Infelizmente, assistimos mais uma vez a tentativas irresponsáveis de fragilizar a democracia brasileira por meio da disseminação de desinformação sobre a segurança das urnas eletrônicas. É fundamental reafirmar a confiança no nosso sistema eleitoral, que é auditável do código-fonte à apuração, opera sem qualquer conexão com a internet e passa por Testes Públicos de Segurança e auditorias de integridade acompanhadas por universidades, partidos e entidades da sociedade civil.
O roteiro dos que atacam as instituições é tristemente conhecido: busca-se semear a desconfiança e criar uma névoa de incerteza antes mesmo do pleito para que, caso o resultado das urnas seja desfavorável a projetos autoritários, eles possam questionar a legitimidade do processo e conturbar o país.
Essa narrativa não tem qualquer amparo na realidade e já foi reiteradamente desmentida pelo Tribunal Superior Eleitoral e por órgãos auditores independentes. Trata-se de uma tática rasteira que agride a soberania popular.
Foi exatamente o que fez Jair Bolsonaro quando, no exercício da Presidência da República, convocou embaixadores estrangeiros ao Palácio da Alvorada para lançar, sem apresentar qualquer prova, suspeitas sobre as urnas eletrônicas e a Justiça Eleitoral. Utilizou o cargo, recursos públicos, a estrutura da Presidência e a transmissão da TV Brasil para difundir desinformação com finalidade eleitoral. Por essa conduta, o TSE reconheceu a prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação e o declarou inelegível por oito anos.
O Brasil não aceita mais que a confiança pública seja instrumentalizada por interesses pessoais ou projetos autoritários. Nossas instituições são sólidas, a urna eletrônica é um patrimônio de transparência e segurança, e a vontade do povo brasileiro manifestada pelo voto é, e sempre será, soberana e inegociável.
Tarcísio foi ministro dos Transportes no governo Bolsonaro. Quando assumi o Ministério da Fazenda, eu e o ministro Renan Filho tivemos de rever, com acompanhamento do Tribunal de Contas, contratos assinados por ele que traziam prejuízo ao Tesouro Nacional.
Em SP, vou fazer a mesma coisa. Vou analisar o contrato da Sabesp, o contrato do Centro Administrativo e os contratos da CPTM, que vêm apresentando tantos problemas depois da privatização.
Foi assim quando acabei com a taxa da inspeção veicular, enfrentei a Máfia do ISS e suspendi o contrato superfaturado do túnel Roberto Marinho.
O que for bom para São Paulo terá continuidade. O projeto de revitalização do Centro, por exemplo, começou na minha gestão como prefeito e será mantido. #HaddadNaNovaBrasil
Nem plana e nem uma bola perfeita da NASA: A Terra é esse geoide todo deformado. Os terraplanistas vão entrar em colapso total com essa realidade ou vão dizer que a gravidade também é uma conspiração inventada? 🌍🤯
Nota à imprensa sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos Estados Unidos
O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável.
O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil.
Em 2025, 76% das importações originárias dos EUA entraram no país sem pagar imposto de importação, e a alíquota média efetivamente aplicada sobre produtos norte-americanos foi de apenas 3,1%.
O Brasil não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Apesar disso, nunca deixamos a mesa de negociação para defender os interesses nacionais.
Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil.
Demonstramos que são descabidas as alegações contra o PIX e a regulação de plataformas digitais, bem como são absurdas as acusações sobre desmatamento. O PIX é um patrimônio do nosso povo e referência internacional de infraestrutura pública digital. No Brasil, não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Nas audiências públicas promovidas pelo USTR na semana passada, 63 das 78 intervenções feitas por representantes do setor privado brasileiro e norte-americano foram contrárias ao tarifaço.
O governo do Brasil seguirá adotando medidas para reduzir os danos causados à economia e à renda dos brasileiros. Continuaremos a diversificar parcerias comerciais e a abrir novos mercados para nossos produtos, como fizemos ao firmar acordos do MERCOSUL com a União Europeia, a Associação Europeia de Livre Comércio e Singapura.
Por meio do Plano Brasil Soberano, manteremos medidas de proteção aos setores afetados por tarifas ilegais e arbitrariamente impostas pelo governo dos EUA, preservando empregos e a capacidade produtiva nacional.
O Brasil iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC.
