my favourite thing is how albums like Erotica and Bedtime Stories were perhaps not received as well as her other work at the time, but have retrospectively been acclaimed for their quality and influence. In hindsight, her run of excellent albums is even more impressive
Madonna lost her best friend to the AIDS crisis, and she continues to keep his memory alive in her latest album’s standout track.
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A rare backstage photo from May 1983 at Studio 54 has been shared by Man Parrish. Taken in his dressing room after his performance, the image captures Madonna, Man Parrish, Joey Arias, and Fab Five Freddy, offering a fascinating glimpse into New York City's legendary downtown club scene in the early '80s.
📸 Photo & original post: Man Parrish
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@Madonna@madonnaHQ
A Danceteria era um point que juntava diversos aspirantes do cenário artístico, e envolveu uma cena efervescente naquele início da década de 80. Por lá, pasmem, passaram bandas como Run -DMC, Duran Duran, Billy Idol, Beastie Boys, Wham!, The Smiths, Cyndi Lauper, artistas plásticos e grafiteiros como Jean-Michel Basquiat, Keith Haring, Butthole Surfers, the Beastie Boys e cantores como LL Cool , Sade e Cyndi Lauper, entre outros que alcançaram o estrelato e muitos que ficaram pelo caminho.
THE LOUNGE LIZARDS – Banda também surgida no movimento new wave, com influências do jazz misturado a outros estilos. O som da banda era cheio de experimentações sonoras, o que deixava os críticos curiosos. Madonna deve achado tudo muito moderno.
B52s – Banda com origem no pós punk , o B52S é uma das principais referências da onda new wave, surgida após o movimento punk, no final dos anos. A banda fez todo o circuito de clubes sujinhos de NY e tocando inclusive no Danceteria. Rock Lobster e Private Idaho certamente tocou muito na pista, na época.
DAVID BYRNE – no início dos anos 80 já era o vocalista dos Talking Heads, banda aclamada pela crítica da época. Músico, produtor e artista visual, sempre buscou sair do convencional. Oriundo da cena punk, David frequentava o Danceteria e acompanhar a cena local. A propósito, Byrne ama música brasileira e já colaborou com Marisa Monte, Caetano, entre outros.
NILE RODGERS – Fundador do CHIC, já era um produtor reconhecido e frequentava os clubes noturnos de NY, entre eles o Danceteria. Foi fundamental na disco music no fim dos anos 70. Conheceu Madonna em 1983, numa das performances dela de início de carreira e logo se ligou que a moça era diferenciada. Foi o produtor do segundo disco de Madonna, Like a Virgin, de 1984, escolhido por ela.
CRAZY LEGS – B-Boy, foi um dos membros da Rock Steady Crew. Encontrava Madonna regularmente no Danceteria e assistiu suas primeiras performances lá. Tem registros dele dançando com ela na pista . Foi o criador do movimento "W", no qual o dançarino se senta com as pernas dobradas para trás.
ROCK STEADY CREW – grupo de break e hip hop daquela cena emergente. Faziam performances inclusive no Danceteria, que abrigou muita gente expoente da cultura dos guetos.
MARIPOL – estilista e designer de moda da Fiorucci no início dos anos 80. Madonna a conheceu na Noite ao elogiar sua roupa. Viraram amigas e Maripol começou a produzir os adereços de Madonna. Da fase inicial ao estouro de Like a Virgin, todo aquele visual tem o dedo de Maripol: As pulseiras, as tachinhas, os braceletes, o cinto BOY TOY, os crucifixos, grampos, laços, e tudo o mais .
SHAFRAZI – iraniano, se mudou para Nova York nos anos 60. Galerista, ajudou a impulsionar os jovens artistas citados na letra de Danceteria. Madonna costumava ir ver os trabalhos desses artistas expostos em sua galeria e o encontrava no Danceteria. Nos anos 70, pichou a pintura Guernica, de Picasso, em pleno MOMA, com a frase MATEM TODAS AS MENTIRAS, em protesto á soltura de um militar americano envolvido na guerra do Vietnã. Quando um policial o agarrou, ele gritou: “chamem o curador, eu sou um artista” . Corajoso, o rapaz.
KENNY SCHARF – pintor que se juntou a outros expoentes, como Keith Haring e Basquiat. Se jogou na cultura pop e expandiu os trabalhos para diversas mídias. Seu talento também foi logo reconhecido e já no início dos anos 80, as galerias de arte expunham seus trabalhos. É casado com uma brasileira.
KEITH HARING (1958 – 1990) – Era estudante de artes e fazia parte da subcultura do grafite em NY. Costumava deixar seus desenhos no metrô da cidade. Foi garçom no Danceteria e ali conheceu Madonna. Fazia parte dos novos talentos e já de início se entendeu como artista e performativo, além de militante de causas sociais através de seus trabalhos.
BASQUIAT (1960 – 1988) – era grafiteiro e artista plástico no início dos anos 80. Vendia sua arte na rua, mas teve uma ascensão rápida, começando pelo East Village, bairro onde moravam artistas iniciantes, como Madonna - com quem namorou antes de ambos alcançarem a fama. Seu talento o levou a expor em grandes galerias, ainda na primeira metade dos anos 80.
FAB 5 FREDDY - Começou no grafite nos anos 70 e foi um dos pioneiros da arte na rua. Co-produziu o filme ‘Wild Style’, o primeiro filme a retratar a cultura hip-hop. Fez a ponte entre break dance, rap, discotecagem e grafite na cena local. É citado na música ‘Rapture’ do Blondie (1981) e foi o primeiro apresentador do YO MTV, programa da emissora americana.