Por isso, o lançamento de um Ferrari elétrico talvez não seja um sinal de que a empresa acredita que o futuro da marca será totalmente elétrico.
Talvez seja apenas um experimento. Uma forma de atender reguladores, testar a demanda e mostrar capacidade tecnológica.
A Ferrari lançou seu primeiro carro elétrico: azul, minimalista e desenvolvido sob a liderança de Jony Ive, ex-chefe de design da Apple. Parece o futuro da marca, mas a lógica econômica indica o oposto. A Ferrari não quer (e não precisa) que esse carro seja um sucesso de vendas.
Além disso, mais do que um componente mecânico, o motor é parte central da proposta de valor da Ferrari. O ronco de um V8 ou V12, a experiência de condução, a conexão com as pistas e décadas de tradição ajudam a sustentar seu enorme poder de precificação.
Santander, Bradesco e Banco do Brasil voltaram a negociar abaixo do valor patrimonial em 2026. Já o BTG Pactual também passou por correção recente.
Para quem acredita no setor financeiro, mas não quer depender da tese de um único banco, o ETF FIND11 pode ser interessante.
Complete a frase:
Na Corrida do Ouro, quem ganhou mais dinheiro foi quem vendia pás e picaretas.
Na corrida da IA, com as hyperscalers investindo centenas de bilhões em CAPEX, vai ganhar mais dinheiro quem...
Já a Novo Nordisk enfrenta o avanço da concorrência e discussões sobre o futuro das patentes do Ozempic e Wegovy na próxima década. Para o investidor, fica a reflexão: até que ponto vale pagar tão caro por uma empresa altamente dependente de uma única grande tese?
E o setor farmacêutico mostra como a dependência de um único medicamento pode virar risco rapidamente. A AbbVie sofreu forte pressão quando o Humira começou a perder exclusividade nos EUA. A Gilead viu as receitas do tratamento de hepatite C caírem após o pico inicial de demanda.