Em 2022, o TSE barrou meu pronunciamento em cadeia nacional sobre a vacinação contra a poliomielite. Fachin e Alexandre de Moraes entenderam que minha presença poderia caracterizar “personificação” de uma ação do governo em pleno período eleitoral.
Em 2026, também em período eleitoral, o governo Lula colocou o ministro Alexandre Padilha em cadeia nacional de rádio e TV para divulgar a campanha de vacinação.
Vacinação é política de Estado e deve estar acima de disputas partidárias. O que chama atenção é a diferença de tratamento.
Se em 2022 a presença do ministro transformaria uma campanha de vacinação em propaganda do governo, qual foi o fundamento para permitir a exposição do ministro de Lula em 2026?
A regra mudou ou mudaram os critérios?
O Brasil merece essa resposta. ⚖️🇧🇷
Bolsonaro é o “genocida” que não criou o vírus, não espalhou o pânico, não decidiu sobre lockdowns, transferiu bilhões para estados e municípios, defendeu o atendimento precoce, a autonomia médica e do paciente, o trabalho, a atividade física e o banho de sol, manteve uma das maiores operações de transferência de renda do mundo e bateu recorde na compra de vacinas.
Até para ser burro tem que ter alguma coerência.