Você sabe o que é Arubé?
É uma das muitas utilizações que os indígenas desenvolveram para a mandioca.
O processo é muito trabalhoso. A mandioca brava é venenosa, carrega ácido cianídrico. Depois de moer; depois de esticar o tipiti até pingar; depois de ferver para evaporar o veneno e virar tucupi; depois de reduzir no fogo até virar melado; depois de fermentar mais de vinte dias em pote de barro. Aí chega no arubé. Os indígenas amazônicos fazem assim há séculos.
Alguns chamam de mostarda amazônica. Acho injusto. É melhor que mostarda.
É um produto amazônico, originário da biodiversidade regional, da inovação indígena e do trabalho nosso hoje.
Até seis meses atrás só tinha ouvido falar, nunca tinha provado. Agora serve de condimento no tambaqui e no hambúrguer. Na Bemol decidimos tentar reintroduzi-lo à alimentação regional. Quer ajudar? Experimente e divulgue.
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https://t.co/Nx3Xah0Map
Terceiro dia no NVIDIA GTC, assistindo painel liderado pelo Jensen Huang. Obtive também minha certificação NVIDIA Certified Associate em Generative AI LLMs. Somos 56 colaboradores da Bemol aqui, borbulhando de ideias. Acho que teremos resultados impressionantes e voltaremos ano que vem com bem mais gente…
Equipe Bemol no NVIDIA GTC na Califórnia. Dois primeiros dias de muito aprendizado.
Se puder deixar uma dica, é hora de todos olharmos para a tecnologia Claw. Tem o OpenClaw, com alguns riscos de segurança, mas agora tem também o NemoClaw lançado aqui. É preciso aprender a usar.
A Bemol esse ano está trazendo mais de 60 colaboradores ao NVIDIA GTC em San José na Califórnia. É o maior evento de inteligência artificial do mundo. Reservamos 50 vagas para os colaboradores que em 2025 mais se destacaram no uso de IA de todos os níveis e todos os departamentos. A maioria nem é da área de tecnologia. É uma premiação mas também uma enorme oportunidade de aprendizado.
Compartilho abaixo meus comentários no High Level Advisory Council on Jobs do Banco Mundial e do congresso “Laying the Groundwork for Jobs in Africa” a respeito do Plano Mattei, a estratégia da Itália para abordar desenvolvimento de 14 países na África com duas vertentes principais: agronegócio e energia.
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No vídeo minha fala está dividida, mas a principal é a 1h20.
Brief Comments about AI & Agribusiness from Brazil Applicable Jobs in Africa and the Mattei Plan
Agriculture must be treated as a business. To achieve higher productivity and stronger incomes, farmers need to shift from growing crops to growing a business.
At this moment, one of the most important transformations in growing a business is AI adoption. Businesses with some digital skills, no matter their size, ought to be looking for ways to increase productivity through AI. The simplest way is by training their workforce and leaders in usage of widely available tools that simplify process automation, idea generation and deployment and learning.
Brazil offers useful lessons for Africa. Institutions such as SEBRAE—Brazil’s agency for entrepreneurship—train agribusiness ventures the same way they train any other business opportunity. Programs like EMPRETEC, a foundational course designed to strengthen entrepreneurial skills, have also proven highly effective in the agribusiness sector.
Brazil’s technical assistance system has evolved significantly over the years and now includes many institutions. One of the most important is EMBRAPA, a science and technology organization focused on agriculture. EMBRAPA’s work has been central to Brazil’s agricultural transformation—for example, by adapting soybeans to tropical climates and low-fertility soils.
EMBRAPA also operates numerous experimental farms. These sites are used not only to test crops and production practices, but also to demonstrate them directly to farmers—who are often cautious about changing what they grow or how they farm—so they can see higher-productivity methods in practice.
To help farmers adopt higher-value crops and more productive processes, Brazil has also built supportive systems that include: a) price supports and purchase guarantees (through CONAB) and b) crop insurance and agricultural financing, especially through Banco do Brasil.
Together, these measures helped Brazil move from a relatively low-performing food producer in the 1970s to one of the world’s leading agricultural producers in recent decades.
Caros amigos, compartilho minha fala no evento da USP sobre bioeconomia. Agradeço ao Prof. Jacques Marcovitch pelo convite. Segue um resumo dos pontos centrais:
Sou Denis Minev, diretor-presidente da Bemol e enviado especial da COP-30 para o setor privado da Amazônia. Minhas reflexões sobre os resultados da COP:
1) Legado para Belém: A cidade saiu transformada, com restauros e avanços em infraestrutura que geraram um orgulho visível. Como manauara, sinto uma "inveja boa" que nos inspira a trabalhar mais.
