minha mãe recebeu o primeiro diploma da vida dela
me ligou chorando muito dizendo: “eu não sou mais só uma empregada doméstica”
eu insisti demais pra ela voltar a estudar, achei uns cursos, paguei…
é muito lindo ver o que a educação pode fazer pela autoestima de alguém
@anabmoser Lamentável 😞.
Ana, vc é a esperança vivida e transformadora. Não se negocia tudo em um governo. Triste essa decisão do governo Lula. Mas, continuamos juntas na mesma trincheira. 💪🏾🧡
2 mil dias sem Marielle Franco e Anderson Gomes.
2 mil dias sem saber quem mandou matar Marielle.
2 mil dias sem solução.
2 mil dias sem justiça.
2 mil dias de impunidade.
2 mil dias de vergonha.
2 mil dias de dor.
Quantos dias mais?
O cara tentou indicar o filho pra ser embaixador nos EUA.
Divulgou medicamentos inúteis contra COVID.
Contribuiu ativamente para a morte de 700 mil pessoas durante a pandemia.
Tentou contrabandear joias sauditas.
Disse ter “pintado um clima” com uma garota de 15 anos.
Vidas perdidas, ataques à democracia, mentiras, desvio de função. Que esse seja só o começo da responsabilização de quem, por 4 anos, tripudiou do nosso povo de tantas formas. Nós merecemos um país do respeito. Vamos seguir trabalhando pra não retroceder nunca mais.
O fenômeno da violência é complexo e multifatorial. Não há soluções simples ou rápidas. A cultura da violência precisa ser percebida nas suas múltiplas manifestações. Ela está presente na banalização das agressões físicas ou verbais dentro de casa (normalmente homens oprimindo mulheres), na tolerância irresponsável aos episódios de bullying nas escolas, no algoritmo das redes sociais que recompensa mensagens beligerantes com mais engajamentos (likes e curtidas), na moderação frouxa dessas redes (que acolhem “tutoriais” para o cometimento de suicídios, homicídios, massacres, etc.), nos “gritos de guerra” das torcidas organizadas turbinando batalhas campais, na transformação da política em ringue de luta livre, entre outros exemplos. É preciso levar a sério os debates em favor de uma cultura de paz, onde as diversas manifestações de violência sejam progressivamente estudadas, combatidas e rejeitadas. Cada um de nós tem o poder de reduzir ou agravar esse ambiente hostil em que vivemos. É preciso ouvir os estudiosos, conhecer seus trabalhos, investigar os resultados concretos de boas práticas que promovem a saúde mental, a segurança pública, o acolhimento às vítimas da violência, a inclusão da cultura de paz nas escolas, entre outras iniciativas. É preciso fazer mais e melhor. Agora!
@sergiofreire Muito bom o texto e as reflexões!
Fiz a releitura colocando a mulher sendo a que conduz o diálogo, falando para “seu homem” que o escolheu e aí a narrativa segue.
TUDO MUDA. Como se lê, como se interpreta, como se julga e como se condena!
Abraço, @sergiofreire
OBRIGADA! Essa onda de apoio e solidariedade fez a luta da Chapada chegar ao jornal local da Globo. E não só: jornalistas, advogados, pesquisadores, ativistas têm nos procurado p/ ajudar. Nós éramos 80 pessoas contra uma mega corporação internacional. Agora, somos milhares!
A frase "Quem mandou matar Marielle Franco e por que?" ainda ecoa pelo Brasil. O governo do Presidente Lula está agindo com determinação para responde-la. Recentemente o min. @FlavioDino determinou que a PF instaure inquérito para apurar "todas as circunstâncias" do assassinato.
Hoje faz 109 do nascimento de Carolina Maria de Jesus.
“O Brasil precisa ser dirigido por uma pessoa que já passou fome. A fome também é professora.”
Quarto de despejo: diário de uma favelada, 1960.
Meia década, Mari. Já se passaram 5 anos desde que nos tiraram você e Anderson.
5 anos de saudade, de luta, de busca por justiça sobre um crime político, que ecoou mundo afora, de uma mulher negra, mãe, bissexual, defensora dos direitos humanos, que foi brutalmente assassinada +