@tallisgomes@KimKataguiri Esse é um tremendo canalha! Óbvio que não vai renunciar. Não tem hombridade nem palavra. Além disso, é um esquerdista enrustido. Tal qual o eleitorado lixo do missão.
Acabamos de ajuizar ação de revisão criminal em favor do Presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal, diante da ocorrência e constatação de novos fatos, aptos a reverterem a absurda condenação havida, por maioria de votos, na 1 Turma.
Os principais fundamentos que amparam o pedido decorrem:
(i) da apresentação de prova nova que beneficia o requerente, consubstanciada em Parecer Técnico que identifica diversas quebras na cadeia de custódia das provas digitais (relacionadas a dispositivos eletrônicos apreendidos);
ii) da contrariedade às normas que asseguram a estrutura acusatória e o exercício efetivo da defesa, oportunamente apontada no curso da AP 2668 e agora examinada à luz das manifestações do próprio Relator na sessão de 15 de setembro de 2026, relativa à PET 16.662/DF.
Importante observar que, para além das esperadas falhas na cadeia de custódia das mídias eletrônicas, as posições declaradas pelo Ministro Alexandre de Moraes durante a insólita sessão de julgamento da PET 1662/DF (“caso Master”), havida no dia 15 p.p., mostraram-se em absoluta relação de contrariedade com o quanto decidido na ação penal que condenou o Presidente Bolsonaro. Por poucas palavras: situações idênticas com posições totalmente diversas.
A relação de contrariedade apresentou-se nas questões referentes à possibilidade do magistrado atuar nas investigações durante a fase de inquérito, o que pública e recorrentemente o referido Ministro fez e, passados poucos meses, agora afirma ilegal no “caso Master”. Assiste-se ao mesmo estado de coisas em relação à concessão de prazo razoável para analise do acervo de provas apreendidas, o que também nos foi, por repetidas vezes, negado (mesmo diante de 70 terabytes apresentados serodiamente), e, de maneira inversa, viu-se agora alegado pelo mesmo Ministro em relação às mídias do telefone celular do ex-banqueiro.
Devido processo legal e segurança jurídica são (ou deveriam ser) irmãos xipófagos, de sorte que não se pode admitir decisões diversas diante de situações e argumentos idênticos, sob pena de nos depararmos com a odiosa jurisprudência de ocasião.
Acabamos de ajuizar ação de revisão criminal em favor do Presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal, diante da ocorrência e constatação de novos fatos, aptos a reverterem a absurda condenação havida, por maioria de votos, na 1 Turma.
Os principais fundamentos que amparam o pedido decorrem:
(i) da apresentação de prova nova que beneficia o requerente, consubstanciada em Parecer Técnico que identifica diversas quebras na cadeia de custódia das provas digitais (relacionadas a dispositivos eletrônicos apreendidos);
ii) da contrariedade às normas que asseguram a estrutura acusatória e o exercício efetivo da defesa, oportunamente apontada no curso da AP 2668 e agora examinada à luz das manifestações do próprio Relator na sessão de 15 de setembro de 2026, relativa à PET 16.662/DF.
Importante observar que, para além das esperadas falhas na cadeia de custódia das mídias eletrônicas, as posições declaradas pelo Ministro Alexandre de Moraes durante a insólita sessão de julgamento da PET 1662/DF (“caso Master”), havida no dia 15 p.p., mostraram-se em absoluta relação de contrariedade com o quanto decidido na ação penal que condenou o Presidente Bolsonaro. Por poucas palavras: situações idênticas com posições totalmente diversas.
A relação de contrariedade apresentou-se nas questões referentes à possibilidade do magistrado atuar nas investigações durante a fase de inquérito, o que pública e recorrentemente o referido Ministro fez e, passados poucos meses, agora afirma ilegal no “caso Master”. Assiste-se ao mesmo estado de coisas em relação à concessão de prazo razoável para analise do acervo de provas apreendidas, o que também nos foi, por repetidas vezes, negado (mesmo diante de 70 terabytes apresentados serodiamente), e, de maneira inversa, viu-se agora alegado pelo mesmo Ministro em relação às mídias do telefone celular do ex-banqueiro.
