Isso aqui é papo de ir para o Paraguai ontem, chega a ser surreal a empresa lugar quase nada e o governo praticamente tirar bilhões, isso é China na veia
“Quer reconhecer um filho da puta à distância, seja no parlamento ou na mídia? Mais dia, menos dia, ele repetirá o slogan “A política é a arte do possível”.
Como nem todo o possível é real, mas, por definição, todo o real é possível, qualquer merda que o cidadão faça pode ser sempre justificada, “ex post facto”, como aquilo que era possível no momento”.
(Olavo de Carvalho)
- O governo Lula abandonou um menino com câncer em Lisboa porque pra eles "era um caso perdido"
- Mas destinou Exército, Marinha e Aeronáutica pra salvar o cavalo Caramelo
- O governo Lula não moveu um palito pra resgatar a Juliana Marins, que morreu ilhada num vulcão da Indonésia
- Mas gastou R$ 345 mil pra mandar um avião da FAB buscar a ex-primeira-dama condenada por corrupção do Peru
- Votaram contra aumento de pena para crimes hediondos
- Votaram contra a comercialização de spray de pimenta para autodefesa das mulheres
- Votaram contra redução da maioridade penal para crimes como estupro de vulnerável
- Reclamam de feminicídio e cultura do estupro
Esse caso é simplesmente surreal. A moça, Caroline, do perfil “Leituras da Caah” no Instagram, sofreu um linchamento virtual após dizer algo simples, que faz parte do seu direito de escolha “não divulgo livros com temática LGBT”.
Grupos de cancelamento organizaram exposeds e pressionaram editoras, que se desvincularam da influenciadora.
Segundo a matéria da Gazeta do Povo, o selo Alt, do grupo Globo, afirmou ter “entendido a gravidade do conteúdo compartilhado” e concluiu que “publicações ofensivas, discriminatórias ou preconceituosas” justificavam o encerramento da parceria com Caroline.
this didn't "happen", we caused it
first, children disappeared from daily life
most women turn 30 without ever holding a baby (they don't have siblings or cousins, and young babies have been removed from shared spaces), never changed a diaper or watched one up close.
you cant want what you've never seen
second, we killed the single income.
the average family needs both parents working just to get to the end of the month, so raising a family well went from hard to something practically impossible (2-3 months of maternity leave should be considered a crime against humanity).
then schools and media, the whole cathedral, all pushed towards the same direction in a systematic brainwashing effort: pushing every girl at the career, motherhood turned into that despicable thing you settle for when the better options run out, "a smaller life". nothing worth desiring, and if you do you must be ostracised
social media just finished the job.
presented childfree as freedom and ideal life, filmed the worst four seconds of a mothers day and called it a warning or "here's motherhood"
and underneath all of it, we removed people from history
no ancestors you owe anything, no descendants you're building for, just one atomic self detached from any sense of continuity. one life with no purpose other than its own selfish goals
especially for western people who have been taught that their ancestors are the most evil humans who ever existed
someone with no past and no future has no reason to see themselves as part of history, and everything they do revolves around their own pleasure
why would you carry something you were raised to be ashamed of?
so a quarter of women raised in captivity selecting for civilizational suicide becomes inevitable
the idea that this was a conscious choice is delusional.
we are the first species in history to get everything it ever wanted: safety, medicine, abundance, ninety good years, and the result is suicide.
everything else alive still manages to reproduce through famine and plagues. we got paradise and stopped
anyone shutting off their own survival drive with no threat in sight is definitionally suicidal and that's where we are now
NENHUMA pessoa branca viva hoje foi proprietária de escravos. Ensine isso aos seus filhos.
NENHUMA pessoa negra viva hoje nasceu escrava. Ensine isso aos seus filhos.
Nem todas as pessoas brancas possuíam escravos naquela época. Ensine isso aos seus filhos.
Milhões de pessoas brancas lutaram e morreram para acabar com a escravidão. Ensine isso aos seus filhos.
As pessoas não devem herdar culpa de seus ancestrais. Ensine isso aos seus filhos.
As pessoas não devem herdar vitimização de seus ancestrais. Ensine isso aos seus filhos.
Você é responsável por suas próprias ações, não pelas ações de pessoas que viveram há 200 anos. Ensine isso aos seus filhos.
O Brasil não é perfeito, mas tbm não é um país horrível. Ensine isso aos seus filhos.
O Ocidente é responsável por alguns dos maiores avanços da humanidade em liberdade, ciência, medicina e prosperidade. Ensine isso aos seus filhos.
Amar seu país não é racismo. Ensine isso aos seus filhos.
Querer fronteiras seguras não é racismo. Ensine isso aos seus filhos.
Querer seu bairro seguro não é racismo. Ensine isso aos seus filhos.
Querer mérito em vez de cotas não é racismo. Ensine isso aos seus filhos.
Questionar narrativas políticas não é racismo. Ensine isso aos seus filhos.
