Moraes e Gonet finalmente dão anistia a Bolsonaro https://t.co/pC7qH3lIoz O Brasil sendo o Brasil. Nunca seremos iguais, enquanto perdurar essa mazela seletiva. @betosalesrio@LulaOficial@FlavioDino
No Roda Viva, Mônica Bergamo afirmou a Gilmar Mendes que uma eventual delação de Daniel Vorcaro dificilmente acontecerá, porque teria potencial para atingir pessoas muito poderosas.
A resposta de Gilmar foi tão curta quanto reveladora:
“No atual momento, parece que você tem razão.”
Uma frase que, por si só, levanta questionamentos sobre os limites do poder, da influência e da capacidade das instituições de enfrentar interesses de quem está no topo.
⚠️ | Mattheus Montenegro diz não se arrepender do adiamento do Fla-Flu, mas lamenta incômodo da torcida
Participando do podcast do canal "Setor Sul", o presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, foi questionado se voltaria no tempo para mudar a questão do adiamento do Fla-Flu, no Campeonato Brasileiro.
Ciente da polêmica, ele se esquivou e destacou que a única coisa que o chateou no caso foi o desgaste com a torcida tricolor.
- O nosso jogo era na quarta e do Flamengo era na quinta. Ou terça e quarta. Se o Flamengo entendesse que teria um prejuízo muito grande, poderia ter pedido desde sempre essa mudança. A gente parte da premissa que se o presidente de um clube fala sobre atraso, você acredita. Eu não gostaria de ter tido essa situação (de críticas) com a torcida. Tomo muitas decisões ao mesmo tempo, algumas a torcida vai concordar e outras não. Eu estou ali dando a vida pelo clube num cargo não remunerado - frisou.
📸 | Divulgação/FFC
Autor de mais de 1,8 mil músicas e ícone do catolicismo brasileiro, Padre Zezinho segue em evidência por suas falas e canções que ecoam na cabeça das pessoas.
Mas também por ser um alvo da área mais tradicionalista do catolicismo.
Pra começar o dia, essas palavras de amor e de saudade de Luana Carvalho para sua mãe (e mãe de muitos), Beth Carvalho.
"Será que assim você não vai estar falando muito mais de você?"
Lindo! ❤️🥹
🎥 IG | luanacarvalhoaqui
Quantos anos você tinha quando descobriu que os principais meios de comunicação do Brasil capitaneada pelo grupo Globo, nunca quiseram Lula na presidência? Eles transformaram o Moro em herói se existe bolsarismo eles plantaram essa semente
As RAZÕES de R0BERT DE NlR0 para não amar seu país. Não é falta de amor à pátria; é a convicção de que um país deve ser julgado pelos valores que pratica. Sua crítica nasce do desejo de voltar a amar o país e de recuperar os valores que considera fundamentais para a democracia americana:
“Eu gostaria de amar meu país, mas não consigo amar um país que inicia guerras estúpidas e desumanas, que causa sofrimento e morte de inocentes, que tira o acesso à saúde das pessoas para dar esse dinheiro aos amigos de Trump e Epstein.”
O mais intrigante das pesquisas que atestam o derretimento do Tariflávio sob a onda da revelação de suas relações criminosas: 36% dos brasileiros ainda votam nele.
Gente, muita gente, em estágio irreversível de indigência moral e intelectual.
Que o Universo salve os descendentes.
🚨INFLUÊNCIADOR DÉZÃO DO CANAL SENTIMENTO TRICOLOR TORCEDOR DO @FluminenseFC REAGINDO A DECLARAÇÃO DO EX PRESIDENTE DO @Flamengo KLÉBER LEITE QUE DECLAROU NO CHARLA PODCAST UM ESQUEMA QUE ELE MONTOU COM A TV GLOBO EA @CBF_Futebol PRA AJUDAR O @Flamengo NÃO SER REBAIXADO.