Devido processo legal e segurança jurídica são (ou deveriam ser) irmãos xipófagos, de sorte que não se pode admitir decisões diversas diante de situações e argumentos idênticos, sob pena de nos depararmos com a odiosa jurisprudência de ocasião.
🚨 **Urgente: EUA e Escudo das Américas anunciam sanções coletivas contra PCC e CV - e o governo Lula fica de fora**
Quinze governos do hemisfério lançaram hoje, à margem da Assembleia Geral da ONU, a primeira ação conjunta do Escudo das Américas. O comunicado trata 24 organizações como narcoterroristas e anuncia a intenção de aplicar, cada país segundo a própria lei, congelamento de bens, restrição de visto e imigração, e responsabilidade criminal a quem der apoio material - inclusive logístico - a esses grupos.
Na lista estão MS-13, Tren de Aragua, CJNG, cartel de Sinaloa, Cartel del Golfo, Cartel de los Soles, Clan del Golfo, Barrio 18, ELN, dissidências das FARC, Sendero Luminoso - for e as duas maiores facções do Brasil: Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho.
Assinam o texto os Estados Unidos, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Trinidad e Tobago. Brasil e México não entram. A foto é a dos governos alinhados a Washington. O Itamaraty não assinou.
O Escudo das Américas não nasceu hoje. Trump lançou a coalizão em março, em Miami, como aliança de segurança contra cartéis e o que o governo americano chama de narcoterrorismo. Desde então o grupo ganhou Colômbia e Peru. O Brasil ficou de fora do início e continua de fora agora, quando a iniciativa deixa o comunicado e passa à primeira operação conjunta.
O documento fala em três pilares: econômico, de segurança e de coordenação multilateral. No econômico, os países prometem cooperar, examinar investimentos, proteger cadeias de minerais críticos e privilegiar “fornecedores confiáveis” de infraestrutura digital. No de segurança, coordenar sanções, designações e ações financeiras contra terroristas e criminosos. No multilateral, usar foros internacionais para empurrar ação coletiva contra o crime organizado transnacional.
O pedaço mais pesado é institucional. O bloco diz que vai assinar um pedido formal ao presidente do Conselho Permanente da OEA pedindo reunião de consulta para criar um Órgão de Consulta com base nos artigos 6 e 13 do Tratado do Rio - o pacto interamericano de 1947 segundo o qual ataque a um é ataque a todos. Querem levar o tema a nível ministerial e abrir caminho a uma resolução que facilite ação coletiva contra esses 24 grupos.
O contexto brasileiro é o que muda o recado. Em maio e junho, o Departamento de Estado já tinha designado PCC e CV como organizações terroristas estrangeiras. O governo Lula rejeitou a tese, tratou as facções como crime organizado e classificou a medida como ato unilateral. O Itamaraty chegou a alertar que a designação poderia abrir margem a medidas extraterritoriais - financeiras, migratórias e, no limite, de força. Há poucos dias, Washington voltou à carga e afirmou que o governo brasileiro “falhou em confrontar” as duas facções e que elas teriam transformado o Brasil em hub do fluxo global de cocaína.
Hoje essa acusação deixa de ser só posição americana. Vira política de um bloco de 15 países. As duas maiores organizações criminosas do Brasil entram na primeira lista coletiva de narcoterrorismo das Américas - e o governo que deveria sentar à mesa não está na foto.
Às vésperas do primeiro turno de 4 de outubro, o maior país da América do Sul fica isolado da principal aliança de segurança do continente. O governo Lula rejeita o marco do narcoterrorismo. O Escudo das Américas, não.
Por que a campanha não leva o Flávio para mostrar essas pessoas que o Lula chama de terrorista, e depois vai na frente de um presídio mostrar a ficha corrida de alguns dos "nossos traficantes" as "vítimas da sociedade" que estão lá presas? O Lula deu o presente, não precisa ser um gênio do marketing político para aproveitar.
@guilherme_amado Você ainda vai ser lascar, mentiroso safado. Esperamos que o Felipe Martins vá contudo pra cima de você assim que ele sair da injusta prisão, onde você deveria estar.
@GenPauloChagas Você é um general de merda! E burro, pois, sim, voto nulo, na atual situação, é favorecer o Lula. Mas exigir que você saiba o básico de matemática é exigir demais de um esquerdista enrustido.