É triste constatar que o lamentável desfecho das investigações baseadas na Seção 301 faz parte do enredo construído com a ativa colaboração da família Bolsonaro. São falsos patriotas que arquitetaram e defenderam publicamente ações contra o nosso país, movidos por objetivos eleitoreiros.
Não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições. Proteger a nossa soberania é uma obrigação que está acima de todos os partidos e todas as tendências. O governo brasileiro não vacilará em seu dever de preservá-la.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Simplesmente chocada e decepcionada.
Pra mim, vocês sabem, a política real se faz nas ruas, nas redes, com transparência, papo reto e propósito. Não se faz escondendo os problemas debaixo do tapete ou com tentativas de sabotagem.
Eu e muitas lideranças decidimos ficar no @PSOL50 para ajudar o partido a superar a cláusula de barreira, porque nossa responsabilidade nestas eleições é gigante: dar nosso melhor, tudo de nós, para reeleger o presidente Lula e garantir uma bancada de esquerda mais forte, maior, para sustentar o governo e disputar a sociedade. Mas, para isso, o PSOL precisa cumprir os acordos que fez conosco. E não está cumprindo. Está rasgando nossos combinados e praticamente nos inviabilizando.
Tenho um orgulho imenso de ter ajudado a levar a luta pelo fim da escala 6x1 para o Brasil inteiro. As ruas estão do nosso lado. Mas fazer campanha no nosso país não é igual para todos. Sou uma deputada negra e travesti. Para viajar São Paulo, maior estado do país, puxando votos, preciso de uma logística imensa e de um esquema de segurança fortíssimo. Nossos corpos correm riscos que a burocracia do partido não pode simplesmente ignorar, com o risco de inviabilizar nossa pré candidatura à reeleição, rebaixar o máximo potencial dos nossos votos… e colocar em risco nossa integridade física.
É um absurdo que a direção partidária feche os olhos para essa realidade. Hoje, Juliano Medeiros @julianopsol, presidente da Federação PSOL-Rede, em sua primeira candidatura, teria exatamente a mesma prioridade que eu. @ManuelaDavila, que acabou de chegar ao partido, tem previsão de receber mais que o dobro. Respeito a trajetória deles e adoraria vê-los eleitos, mas isso é o privilégio branco e cis sobrepondo tudo: os acordos feitos conosco, cálculos eleitorais sérios… A inteligência política passou longe. É uma tentativa de asfixiar quem está na linha de frente em detrimento de um perfil de pré-candidaturas bem específico, de grupos que só pensam em si mesmos e estão, mais uma vez, arriscando a viabilidade do PSOL.
Tanto é assim que, comandado por @PaulaCoradi, presidenta nacional, o PSOL simplesmente desmontou a sua política nacional de inclusão que garantia repasses nacionais justos com ajustes por gênero, raça e para pessoas com deficiência (PCD), exatamente no momento em que o próprio Tribunal Eleitoral reconhece a importância histórica e a necessidade dessa política. É um retrocesso inaceitável.
E não é só comigo. No Rio de Janeiro, lideranças gigantes e populares como @RenataSouzaRii e @RickAzzevedo sofrem do mesmo mal. Igualmente @CarlosGiannazi em SP. O partido ignorou e subestimou o Rick na última eleição, ele foi para a rua, foi o mais votado, enquanto o PSOL encolheu, em grande parte pela má distribuição dos seus recursos sob critério que são políticos. E agora o PSOL está prestes a repetir exatamente o mesmo erro com ele!
Ninguém quer tirar o básico ou negar importância de quem está nas suas primeiras campanhas. O que não podemos aceitar é a falta de transparência e o suicídio político de sufocar quem tem a força popular para garantir a sobrevivência do partido. Nós ficamos no PSOL para superar a cláusula de barreira e eleger bancadas fortes. Agora, exigimos que a direção cumpra a sua palavra.
REPITAM COMIGO:
A eutanásia não te obriga a morrer.
O aborto não te obriga a abortar.
O divórcio não te obriga a se divorciar.
O casamento entre pessoas do mesmo sexo não te obriga a casar com alguém do mesmo sexo.
OS DIREITOS NÃO TE OBRIGAM A NADA.
ELES GARANTEM QUE CADA PESSOA POSSA DECIDIR SOBRE A PRÓPRIA VIDA.
GloboNews acaba de divulgar pesquisa Quaest com Lula 10 pontos à frente de Flávio Bolsonaro. Compartilhe antes que o PL peça ao Nunes Marques pra censurar e tirar a pesquisa do ar.