"Eu sou indígena e gay, e não conheço uma vida em que a violência não estivesse presente."
Esse homem se chama Cauã Wirapayé (nome indígena de Cauã Nóbrega da Cruz).
Ele é um professor, tradutor, artista e influenciador digital pertencente ao povo Borari da Aldeia Karanã, em Santarém (PA).
Ele é amplamente reconhecido por sua atuação na valorização, ensino e preservação da língua Nheengatu (o tupi amazônico) e por seu ativismo digital.
Mas aqui, Cauã é um homem indígena gay, denunciando a violência, o preconceito e os abusos vividos por toda uma vida.
🎥 IG | wirapaye
Obrigado @EnelClientesBR@EnelBrasil por mais de 24 horas com meia fase (ou seja sem luz) porque nenhum técnico vem resolver o problema. Mais de 5 ligações, tentativas por canais digitais para NADA. Privatização é isso, sambar na mão de uma empresa que não tá nem aí.
@bicmuller Longe de mim defender esse bigode, mas me veio o pensamento: será que ele usa esse bigode para agradar mulheres?
Talvez seja aquilo de "usar para se sentir bem", por mais difícil que pareça (ao nosso olhar) que usar esse bigode possa proporcionar essa sensação.