2) Setor Privado: Presença empresarial recorde. Realizamos o FIINSA com +400 empreendedores regionais. Destaco o engajamento do agronegócio com a Embrapa em agricultura regenerativa e do setor bancário com crédito e carbono.
3) Multilateralismo: O avanço agora vem de "coalizões de quem quer fazer". Cito o acordo de mercado de carbono entre 17 países e os roadmaps para redução de fósseis e desmatamento.
4) Ciência e Sociedade Civil: Participação indígena e de especialistas como Carlos Nobre foi profunda, buscando "bons acordos" econômicos que fogem do óbvio.
5) Engajamento Governamental: Mobilização nítida do Ministério da Fazenda (EcoInvest), BNDES (Floresta Viva) e Petrobras em redesenhar programas sustentáveis.
6) Energia e Ambição: Na Bemol, decidimos ampliar investimentos em recuperação de áreas degradadas, eletrificação e energia solar.
Próximos Passos para a Amazônia:
Financiamento: O recurso precisa chegar na ponta para regenerar terras degradadas.
Mercado de Carbono: Precisamos de previsibilidade para o produtor tomar decisões firmes.
C&T: Investir em P&D para aumentar a produtividade social e ambiental da floresta.
Monitoramento: Integração inteligente entre órgãos como IBAMA e INCRA.
IA: Oportunidade histórica de gerar renda baseada em intelecto, reduzindo a pressão sobre a floresta.
Transição Energética: Solar e baterias são frentes prontas para escalar.
Mensagem final: Não faltam recursos ou conhecimento. Falta decisão e ambição para unir mitigação climática e benefício econômico real para a região.
#COP30 #Amazônia #Sustentabilidade #SetorPrivado #Bioeconomia
🇺🇦 #UkraineSupportTracker: Europe steps up: In 2025, European military aid rose +67% & financial/humanitarian aid +59% vs. 2022–24 averages - compensating for the US withdrawal.
Military aid increasingly borne by small no of countries 👉 https://t.co/lAxMAmVov2
#MSC2026
Uma incrível visita à Zhejiang University International Business School (ZIBS)浙江大学国际联合商学院 . A China tem dado passos largos no estabelecimento de instituições de excelência global. Dentro de 10 anos, veremos essa instituição dentre as mais reconhecidas no mundo. Para quem está pensando em educação empresarial global, sugiro colocar na lista. Todo o curso é em inglês e quase metade dos alunos são estrangeiros. Gratidão ao Sergio Rial pela conexão.
📲IA🤖
A @BemolOnline passou a vender, com exclusividade no Brasil, computador de Inteligência Artificial de nível industrial, tecnologia que antes só existia em grandes data centers. É uma das máquinas mais potentes para IA. Sim, a Bemol, em Manaus.
https://t.co/e0dprSEN6i
A Bemol fez uma parceria exclusiva com a NVidia para distirbuir no Brasil o novo lançamento da NVidia global, o superchip GB10 Grace Blackwell com sistema operacional DGX.
Tem 128 Giga de memória, 4 Tera de armazenamento. Executa modelos de IA de até 200 bilhões de parâmetros. Ferramenta especializada em inferência.
Como trouxemos direto dos EUA, temos os benefícios da Zona Franca para compradores em Manaus.
Heading to #COP30 in Belém? Join us for a conversation on practical solutions to foster prosperity in underserved regions.
With:
✅@dminev, CEO Bemol
✅@luizatrajano, Presidente to Conselho do Magazine Luiza.
Moderated by Olaf Schmidt, @IFC_org.
🌿What a great insight that was! 🌍
📌Our third session of the day, “Forests and the Future: Harnessing Holistic Solutions,” explored the pivotal role forests play in addressing climate change, halting biodiversity loss, and enabling sustainable development.
The discussion tackled systemic drivers of deforestation and highlighted the urgency for integrated, cross-sectoral solutions. Let’s move from intent to action, embracing holistic, inclusive approaches that prioritize people, planet, and prosperity.
🙏Huge thanks to moderator Rebecca Benner, @nature_org and to all the panelists:
🔹@dminev, Bemol
🔹Alicia Robbins, @Weyerhaeuser
🔹Subhra Bhattacharjee, @FSC_IC
🔹Pedro Sutter, Motiva S. A.
🔹@MargaMoraTeran, Nia Tero
#ForestsAndFuture #NaturePositive #ClimateResilience #TripleBottomLine #Biodiversity #SustainableDevelopment #DeforestationSolutions