o vídeo esse post da B’Tselem está no nível dos mais chocantes que Israel fez produzir com sua violência descontrolada: a hemorragia de um bebê de 7 meses assassinado a sangue frio por um fdp fascista. e tem sionista frequentando mesa progressista pra falar de fascismo…
New footage obtained by B’Tselem uncovers the moments when the Abu Haikal family was shot. Seven-month-old Sam Abu Haikal was killed in the shooting, and both his parents were injured. The footage clearly shows that the Israeli soldier fired at the car as it was slowing to a stop. The car was far from the soldiers and posed no danger to them whatsoever.
Moments later, in another video obtained by B’Tselem, seven-month-old Sam’s father, Fahed, is seen just after his son was shot. Fahed is holding baby Sam in his arms, trying to stop the bleeding from his head with his hands, while Sam’s mother, Daniyah, who was also injured by the gunfire while holding her son, is seen sitting on the ground, next to the car.
Last Friday, 5 June, an Israeli soldier fired at a Palestinian family driving home from a family visit, as they sat in their car in the Tel Rumeidah neighborhood in Hebron. The family was shot as the car was slowing to a stop at the soldier’s command. Sam, a seven‑month‑old baby who was in his mother’s arms in the back seat, was struck in the head and pronounced dead shortly afterward. Sam’s parents were also injured by the gunfire; his mother is still in the hospital. After the shooting, the soldier who fired and another soldier who was with him left the scene without checking the car or offering any assistance to the critically wounded baby or to his mother.
In the past two and a half years, Israel has killed tens of thousands of children in Gaza and the West Bank. The immunity it gets from the international community has led to a reality where, under Israeli rule, Palestinian lives are entirely disposable – even a seven‑month‑old baby.
impressiona um bocado quiser um patrimônio sócio-histórico-cultural tenha sido sequestrado pelo espírito de um único jogador que sequer tem título relevante com a seleção. que merda de pergunta é essa, bicho?
Repórter: "Amanhã Carlo Ancelotti faz aniversário, você sabia? Que presente seria melhor para ele: Neymar recuperado ou o hexa?"
Ibañez: "Essa pergunta seria melhor você perguntar pra ele (risos)."
📽️GETV
🚨 URGENTE: Intercept divulga novo comprovante de transferência superior a 10 milhões de reais de Vorcaro para o fundo Havengate, administrado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro!
A PF suspeita que o filme foi usado para lavar dinheiro e sustentar Eduardo Bolsonaro nos EUA!
Iranian Football Federation announces the 8% ticket quota allocated to Iran has been revoked by the U.S., leaving the federation currently unable to distribute tickets to supporters.
A case study in political interference, discrimination and FIFA looking the other way.
@andrizek qual é o histórico do país, Rizek? histórico de ataques a Estados-nacionais ao redor do mundo? histórico de desestabilização em tantos outros? histórico de tiroteios em massa um dia após o outro? quem deveria se prevenir é quem tá chegando nesse buraco...
não sei se a repórter Clarisse Souza, de O Tempo, deu pitaco na péssima (vou manter a compostura) escolha de foto pra ilustrar a matéria que ela assina; se não deu, deveria dar; se deu, é caso pensado mesmo, então:
https://t.co/6wgSNDIYXT
Germany scapegoated Ozil for the group stage elimination at the FIFA WC 2018 just because he was a Turkish Muslim. They forced their captain Gundogan who is a Muslim to put on a public statement before the match along with his team for the human rights in Qatar despite him not wanting to do it along with the few other players.
Suddenly as the World Cup is being held in USA, their captain Joshua Kimmich says that the team is not interested in politics despite teams getting last minute visas, some players and refs not even getting it along with the fans.
Germany is by far the most hypocritical nation in the world.
somo aqui as arbitrariedades contra torcedores. e fica a dúvida: quantas seleções, principais de países europeus tão preocupados com liberdade e direitos humanos, se manifestam contra essas arbitrariedades da FIFA e dos EUA? imagina penta, tetra ou tricampeões se posicionando...
Com a aproximação do evento que qualquer apaixonado por futebol espera por quatro anos, é até normal que passemos a tratar a Copa do Mundo com exaltação quase incondicional, eufórica.
Mas não dá para ser assim diante dos absurdos aos quais estão sendo submetidos, nos Estados Unidos, dirigentes, comissões técnicas e jogadores de algumas seleções.
Recusas de vistos, interrogatórios infinitos e a estapafúrdia ideia de obrigar um time a deixar o país após cada jogo precisam ser tratados como um pacote, como uma das maiores vergonhas da história das Copas.
