@lmgbarros@pjorgeduarte@PaiCheco01 Porque, por bons e maus motivos, dentro do PDM existem regras que, no caso de Lisboa, não permitem quase nenhuma flexibilidade para a conceção de diferentes ideias de projeto, especialmente nas fachadas.
@lmgbarros@PaiCheco01@pjorgeduarte e sim já entreguei coisas na câmara e é por isso que volto a repetir: não é um catálogo que vai resolver algo (ele já existe e é a herança arquitetónica), o que vai resolver é a formação dos trabalhores do Estado e mais simplificação dos processos.
@lmgbarros@PaiCheco01@pjorgeduarte O arquiteto assina um termo de responsabilidade que, atualmente, quase significa a sentença de uma carreira se algo corre mal. Alem disso, quem dirige a obra é o construtor com base no que nós (arq+eng) idealizámos mas vamos sempre visitando a obra de forma recorrente.
@lmgbarros@PaiCheco01@pjorgeduarte quando é entregue um projeto na câmara e suposto existir uma fiscalização das suas características e o próprio arquiteto é que assume responsabilidade ao assinar o mesmo quando existem estragos ou acidentes quem é fiscalizado primeiramente são os construtor e arquiteto.
@lmgbarros@PaiCheco01@pjorgeduarte pronto, é como é que eu alterar uma especialidade nós irá de certa forma afetar o resto? este é o problema do catálogo: já existem imensos projetos construídos mundo fora, esse é o nosso catálogo desde sempre, é preciso formação dos trabalhadores do Estado.
@PaiCheco01@lmgbarros@pjorgeduarte já percebi que estou a discutir com uma parede. estão a tentar resolver um problema adicionando outro e que no futuro só criará fraca qualidade de vida e não resolverá a cerne da questão que é a fraca qualidade dos recursos humanos do estado.
@lmgbarros@PaiCheco01@pjorgeduarte então também não precisas de ter um economista num banco porque outro economista propõe algo para o banco? esta ideia de pensar que somos todos santos e que o erro não existe é descabida, o problema está na agilizacao de processos e da fraca qualidade dos recursos humanos.
@PaiCheco01@pjorgeduarte@lmgbarros não sou mas não são a mesma coisa. o pre fabricado é algo que já existe há imenso tempo e tem as suas vantagens das quais eu aprecio, o modular já é uma coisa diferente mas que também traz outra perspetiva ao mesmo.
@PaiCheco01@pjorgeduarte@lmgbarros pegando nisso, um terreno não é uma sala, uma cozinha ou outra coisa qualquer. o meu trabalho não é fazer rabiscos, é pegar no que o cliente quer e nas qualidades do terreno de modo a tirar o maior proveito das mesmas.
@PaiCheco01@pjorgeduarte@lmgbarros pronto e ainda bem que pegou nesse ponto. um móvel tem dimensões pre definidas para um sítio onde específico, mas mesmo assim existem tamanhos diferentes para o mesmo modelo.
@lmgbarros@PaiCheco01@pjorgeduarte e com esse comentário só demonstra que não percebeu nada do que escrevi. O problema não está na fraca qualidade de arquitetura em Portugal, está na fraca qualidade dos recursos do estado.
@lmgbarros@PaiCheco01@pjorgeduarte não me incomoda nada, eu sei do meu valor como os meus colegas sabem. Desenvolver uma planta não é algo simples, requer estudar o local para tirares o melhor de casa terreno.
@PaiCheco01@pjorgeduarte@lmgbarros construir no Canadá ou noutro país qualquer não é a mesma coisa que construir em Portugal, temos uma classe de arquitetos imensamente capaz de produzir ótimos projetos e o que nós precisamos é que o Estado nos forneça ferramentas mas sobretudo que TRABALHE.
@PaiCheco01@pjorgeduarte@lmgbarros o importante nesta atualidade é agilizar processos, formar pessoas para melhorar os mesmos processos e sobretudo criar-se métodos e sistemas de modo a que essas metodologias sejam feita de forma coordenada e correta.
@pjorgeduarte@PaiCheco01@lmgbarros eu voto e continuarei a votar IL nas próximas eleições mas estas propostas, tirando as sobre os terrenos e suas denominações, demonstram que estão com um bom objetivo mas com os meios totalmente errados.
porém, é melhor existirem propostas do que nada mas esperava mais.
@PaiCheco01@pjorgeduarte@lmgbarros e digo já: ao invés disso podiam fomentar a ideia de mais concurso de habitação pública em altura, no qual eu tou 100% de acordo, mas que o fator mais importante da atualidade é atacar a falta de qualidade de recursos, especialmente humanos, que o setor público tem.
@PaiCheco01@pjorgeduarte@lmgbarros a proposta em altura nao é descabida, as outras todas são ridiculas e demonstram que quem produziu as mesmas é autista aos factos ao seu redor.