@NildoOuriques Tá melhorando, ainda pereclito na UTI, precisando de mais intravenosas. Aliás, estou na metade da dose do antibiótico "O Caminho da Revolução Brasileira" (Moniz Bandeira), muito bom até agora. Culpa sua, seu revolucionário de meia tigela! [brincadeiras à parte, obrigado, doutor]
@brealt Duro, né, Breno? Ouvir isso e ver o próprio governo agindo assim, abrindo mão da disputa política. Foram vários discursos eleitorais, q incendiou militância e apoiadores como eu, mas q quando chega no governo aquiesce. É dificil voltar a acreditar.
Prfª Arlene Clemesha (USP) lavou a alma hoje no debate da Clara Ant no Itamaraty, sobre o antissemitismo.
15 minutos de uma fala contundente.
Ela defendeu a impossibilidade de discutir o racismo apenas contra os judeus. E pediu uma abordagem completa, contra qualquer forma.
@mdassisonline (2/2) Vou acompanhar esse seu projeto. Interessa muito aqui em casa. Quem sabe um dia saberemos a sua opinião sobre a qualidade da adaptação do "Geração Ansiosa" para o público infanto-juvenil que é o "A Geração Incrível"? A coisa tá feia, meu caro, preocupante demais.
@mdassisonline (1/2) Esse do Haidt é uma pancada. Tem um outro escrito por um francês, entitulado "A Fábrica de Cretinos Digitais" e outro do mesmo autor, "Faça-os Ler!" (bem o q vc bate na tecla, Cláudio). Falou em Amazon: https://t.co/vTUHeA7Kl3
@mdassisonline Seguindo! E a reflexão e debate q você propõe são fundamentais há muitos anos, é mto bom ver isso crescendo cada vez +, mas é pouco ainda. Tem um livro q saiu há pouco chamado "Geração Incrível", adaptação pro público infanto-juvenil. Comecei a ler.
https://t.co/AITfLqm7Wg
@UNDP@UNDPplanet Forests are important in so many ways, but it cannot be used to allow the continued use of fossil fuels. As a compensatory way to the "right" to continue polluting. Watch out, educate people to not get fooled.
Gratidão, @astridfontenell. 🩷🙏
É exatamente isso.
Importante frisar que nada tenho contra a Courtney Novak, a leitora estrangeira que se encantou com Machado de Assis. Ao contrário, acho ótimo.
O ponto é outro. Diz respeito à forma como a nossa imprensa cultural prioriza suas pautas.
Quando o vídeo dela viralizou, escrevi aqui no X/Twitter que aquilo não me surpreendia. O que realmente me surpreendeu foi constatar que, no próprio Brasil, ainda ignoramos a verdadeira dimensão de Machado de Assis.
Ao longo do tempo, diversos autores estrangeiros de renome já reconheceram a grandeza de Machado.
Em minha biografia, inclusive, mostro como Maya Angelou decidiu se tornar escritora depois de lê-lo.
No dia seguinte ao meu comentário, fui citado pelo O Estado de S. Paulo. Ainda assim, quando a biografia foi lançada, o jornal sequer respondeu à assessoria da minha editora, que, de forma respeitosa, tinha enviado um exemplar.
E não foi um caso isolado. Em muitas redações, não houve sequer a gentileza de um retorno pelo envio do livro.
Digo com toda franqueza: Machado: O Filho do Inverno é, sem exagero, a biografia mais completa já publicada sobre Machado de Assis.
E isso foi feito de forma proposital.
Levei anos para escrevê-la justamente porque compreendia a dimensão da tarefa.
O livro reúne descobertas relevantes e propõe um olhar inédito sobre sua obra, capaz, inclusive, de provocar uma revisão consistente do que se estudou sobre ele até hoje.
Ainda que a biografia tenha aparecido de forma tímida em alguns poucos jornais, é sintomático que uma obra sobre Machado, algo que não surgia há mais de 20 anos, tenha despertado tão pouco interesse da nossa imprensa cultural.
Mas, como já disse aqui e em outros espaços, especialmente no https://t.co/pJZam93dTl, se a geração atual não se interessar em descobrir o verdadeiro Machado, sigo absolutamente tranquilo.
As próximas irão fazê-lo. Porque, no Brasil, isso é quase um padrão.
Aconteceu, inclusive, com o próprio Machado.
Gratidão, @astridfontenell. 🩷🙏
É exatamente isso.
Importante frisar que nada tenho contra a Courtney Novak, a leitora estrangeira que se encantou com Machado de Assis. Ao contrário, acho ótimo.
O ponto é outro. Diz respeito à forma como a nossa imprensa cultural prioriza suas pautas.
Quando o vídeo dela viralizou, escrevi aqui no X/Twitter que aquilo não me surpreendia. O que realmente me surpreendeu foi constatar que, no próprio Brasil, ainda ignoramos a verdadeira dimensão de Machado de Assis.
Ao longo do tempo, diversos autores estrangeiros de renome já reconheceram a grandeza de Machado.
Em minha biografia, inclusive, mostro como Maya Angelou decidiu se tornar escritora depois de lê-lo.
No dia seguinte ao meu comentário, fui citado pelo O Estado de S. Paulo. Ainda assim, quando a biografia foi lançada, o jornal sequer respondeu à assessoria da minha editora, que, de forma respeitosa, tinha enviado um exemplar.
E não foi um caso isolado. Em muitas redações, não houve sequer a gentileza de um retorno pelo envio do livro.
Digo com toda franqueza: Machado: O Filho do Inverno é, sem exagero, a biografia mais completa já publicada sobre Machado de Assis.
E isso foi feito de forma proposital.
Levei anos para escrevê-la justamente porque compreendia a dimensão da tarefa.
O livro reúne descobertas relevantes e propõe um olhar inédito sobre sua obra, capaz, inclusive, de provocar uma revisão consistente do que se estudou sobre ele até hoje.
Ainda que a biografia tenha aparecido de forma tímida em alguns poucos jornais, é sintomático que uma obra sobre Machado, algo que não surgia há mais de 20 anos, tenha despertado tão pouco interesse da nossa imprensa cultural.
Mas, como já disse aqui e em outros espaços, especialmente no https://t.co/pJZam93dTl, se a geração atual não se interessar em descobrir o verdadeiro Machado, sigo absolutamente tranquilo.
As próximas irão fazê-lo. Porque, no Brasil, isso é quase um padrão.
Aconteceu, inclusive, com o próprio Machado.
@mdassisonline Caríssimo, há males que vêm para o bem. Se não fosse a pessoa "cuidadosa", eu não veria essa coleção. Então, agradeço a vcs dois. Não vou falar nada da capa para ñ desvirtuar do essencial: a importância da comunicação não violenta. Vou divulgar a coleção na escola.