Ganhou a seleção que quis jogar, e que sabia que era melhor. Acreditou no próprio estilo de jogo e não perdeu a paciência diante das oportunidades perdidas. A Argentina chegou muito longe, sem merecer. O ocaso de uma geração vitoriosa.
Voltei a assistir Dragon Ball. Sensação muito boa de poder voltar a ver animes e outras coisas que influenciaram minha infância. Akira Toriyama é verdadeiramente um gênio!
Como é bem sabido e estudado: a sociedade atual, com seus gatilhos de satisfação, é feita para nos deixar constantemente ansiosos, e em "check" mental. Não há mais o ócio positivo, o não pensar em nada. Qualquer coisa nos assusta, nos deprime ou nos deixa ansioso.
Passei por bastante coisa ruim na minha vida, e ainda passo. Por mais que me deixe triste, dificilmente me pego reclamando sobre, talvez pq tenha receio de parecer que estou me fazendo de coitado. Na maioria das vexes percebo que é fruto da mente, o famoso "overthinking".
🚨🌎 World Cup RO32 so far.
🇩🇪 Germany vs Paraguay 🇵🇾
🇫🇷 France vs Sweden 🇸🇪
🇿🇦 South Africa vs Canada 🇨🇦
🇳🇱 Netherlands vs Morocco 🇲🇦
🇺🇸 USA vs Bosnia 🇧🇦
🇧🇷 Brazil vs Japan 🇯🇵
🇨🇮 Ivory Coast vs Norway 🇳🇴
🇦🇷 Argentina vs Cape Verde 🇨🇻
🇪🇬 Egypt vs Australia 🇦🇺
🇵🇹 Portugal vs Croatia 🇭🇷
🇲🇽 Mexico vs Ecuador 🇪🇨
🏴 England vs DR Congo 🇨🇩
🇨🇴 Colombia vs Ghana 🇬🇭
Two more to be confirmed ahead of full bracket.
O público em geral comprar a narrativa do mainstream, acreditando que haja uma preocupação genuína com o vício em apostas só mostra a ignorância do público médio brasileiro.
Ao incomodar os interesses e ambições das grandes emissoras do mainstream brasileiro, a Cazé TV sofre represálias judiciais covardes de uma mídia que nunca se preocupou realmente na democratização das transmissões de eventos esportivos no Brasil.
Hj em dia é bizarro pensar que não importa o quão bom você pode ser em algo, se não se promover bem nas redes sociais pode perder oportunidades pra quem não é tão bom com você, mas que usa as redes ao seu favor. Somos completamente reféns das redes sociais.
Há momentos na história em que uma frase revela mais do que mil páginas de propaganda.
Em Davos 2026, Yuval Noah Harari praticamente admitiu aquilo que muitos ainda se recusam a enxergar: a Inteligência Artificial não está sendo apresentada apenas como uma ferramenta. Está sendo apresentada como uma nova entidade capaz de substituir funções humanas, ocupar espaços sociais, influenciar culturas, moldar religiões, controlar mercados e, eventualmente, receber reconhecimento jurídico.
Perceba a mudança de linguagem.
Não se fala mais em programas.
Não se fala mais em softwares.
Não se fala mais em máquinas.
Fala-se em "agentes".
Fala-se em "imigrantes digitais".
Fala-se em inteligências que poderão administrar empresas, movimentar contas bancárias, criar religiões, participar da política e exercer influência sobre bilhões de pessoas.
A pergunta feita em Davos não foi tecnológica.
Foi civilizacional.
O que acontece quando os seres humanos deixam de ser os principais produtores de conhecimento, informação e narrativa?
Quem controla as palavras controla a percepção.
Quem controla a percepção controla a realidade.
E quem controla a realidade controla sociedades inteiras.
Durante séculos, governos disputaram territórios.
Depois passaram a disputar petróleo, comércio e recursos naturais.
Agora a disputa é pelo controle da inteligência.
Pela capacidade de influenciar pensamentos antes mesmo que eles surjam.
O mais curioso é que tudo isso está sendo apresentado como inevitável.
Como se a humanidade estivesse diante de um fenômeno natural.
Como se ninguém estivesse tomando decisões.
Como se não existissem corporações bilionárias, centros de dados gigantescos, governos, investidores e organizações globais financiando essa transformação.
A pergunta que ninguém faz é simples:
Se a IA passar a produzir a maior parte das informações que consumimos, quem programará os valores que estarão dentro dessas informações?
Quem definirá o que é verdade?
Quem definirá o que é discurso aceitável?
Quem definirá o que pode ou não ser dito?
Porque, no final das contas, não estamos falando apenas de tecnologia.
Estamos falando de poder.
Poder sobre informação.
Poder sobre cultura.
Poder sobre educação.
Poder sobre religião.
Poder sobre economia.
Poder sobre a própria definição do que significa ser humano.
A Revolução Industrial substituiu músculos.
A Revolução Digital substituiu tarefas.
A Revolução da IA ameaça substituir a própria capacidade humana de interpretar o mundo.
E quando uma civilização entrega sua capacidade de pensar para sistemas que ela não controla, ela não está avançando.
Ela está terceirizando a própria liberdade.
A verdadeira pergunta não é se a IA será poderosa.
A verdadeira pergunta é:
Quem será poderoso através dela?
Eu penso em trabalhos que fiz na faculdade, como a pesquisa sobre índices de desenvolvimento e renda per capita de moradores de cidades pobres no interior do Brasil, hoje todas essas informações estão mais acessíveis.
Ao invés de usar as IAs para pensar, resumir e escrever por você, foque em tê-la como um auxílio ou extensão do seu conhecimento adquirido. Pesquisar fontes confiáveis hoje em dia se tornou muito mais fácil, por exemplo. Assuntos complexos ficaram mais próximos.