DOIS ESTUDOS MASSIVOS LIGAM A VACINAÇÃO CONTRA COVID A MAIOR RISCO DE 7 CÂNCERES PRINCIPAIS
Próstata: +69%
Bexiga: +62%
Mama: +54%
Pulmão: +53%
Cólon: +35%
Estômago: +34%
Tireoide: +35%
As Injeções experimentais de mRNA entrarão para a história como uma das MAIORES exposições carcinogênicas já registradas.
“Ou paga o aluguel ou paga a conta de energia”‼️
Essa é a dura realidade de milhares de brasileiros que precisam escolher qual conta deixar de pagar para conseguir sobreviver.
Uma realidade bem distante da bolha petista e de muitos artistas que seguem no conforto de suas coberturas milionárias, pregam o L e defendem esse governo porcaria.
Crianças indo para escola no governo Lula: Depois de 20 anos no poder , essa é a prosperidade do governo LULA. Está cena foi na BR 230 e em Minas e se reclamar as crianças vão a pé !
🇧🇷 AGORA: Nunes Marques, presidente do TSE, determina que a Meta suspenda, no prazo de três horas, o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado por André Janones (REDE). Na decisão, o ministro afirma que "a liberdade de expressão não é salvo-conduto para ilícito eleitoral".
🚨GRAVÍSSIMO🚨 O governo Lula queria desviar 10 Bilhões do trabalhador, para salvar o Banco Master, com 1 bilhão de propina para o PT. Denúncia de Robson Bonin da Veja 👇
O GOVERNO FLÁVIO JÁ ESTÁ SENDO LOTEADO — E O ALVO PODE SER O PRÓPRIO BOLSONARISMO!
Kim Paim expõe um movimento que merece a atenção de todo bolsonarista: enquanto a direita se mobiliza para eleger Flávio Bolsonaro, setores do liberalismo rentista parecem trabalhar antecipadamente para ocupar espaços estratégicos no futuro governo, impor sua agenda econômica e afastar a ala ideológica ligada a Eduardo Bolsonaro.
A indignação de Kim tem fundamento. Não se trata de rejeitar a competência técnica ou de exigir que todos pensem exatamente da mesma maneira. O problema é quando grupos que não foram os principais responsáveis por construir a candidatura passam a agir como se tivessem o direito de definir os rumos do governo — e, sobretudo, de decidir quem deve ou não participar dele.
O episódio envolvendo a indicação para o Ministério da Fazenda é revelador. Uma matéria atribui a bolsonaristas a insatisfação com a possível escolha de Marcelo Kayath, apoiado por Eduardo, mas Kim questiona justamente isso: que bolsonaristas são esses que estão insatisfeitos? Se a resistência parte de setores do mercado financeiro que historicamente divergiram de Bolsonaro, por que apresentá-la como se fosse uma rejeição da própria base bolsonarista?
Mais preocupante ainda é a articulação em torno do fim da reeleição. A justificativa apresentada é permitir que Flávio faça reformas impopulares sem precisar disputar um segundo mandato. Mas impopulares para quem? Quem pagará a conta dessas reformas? E por que o presidente deveria abrir mão antecipadamente do direito de buscar a continuidade de seu projeto político?
Aqui está um dos pontos centrais levantados por Kim: a oposição à reeleição pode ter muito menos a ver com um princípio institucional e muito mais com um cálculo de poder.
Se Flávio assumir o custo político de medidas que desagradem à população, enquanto outros grupos preservam sua influência e ficam livres para colher os frutos políticos em 2030, quem realmente ganha com esse arranjo? O bolsonarismo pode acabar pagando a conta, desgastado perante seu próprio eleitorado, enquanto adversários internos se beneficiam do enfraquecimento da família Bolsonaro e da abertura de espaço para outros projetos presidenciais.
E por que falar disso agora, antes mesmo do segundo turno?
Há quem critique essas discussões, antes da votação, alegando que apontar problemas no entorno de Flávio neste momento prejudicaria a candidatura. Mas essa preocupação inverte a lógica das coisas. Não estamos discutindo isso porque queremos enfraquecer Flávio, mas porque queremos que sua vitória represente o projeto político pelo qual milhões de brasileiros estarão votando.
É justamente agora que precisamos prestar atenção. Decisões tomadas pela cúpula da campanha, compromissos assumidos nos bastidores, alianças construídas e espaços prometidos a determinados grupos podem se transformar em fatos consumados. Reverter essas escolhas poderá ser muito mais difícil depois.
Os interesses em jogo e a convergência desses movimentos justificam, no mínimo, um questionamento político rigoroso — e não o silêncio diante de decisões que podem comprometer o projeto.
A direita precisa vencer a eleição, sim. Mas também precisa compreender quem pretende definir os rumos do governo depois da vitória.
Porque conquistar o Planalto e, depois, entregar o comando político a grupos que não compartilham integralmente o projeto bolsonarista seria uma vitória eleitoral com gosto de derrota.
O momento de discutir os rumos do governo é agora, quando ainda há espaço para influenciar as decisões — e não depois, quando a base eleitoral descobrir que outros já decidiram por ela.
@kimpaim
Fui preso três vezes por Fake News, exilado, sem uma prova. Agora Janones cria um grupo de 3 milhões de pessoas pra abertamente propagar fake news, e Após ser freado, reclama de censura.
Então quer dizer que a lindona recebeu dinheiro do Vorcaro?
Essa galera socialista de IPhone, que ama o capitalismo estava aqui🇺🇸 em NY, NO CAPITALISMO SELVAGEM comprando o enxoval do seu bebê. Será que foi com esse dinheiro desviado de vilhinhos?
Ela respondeu @schmittpaula ?