Entendo nada. Meus nadas, meus vômitos, existir e nada compreender. Ter existido e ter suspeitado de uma iridescência, um sol além de todos os eus. Além de todos os tu.
Vi as éguas da noite entre os escombros da paisagem que fui. Vi sombras, elfos e ciladas. Laços de pedra e palha entre as alfombras e, vasto, um poço engolindo meu nome e meu retrato. Vi-as tumultuadas. Intensas. E numa delas, insone, a mim me vi.