmo de Flávio Bolsonaro → https://t.co/VwCqsKzZOR
Presidente afirmou que documento será enviado ao presidente do TSE, Kássio Nunes Marques, nesta terça-feira
🚨 URGENTE! FLÁVIO BOLSONARO ESTÁ APAGANDO SEUS TUÍTES CONTRA O BOLSA FAMÍLIA!
Mas os registros já estavam salvos e eu já havia republicado tudo por aqui. SEGUE NOVAMENTE!
O que esta imagem do candidato que promete lutar pelas mulheres, pelos negros, pelos pobres, pelos homens de bem e pelos trabalhadores não tem?
a) Mulheres;
b) Negros;
c) Pobres;
d) Homens de bem;
e) Trabalhadores;
f) Todas as anteriores.