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Madonna anuncia nova fase com álbum “Confessions II”, lança single inédito e participa do show de Sabrina Carpenter no Coachella
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7 de março:
"Não precisamos dos britânicos. Não precisamos de pessoas que se juntem às guerras depois que já as vencemos!"
15 de março:
"Se não enviarem ajuda, o futuro de vocês será muito mau!"
Trump errou a mão no Irã?
Está claro que a capacidade ofensiva "convencional" do Irã foi duramente afetada pelos bombardeios. Basta observar a redução de mais de 95% nos lançamentos de mísseis e drones iranianos e o fato de caças dos EUA e de Israel estarem voando livremente pelo espaço aéreo iraniano, inclusive sobre Teerã.
Mas os iranianos ainda retêm capacidades "assimétricas": ainda conseguem realizar lançamentos esporádicos de mísseis e drones e ainda conseguem manter o Estreito de Ormuz fechado.
Isso parece indicar que Trump se lançou nessa guerra com excesso de confiança, talvez esperando ver o regime iraniano desmoronar após perder a sua liderança, tal como aconteceu na Venezuela.
Diante desse choque de realidade, Trump agora quer obrigar os aliados, que ele tanto desdenhou no Fórum Econômico Mundial ("nunca precisamos da OTAN para nada!"), a se lançarem em uma guerra sobre a qual não foram sequer consultados, mas na qual talvez sejam mesmo obrigados a entrar para reabrir um estreito vital para a economia mundial.
#hojenomundomilitar