As pessoas devem ser julgadas por seu caráter, não pela cor de sua pele. Ensine isso aos seus filhos.
A história deve ser ensinada honestamente, não usada como arma. Ensine isso aos seus filhos.
Uma nação que ensina seus filhos a odiar sua herança não sobreviverá. Ensine isso aos seus filhos.
Seu país é seu lar. Protegê-lo não é algo do que se envergonhar. Ensine isso aos seus filhos.
Você não deve um pedido de desculpas por ter nascido. Ensine isso aos seus filhos.
Nunca deixe o medo de ser chamado de nomes impedir você de falar a verdade como a vê. Ensine isso aos seus filhos.
Credito para @aj_inapi
En 1984, un homme assis face à une caméra a décrit notre époque avec une précision qui glace.
Yuri Bezmenov n'était pas un espion de roman. Journaliste soviétique, homme de l'agence Novosti et du KGB, il avait passé sa carrière à fabriquer de l'influence avant de faire défection en 1970. Ce qu'il est venu dire à l'Ouest tient en une phrase : la vraie guerre que menait l'URSS n'avait presque rien à voir avec les missiles ou les espions. C'était une guerre psychologique, lente, patiente — la « subversion idéologique ». Selon lui, l'essentiel de l'effort des services y était consacré. Pas pour voler des secrets. Pour modifier la perception du réel de tout un peuple, au point qu'il ne puisse plus, même face aux faits, défendre sa propre survie.
Il décrivait quatre phases.
1️⃣ La démoralisation. La plus longue : 15 à 20 ans, le temps d'éduquer une génération. On ne détruit pas un pays par la force, on le retourne contre lui-même. On travaille l'école, l'université, les médias, la culture, jusqu'à ce qu'une génération entière grandisse en méprisant son histoire, sa nation, son héritage, ses pères. Le détail terrifiant : une fois la chose accomplie, elle est irréversible. Ces gens sont « programmés ». Exposez-les à des faits authentiques, des preuves : ils refuseront de les voir. Ils continueront à se croire vertueux en démontant ce qui les protège.
2️⃣ La déstabilisation. 2 à 5 ans. On attaque les fondations : l'économie, l'autorité, les rapports sociaux, la défense. Tout ce qui tenait devient « négociable ».
3️⃣ La crise. Quelques semaines. Un choc, un point de bascule, et une société désorientée réclame elle-même qu'on la « sauve ».
4️⃣ La normalisation. On installe un nouvel ordre, présenté comme une libération. Le mot est emprunté, avec ironie, à la « normalisation » de la Tchécoslovaquie écrasée après 1968.
Puis 1991 est arrivé. L'URSS s'est effondrée, l'Occident a fêté sa victoire, et on a rangé tout ça au rayon des vieilles peurs.
Mais on confond le lanceur et la charge. Ce qui est tombé en 1991, c'est l'État soviétique — la fusée. L'arme idéologique, elle, avait déjà été tirée des décennies plus tôt. Et une arme de démoralisation a cette propriété diabolique : une fois la première génération retournée, elle n'a plus besoin de Moscou. Elle s'auto-réplique. Le commanditaire peut mourir, le programme tourne tout seul.
Regardez où nous en sommes.
Le wokisme n'est pas une lubie d'étudiants. C'est la phase terminale du processus que Bezmenov décrivait. Une civilisation qui enseigne à ses propres enfants que son héritage est une honte. Qui transforme ses universités en tribunaux permanents contre elle-même. Qui réécrit son histoire en réquisitoire et culpabilise jusqu'à sa propre existence. La démoralisation devenue religion d'État. Le réflexe de survie d'un peuple — sa fierté, sa continuité, son droit à se transmettre — requalifié en crime.
C'est exactement le symptôme qu'il annonçait : des sociétés incapables d'évaluer un fait évident dès qu'il contredit le dogme. Montrez-leur les chiffres, les conséquences, le mur qui approche : elles applaudiront leur propre dissolution en la prenant pour du progrès.
Or une civilisation qui se déteste ne se défend plus. Elle s'excuse d'exister. Et un organisme qui a désappris à vouloir vivre est déjà à moitié mort.
Voilà pourquoi ce combat n'est pas « culturel » au sens décoratif. Il est vital, au sens propre. Réapprendre à aimer ce qu'on est, transmettre sans honte, défendre une continuité plutôt qu'organiser son repentir perpétuel — ce n'est pas de la nostalgie, c'est une condition de survie. Une civilisation vivante est une civilisation qui ne se hait pas. Le reste, c'est la mort, en version rassurante.
Bezmenov terminait sur un avertissement simple : il reste très peu de temps avant que le processus ne devienne irréversible.
@LundukeJournal I've already changed all my documents to LibreOffice. I started using it when the name was Staroffice, I believe. That's an awesome piece of software. Another one, before that, was Borland Office. Who remembers?