Senador @ciro_nogueira qual o problema em assinar a da lista para o impeachment do Alexandre de Moraes? O que está impedindo? Não adianta postar nota e na prática fazer diferente. Assine, atenda o pedido do povo brasileiro que já não aguenta mais.
O @CostaNetoPL e o @plnacional_ vão continuar passando a mão na cabeça de @RomarioOnze até quando!?
O cara se elegeu nas costas do Bolsonaro e só vota com Lula!
Não assinou o Impeachment de Moraes até agora, o partido tem que exigir isso ou expulsás-lo!
Está na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, o PL 998/23 da deputada ultra-esquerdista Samia Bomfim que…
…acreditem!
Considera crime de tortura constranger alguém ou agir para retardar, dificultar ou impedir a interrupção da gravidez, dentro das hipóteses admitidas pela legislação brasileira.
Oras, é o mesmo que dizer, não dê bons conselhos, matar é mais fácil e rápido, não precisamos falar disso! Afff….
Feliz quem assume a fragilidade da condição humana e, em dúvida, busca no diálogo, uma luz para suas decisões.
Este diálogo, muitas vezes favorecido por numerosos voluntários pró vida, corre o risco de ser cruelmente tolhido e quem está alí para estender a mão, pode ser considerado um “torturador”.
A deputada que o propõe é mãe e considera que "não há contradição alguma" entre ser mãe e defender o suposto “direito de escolha da interrupção da gravidez”.
Inacreditável! A deputada deve ter passado por exames de ultrassom em sua gestação e percebeu a existência de um Ser humano habitando seu Ser. É sim, totalmente contraditório, defender o aborto e negar a existência de um verdadeiro homicídio antecipado.
Por meio do PL nº 998/23, a parlamentar pede alteração da chamada Lei da Tortura (nº 9.455/97) para enquadrar esse tipo de conduta, que prevê pena de dois a oito anos de prisão.
Além disso, também será incluído o quesito "gênero" no ponto da lei que trata de uso de violência ou ameaça grave que cause "sofrimento físico ou mental em razão de discriminação racial ou religiosa".
A PL será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e de Constituição e Justiça e de Cidadania e depois vai ao Plenário. E está aguardando a designação de relator na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CMULHER), na câmara dos deputados.