#VERGONHA #CBF #VARMENGO🤮💩
FLAMENGO É A INSTITUIÇÃO MAIS IMUNDA DESSE PAÍS🤮💩
🚨 | Ganso NÃO QUER DEIXAR o Fluminense: Nota oficial estoura crise no departamento de futebol
Elenco, atleta e familiares ficaram enfurecidos com o Tricolor
A direitoria do Fluminense criou um grande problema às vésperas da Copa do Mundo. Um dos líderes do elenco e ídolo da torcida, Paulo Henrique Ganso foi "escanteado" após nota oficial do clube dizendo que o jogador queria ser negociado. Desde então, a relação entre o meia e boa parte do elenco com o Tricolor desandou, devido a postura considerada "deselegante". E não para por aí.
Sinuca de bico. Essa é a situação na qual o Fluminense se encontra em torno de Ganso. Depois de anunciar que afastaria o jogador, o que ficou claro nos bastidores é que Ganso deseja cumprir seu contrato até o final. Neste momento, o atleta não negocia com nenhum clube e, internamente, o Fluminense teria de procurar por interessados, já que o estafe do jogador também não está buscando possibilidades fora das Laranjeiras.
Atletas como Guga, German Cano, Martinelli e Fábio não engoliram a forma como o camisa 10 foi tratado nos últimos dias. Tendo pelo menos R$ 15 milhões a receber até o final da temporada, o meia pode simplesmente ficar todo o período ganhando sem atuar. Caso peça para sair num acordo, mesmo sem ter um novo clube, o Fluminense teria de arcar "apenas" com metade deste valor.
A relação começou a azedar depois da derrota para o Mirassol. Embora não tenha uma rusga declarada, Ganso entende que seu final de ciclo poderia ter sido melhor conduzido por Zubeldia, pela comunicação do Fluminense e, principalmente, pelo diretor-geral Mário Bittencourt.
Um dos últimos atos da gestão Pedro Abad, o armador chegou com status de estrela em 2019, mas demorou pelo menos dois anos para ter uma sequência grande de jogos com a camisa, verde, branca e grená. Desde o início das gestões passadas, Mário Bittencourt tentou se livrar do atleta em cinco oportunidades diferentes, mas sem sucesso.
Pelo Fluminense, Ganso conquistou a Libertadores da América, uma Recopa Sul-Americana e dois Campeonatos Cariocas em cima do Flamengo. Por ora, seu destino continua indefinido.
📸 | Carla Carniel/Reuters
O jogo do Milán contra o encardido Cruzeiro prova definitivamente a má-fé do Zubeldia na relação com o zagueiro.
Ao negligenciar o colombiano, ele evitou ver uma sua preferência afetiva ser desmentida pelos fatos, por uma verdade acachapante.
🚨 | Investidor da SAF vê Fluminense em estágio pré-falimentar e avisa: "SE NÃO VENDER, FECHA!"
Milionário NÃO QUER MÁRIO BITTENCOURT como CEO e abre o jogo sobre o momento do clube
Sem papas na língua. Um dos diversos milionários a investir na SAF do Fluminense aceitou soltar o verbo. Preferindo não se identificar num primeiro momento, ele fez fortes críticas ao diretor-geral, Mário Bittencourt, alertou sobre o momento financeiro perigoso vivido pelo Fluminense e fez uma previsão catastrófica se a SAF não passar.
A proposta da SAF do Fluminense segue cercada de tensão política, desconfiança interna e um cenário financeiro considerado alarmante por pessoas ligadas ao projeto. O modelo inicial prevê a venda de 65% do futebol do clube, aporte de R$ 500 milhões divididos em duas parcelas de R$ 250 milhões nos dois primeiros anos, além da assunção de dívidas. No planejamento apresentado, o total de investimentos pode chegar a R$ 6,9 bilhões ao longo de dez anos, porém com R$ 6,4 milhões desse montante vindo de dinheiro que já circularia no clube.
