"The fact that great players have come through this club is an accident? That those who have won the Ballon d'Or here is a case? This is Milan, in Milan you have to win, it's not an accident."
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*horário do início da live.
*lives programadas até 28/8 19:49
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@dakanella10@DiarioGols@partidazocope Se dinheiro resolvesse tudo não tinha milionário se matando. Procure. Robin Williams é um exemplo. Quando há fartura material, o vazio existencial grita alto
O Shakhtar Donetsk jogará como mandante contra Real Madrid, Sporting, Fenerbahçe e AEK em Londres, no Stamford Bridge, nesta temporada da Champions League.
A última vez que o Shakhtar entrou em campo em seu estádio, a então moderna Donbas Arena, em Donetsk, foi em 2 de maio de 2014. Pelo Campeonato Ucraniano, venceu o Illichivets Mariupol por 3 a 1. Luiz Adriano e Douglas Costa marcaram diante de 18.017 torcedores.
Naquele momento, a Ucrânia já atravessava uma ruptura histórica. Viktor Yanukovych havia sido destituído da presidência após os protestos do Euromaidan, a Rússia havia anexado a Crimeia e a guerra começava no leste do país, principalmente na região do Donbas. O Shakhtar nunca mais voltou para casa.
Primeiro, passou a mandar seus jogos em Lviv. Depois, jogou em Kharkiv e, a partir de 2020, estabeleceu-se em Kiev. Com a invasão russa em grande escala, em 2022, os jogos das competições europeias precisaram deixar também a Ucrânia. Desde então, o Shakhtar passou por diferentes cidades do continente.
Nesta temporada, escolheu Londres. Mais especificamente, o estádio de um clube cuja história recente também foi afetada pela guerra.
Após a invasão russa da Ucrânia, o governo britânico impôs sanções a Roman Abramovich por suas ligações com Vladimir Putin e o Kremlin. O oligarca russo, então proprietário do Chelsea, acabou vendendo o clube em 2022.
Agora, Stamford Bridge será a casa europeia do Shakhtar.
Já são mais de 12 anos sem o clube em Donetsk. A Donbas Arena está abandonada e avariada, como mostram as foros publicadas pelo jornalista ucraniano @UButusov no Telegram.
O Shakhtar segue sua vida longe da cidade e, nas condições atuais, qualquer retorno é inimaginável - muito menos a possibilidade de integrar o Campeonato Russo.
Na fachada da Donbas Arena ainda permanecem as imagens de Luiz Adriano e Douglas Costa. Símbolo de uma época gloriosa e de uma casa à qual o Shakhtar não sabe se um dia poderá voltar.
Yaya Touré será o primeiro treinador africano, na história, a treinar um clube na fase principal da Champions League.
Yaya Touré lutou e se desenvolveu como auxiliar técnico durante seis anos em vários contextos, países e clubes diferentes.
Olimpik Donetsk, Ankhmat Grozny, Tottenham, Standard Liege e Arábia Saudita.
em 2026, será o primeiro técnico nascido na África a ter uma grande oportunidade no torneio de clubes mais importante do mundo e da Europa.
será o primeiro, mas não pelo fato da inexistência de outras boas ideias e inteligência dos treinadores africanos
será o primeiro, porque o mercado historicamente fechou a porta para os treinadores africanos, onde a Europa nunca foi uma realidade concreta.
Rulani Mokwena (Mamelodi Sundowns) e Walid Regragui (Marrocos, Wydad Casablanca)
Pitso Mosimane (Mamelodi e Al Ahly) e Aliou Cissé (Senegal)
todos eles revigoraram o cenário de seleções ou clubes africanos nos últimos anos, com ótimas ideias táticas e capacidade de interpretação do jogo.
Yaya Touré, em sua primeira chance como técnico principal, classificou o Slovan Bratislava à fase de grupos da Champions League.
o primeiro técnico africano.
o primeiro, esperamos, de vários outros que surgirão na elite europeia.
Yaya, assim que se classificou, disse: "Orgulho de ser Africano"
esse discurso é simples, direto e que ressoa muito como algo entalado na garganta de vários outros treinadores brilhantes que não puderam chegar.
Yaya Touré é, porque todos os outros professores africanos também foram e são. UBUNTU em sua mais pura essência.
carregará o orgulho e sonho africano na UEFA Champions League.
Comandante YAYA.