Yunqi grew flowers no one else could keep alive. Then the Prince of Flowers began visiting his garden each night, and soon even the moonlight was enough to make the flowers bloom - like they had always been waiting for him 🌸🌙 #tomyshore#yunyi#云旗#yunqi#郝熠然#haoyiran
Un neurólogo de Zúrich dijo:
El cerebro no se agota por el estrés, se agota por el exceso de pensamiento emocional (y la cura es sorprendentemente física).
Encontró el antídoto en algo sorprendentemente simple:
Interrupción física.
Not to brag but Yunyi are truly blessed. Other cbl pairs get shows canceled and face stigma, yet here they are invited to big events like Culture x Fashion x Tourism events, selling out concerts, and landing brand deals left and right. All while staying together as a pair.☺️
Tu cuerpo está hecho de materia de estrellas.
La revista TIME le preguntó a Neil deGrasse Tyson: "¿Cuál es el hecho más asombroso que puedes compartir con nosotros sobre el universo?"
Él respondió:
El hecho más asombroso es que los átomos que componen el cuerpo humano provienen de estrellas que explotaron hace miles de millones de años. Los elementos más pesados que el hidrógeno —como el carbono, el nitrógeno, el oxígeno y el hierro que corre por nuestra sangre— fueron forjados en el interior de estrellas masivas y dispersados por el cosmos a través de supernovas.
Esto significa que no somos simples habitantes del universo, somos parte de él. El universo existe en nosotros tanto como nosotros existimos en él.
Para Tyson, este es el hecho más profundo revelado por la astrofísica del siglo XX, y lo describe como una fuente de conexión cósmica: cuando miramos al cielo nocturno, no estamos mirando algo ajeno, sino reconociendo nuestra propia origen.
No somos habitantes del universo que miran las estrellas desde fuera.
Somos el universo mirándose a si mismo.
Enquanto você dormia ontem à noite, entregue e vulnerável como só o sono permite, nossa galáxia percorreu milhões de quilômetros pelo espaço. Você não fez nada. Não precisou. O universo carregou você.
Carl Sagan escreveu certa vez que somos “pó de estrelas que ganhou consciência de si mesmo” - fragmentos do cosmos que aprenderam a se perguntar sobre sua própria origem. Guarde essa ideia por um momento.
Pense no que isso significa: você acordou hoje em um lugar onde nenhum ser humano jamais esteve. O mesmo quarto, o teto familiar, a luz entrando pela mesma fresta e, ainda assim, cosmicamente falando, um território absolutamente virgem. A realidade é nova a cada manhã de um modo que vai muito além da poesia.
E agora, neste exato momento, enquanto seus olhos percorrem estas palavras, seja sentado na cadeira, deitado no sofá, recostado na cama, a Terra não parou para esperar. Ela gira sobre si mesma a mais de 1.600 quilômetros por hora. Orbita o Sol a quase 30 quilômetros por segundo. E arrasta consigo todo o sistema solar em direção à constelação que os antigos chamavam de Hércules. Tudo isso enquanto você lê. Enquanto você respira. Enquanto você, por um instante, pensou que estava parado.
Você nunca esteve parado. Nem nos seus dias mais imóveis. Nem nas suas fases mais difíceis, quando tudo parecia estagnado e o tempo pesava como chumbo. O universo nunca aceitou essa imobilidade. Ele seguiu te carregando, silencioso e fiel, mesmo quando você duvidou de si mesmo.
E se o universo se dá ao trabalho de carregar você milhões de quilômetros enquanto você vive, talvez haja algo de importante nessa viagem. Talvez você seja parte importante dela.
Somos a única parte conhecida do cosmos capaz de se maravilhar com o próprio movimento. As estrelas não sabem que viajam. As galáxias não contemplam sua própria grandiosidade. Só você faz isso, só você lê uma frase sobre o cosmos e sente que há algo grandioso lá fora.
Então da próxima vez que você acordar sentindo que está no mesmo lugar de sempre, que nada mudou, que você não avançou, lembre-se: você passou a noite inteira viajando pelo universo. Você chegou a mais um dia, a mais um lugar que não existiam ontem.
Ninguém mais vai viver este ponto exato do cosmos por você.