Segundo um dos investidores envolvidos nas conversas, a percepção interna é de que o Fluminense vive um momento decisivo para sua sobrevivência financeira. A avaliação é de que o clube perdeu capacidade de gestão ao longo dos últimos anos e hoje opera em situação extremamente delicada, mesmo após arrecadações históricas com premiações recentes.
- Muito ruim o momento do Fluminense. Falaram em redução de dívida e apresentaram aumento de R$ 150 milhões mesmo com recorde de receitas. Estamos comprando uma coisa pré-falimentar - destacou.
A Lazuli, grupo responsável pela estruturação da SAF, buscou diferentes especialistas para chegar ao valuation apresentado ao clube. Até a divulgação mais recente do balanço, existia internamente a expectativa de reavaliar números e até estudar uma possível reformulação da proposta.
Nos bastidores, um dos principais temas debatidos é o futuro do diretor-geral Mário Bittencourt. Apesar das especulações envolvendo permanência no comando do futebol, o investidor negou que exista consenso para transformá-lo em CEO da SAF.
- Acho que, se a SAF sair, o Mário deve ficar numa fase inicial de transição. Toda compra de empresa exige transição. Mas ele não teria meu voto para seguir depois disso - disse.
A ideia defendida pelos investidores é a criação de um conselho responsável por escolher o CEO e monitorar metas de desempenho. Caso os resultados não sejam satisfatórios, a troca aconteceria sem o modelo de concentração de poder existente atualmente no clube.
- Hoje ele (Mário) é um imperador. Faz o que quer e como quer. Na SAF, o CEO teria que prestar contas ao conselho e executar o que fosse definido pelos investidores - lembrou.
O investidor disse ainda que o grupo também entende que decisões recentes do clube reforçaram argumentos favoráveis à profissionalização da gestão. O adiamento do Fla-Flu foi citado como exemplo de fragilidade institucional.
- Numa SAF, não existe possibilidade de acontecer o que aconteceu no adiamento do Fla-Flu. E a comunicação depois da decisão foi ainda pior - detonou.
Apesar das críticas, o investidor afirma que boa parte das pessoas envolvidas historicamente na administração do Fluminense agiu de boa-fé, mas sem capacidade técnica suficiente para gerir um clube do tamanho do Tricolor.
- O Fluminense foi administrado, na maioria das vezes, por pessoas do bem. Mas ser do bem não basta para gerir um clube desse tamanho.
Internamente, existe a convicção de que o Fluminense inevitavelmente acabará se tornando SAF, seja agora ou em um cenário ainda mais deteriorado financeiramente nos próximos anos.
- O Fluminense tem sorte porque apareceu gente que torce desesperadamente pelo clube e quer ajudar. Tem empresário bilionário no grupo. Não é gente querendo comprar para revender depois - comentou.
Entre os nomes ligados aos investidores aparecem empresários e executivos associados a grandes grupos econômicos como SulAmérica, Ambev, BNDES, além de integrantes do mercado financeiro ligados ao BTG Pactual.
Segundo o relato, a intenção futura seria abrir capital da SAF gradualmente, após reorganização financeira e crescimento estrutural do futebol. A lógica apresentada é de investimento de longo prazo, sem retirada imediata de recursos.
- Não é algo para recuperar dinheiro de uma hora para outra. Primeiro vem o crescimento. Depois, aos poucos, cada um tenta recuperar o que colocou - informou.
Nos bastidores, porém, a percepção é de que existe conflito entre a visão defendida por Mário Bittencourt e o modelo considerado necessário para o futuro do clube.
- O Mattheus (Montenegro) quer entregar um clube saneado. Já o Mário, hoje, trabalha contra a SAF. O grupo percebe isso claramente.
O alerta final é tratado quase como consenso entre integrantes da proposta.
- Se os investidores colocarem mesmo tudo que está previsto e a SAF não passar, o Fluminense fecha. Aí é sentar e chorar - concluiu.
📸 | Roberta Agum/FFC