É curioso ver, por parte de quem defende esses atos, a acusação de que as críticas a eles têm motivações políticas. É justamente o contrário: quem defende que o Irã possa se concentrar, treinar e jogar como qualquer seleção não o faz em defesa do condenável regime iraniano, mas zelando pela isonomia esportiva e para que a Copa seja o que deveria ser, uma celebração da humanidade, seus povos e culturas.
São os vetos e limitações impostos por Donald Trump e seus asseclas que têm apenas motivações políticas. Ou alguém tem dúvida sobre o que o atacante do Iraque e o goleiro do Irã foram fazer nos EUA durante a Copa?
Tudo poderia ser menos vergonhoso não fosse a patética e já caricata subserviência do presidente da FIFA a Donald Trump. Infantino não agiria da mesma forma, acatando de orelhas baixas, arbitrariedades similares de Brasil ou Argentina. Por aqui, é certo, o ambicioso dirigente brigaria para que as óbvias premissas esportivas fossem cumpridas. Por lá, ele tem medo.
Especificamente sobre o Irã: se não contar com as mesmas condições dos rivais para disputar o torneio, o abandono de última hora seria uma forma contundente de protestar, gerando um prejuízo enorme. A impossibilidade de substituição, numa Copa em que terceiros colocados se classificam em oito de doze grupos (!), geraria um caos tão irreparável quanto merecido pela FIFA.
As consequências provavelmente viriam, é verdade. Mas seriam, mais uma vez, um vexame para Gianni Infantino, cujos esforços para estragar a competição mais sensacional do planeta por motivações políticas e financeiras não são poucos. E não são de hoje.
More than 60,000 people joined the “Walk with Israel” march in Toronto today.
Beyond the show of support, the event is a major fundraiser backing Jewish immigration to Palestine, Israeli settlement expansion, and the displacement of Palestinians from their land.
Israel fechou as fronteiras de Gaza — de novo. o Estado café-com-leite quer aniquilar todo mundo na região, e qdo é contra-atacado faz o que sabe fazer de melhor: aniquilar todo mundo na região (e dps se fazer de vítima)
🚨BREAKING: Israel has closed all crossings into Gaza and halted the entry of humanitarian aid following Iran’s retaliatory strikes on Israel, cutting off supplies to roughly 2 million Palestinians in the territory.
Israel has imposed similar blanket closures during previous periods of regional escalation, including immediately after the outbreak of war in late February, collectively punishing Gaza’s civilian population.
Atentado em Israel deixa um morto e vários feridos
Atirador abriu fogo em três locais próximos da fronteira com a Cisjordânia ocupada.
Suspeito, um cidadão árabe-israelense na casa dos 20 anos, foi morto pela polícia.
https://t.co/d4aMSpNKkf
por falar em outras seleções: quais se solidarizaram com a situação do Irã? vai todo mundo fingir que não tá vendo? as seleções europeias, sempre tão vocais pra defender direitos dos povos que ajudaram a dizimar e destruir, estão tranquilinhas?
Obrigar uma seleção a entrar e sair de um país no dia de seus jogos não é apenas uma questão logística.
A medida atinge pilares fundamentais do esporte, como a igualdade de condições, a integridade da competição e a própria ideia de fair play. Enquanto as demais equipes desfrutam de estabilidade, rotina de treinamento e recuperação adequada, o Irã será submetido a um regime excepcional por razões alheias ao campo.
O esporte não vive isolado da geopolítica, mas quando decisões estatais produzem impactos competitivos concretos, a isonomia esportiva é colocada em xeque.
A Copa sempre traz a promessa de unir o mundo, mas o caso iraniano mostra da maneira mais forte de todos os tempos que as fronteiras continuam entrando em campo.
a Samira, experiente repórter, perguntou sobre essa atrocidade diretamente ao festival, e a resposta foi a nota patética. ainda permanece a dúvida: como um festival não consegue fazer contato com a equipe de um filme exibido NO FESTIVAL???
https://t.co/KIoFfvjN89
I reached out to Tribeca to ask them about @ElonGold & @LizzySavetsky making Palestinian rape jokes. I was also told Lizzy Savetsky had nothing to do with the festival and that the film, The Wedding Entertainer, had hired her for interviews.
todos nós sabemos o que aconteceria se um não-judeu fizesse uma “piada” sobre judeus do mesmo nível que Elon Gold e Lizzy Savetsky protagonizaram no tapete vermelho do Tribeca. essa nota é patética. “não conseguimos falar com os cineastas” — caraca, onde ser que eles estão…