Müller, ex-jogador da Seleção Brasileira, sobre Harry Kane:
"Um atacante, para ele ser considerado craque ou fenômeno que seja, ele tem que ter três coisas: ser forte, rápido e técnico. O Harry Kane é forte e não é rápido e um pouco técnico, porque ele finaliza bem.
Uma coisa que eu acho legal nele é que ele não sai da área. Ele não se mete a besta de ir no meio-campo para fazer a tabela, o tal do 1-2. Ele se posiciona bem, ele é jogador de área. Então ele reconhece as suas limitações técnicas. Então ele joga dentro daquele metro quadrado dele ali dentro da área e consegue superar os adversários com a sua finalização."
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Walter Casagrande no Fim de Papo, crítica dança do TikTok dos jogadores do Brasil: 'Argentina e França não fazem'
"O time da Argentina joga com raça, com garra. Eles comemoram o gol com emoção da garra. Ninguém está ensaiando dancinha nem gestinho para comemorar gol. A espontaneidade da comemoração faz parte do foco do jogador no jogo. O gol sai e ele comemora do jeito que explode. Não é o gol sair e aí a mente vai buscar o que ensaiou no treino para fazer a dancinha na comemoração. A França do mesmo jeito.
A torcida argentina é coração puro. É torcedor, torcedor. Os jogadores não ensaiam dancinha e nem a torcida inventa musiquinha. É pura emoção e espontaneidade. Do campo para a arquibancada, da arquibancada para o campo. Enquanto a gente, não. Os jogadores ensaiam dancinha e a torcida inventa musiquinha. Então, não saímos do lugar. Quando você começa a ensaiar emoção, você fica robótico, mecânico. Quando você ensaia dancinha para comemorar, quebra a emoção espontânea, porque na sua cabeça vem aquilo que você ensaiou. Então, vira uma coisa preparada.
Via: @UOLEsporte
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