Tapa da minha terapeuta:
“Quem quer alguém “pra vida” precisa demonstrar isso de forma que a outra pessoa se sinta segura, respeitada e em paz, não constantemente cansada, ansiosa e desgastada.”
Você conseguiu estragar tudo o que podíamos ter de bom, de AMOR, de vivo, de real. Você estragou tudo o que podíamos ter construído a partir do momento em que decidimos viver juntos no nosso canto. Você sabe disso. No fundo do seu coração/mente você sabe.
E essa é definitivamente a última vez que menciono o assunto você, seu nome ou penso na sua existência. Tudo isso dói demais. Saber que você não é o amor da minha vida e que eu tentei por 3 anos para que fosse dói demais.
Perdão por ser o seu monstro, a sua vilã. Genuinamente!
Vc teve a mulher amorosa, que se esforçava pra te ver bem, seja com receitas diferentes ou na forma de demonstrar amor. Mas quando você conseguiu isso, apenas das minhas dificuldades em me sentir segura expondo afeto, você disse que eu estava “parecendo dependente emocional”.
E (o seu) muito pra mim é tão pouco, e pouco é um pouco demais.
Viver tá me deixando louca, não sei mais do que sou capaz. Gritando pra não ficar rouca, em guerra lutando por paz.
(O seu) Muito pra mim é tão pouco, e pouco eu não quero mais…”
Maria Rita dizia:
“Chega! Não me condene pelo seu penar!
Pesos e medidas não servem pra ninguém poder nos comparar. Porque eu não pertenço ao mesmo lugar em que você se afunda tão raso e não dá nem pra tentar te salvar.”
“Veja: a qualidade está inferior, e não é a quantidade que faz a estrutura de um grande amor!
Simplesmente seja o que você julgar ser o melhor! Mas lembre-se que tudo que começa com muito pode acabar muito pior!”