Hoje é dias das mulheres e vocês sabem que, pra mim, não muda nada. É um dia que foi criado pelo partido socialista dos EUA em 1909 e ajudou no início da revolução russa de 1917.
No entanto, a celebração mundial dessa data sempre acaba trazendo mulheres que não deveriam ser exaltadas. Frases soltas de Simone de Beauvoir, feminista, colaboradora dos nazistas, depois amiga de ditadores socialistas e, pior, aliciadora de menores e defensora da pedofilia, são as favoritas.
Por esse motivo, já que essa data existe e é celebrada em todo mundo, vamos ajudar a exaltar mulheres que realmente tenham valor. Sem olhar no Google você sabe reconhecer o rosto de todas essas mulheres da foto?
1. Margaret Thatcher - A primeira mulher a ser eleita como primeira-ministra britânica. Não se intimidava por ninguém e convivia com colegas homens na maior naturalidade. Conseguiu excelentes resultados com suas reformas.
2. Marie Curie - Primeira mulher a ganhar um Nobel de física e primeira pessoa no mundo a ganhar dois Nobel em campos diferentes (o segundo foi de química). Foi também a primeira professora mulher da Sorbonne e ainda atuou na I Guerra Mundial com a criação de unidades móveis de radiologia.
3. Amelia Earhart - Uma das mais proeminentes aviadoras do começo do século XX e a primeira mulher a voar sozinha pelo Atlântico. Ajudou a fundar uma organização que encorajava mulheres a seguir na carreira.
4. Princesa Isabel - Filha de Dom Pedro II, foi a primeira mulher senadora do Brasil, assinou a Lei do ventre livre em 1871 e depois a Lei Áurea, que aboliu a escravidão no país em 1888.
5. Golda Meir - Primeira e única mulher a ser primeira-ministra de Israel. Foi uma importante ativista da criação do Estado de Israel e pela paz na região. Foi eleita no parlamento em 1949 e também trabalhou como ministra do trabalho e de relações exteriores.
Todas essas mulheres tiveram um papel importante na história, em momentos e situações diferentes, mas com algo em comum que eu espero que possa te inspirar hoje: nenhuma se dizia “empoderada”. Elas simplesmente EXERCIAM o poder que tinham.
“Ter poder é como ser uma lady. Se você precisa dizer que é, você não é”. — Margaret Thatcher
O ministro Barroso cometeu hoje um artigo de fazer inveja aos grandes sofistas da antiguidade.
Ao tentar justificar por que o judiciário tupiniquim custa tão caro, chegando a 4x o custo da média mundial, em proporção do PIB, o ministro alega que os serviços que o judiciário presta têm valor inestimável e, por isso, o custo compensa. Ora, este argumento vale para qualquer país, mesmo àqueles com judiciários mais eficientes e bem mais baratos.
O ministro nos informa também que o judiciário produz 70% da receita destinada ao seu sustento. Não diz, no entanto, que esta receita também é bancada pelo pagador de impostos, não importa se através de taxa específica ou outros tributos.
O ministro também pontifica que os ganhos dos juízes e demais servidores se justificam porque estes profissionais estão entre os mais bem preparados do país e, mesmo assim, estão abaixo dos profissionais do direito mais bem pagos. Reparem que ele não nivela a renda dos juízes com a média salarial dos demais bacharéis em direito, mas com o topo da pirâmide. Omite também que esta é uma escolha individual de todos os candidatos a cargos públicos, que ao optar pelo serviço público, abrem mão da carreira privada - sem mencionar que juízes podem lecionar, o que lhes garante algum aumento de renda.
Barroso encerra seu libelo com o argumento do espantalho, tão comum aos melhores sofistas. Diz que o custo da justiça pode ser alto, mas que o custo da falta de justiça é ainda maior. Como se a alternativa a um judiciário caríssimo fosse judiciário nenhum.
No fim do ano, o Ministério dos Direitos Humanos bancou as passagens para a Dama do Tráfico viajar a Brasília. E a Polícia de São Paulo apontou a escola de samba Vai-Vai como reduto do PCC.
Neste carnaval, o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, participou do desfile da Vai-Vai, que retratou PMs como demônios.
É essa a defesa dos direitos da população de bem do governo Lula?
Um povo com média salarial baixa, mas que sustenta uma ELITE em cargos políticos.
Se imitássemos a Alemanha, onde políticos ganham mais que o dobro em relação à população, os ganhos dos parlamentares aqui ficariam em torno de R$ 7,6 mil/mês.
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Lula indicou hoje Ricardo Lewandowski, ex-ministro do STF, para o cargo de ministro da Justiça, no lugar de Flávio Dino, que agora vai para o STF como o "ministro político" que Lula tanto queria.
Quando estava no STF, Lewandowski beneficiou Lula e o PT diretamente com decisões judiciais que abriram o caminho para que Lula se livrasse das ações penais e condenações criminais contra ele, permitindo que Lula se tornasse novamente elegível e pudesse concorrer à presidência da República.
No STF, Lewandowski:
- anulou as provas contra Lula obtidas no acordo de leniência da Odebrecht;
- permitiu à defesa de Lula acessar e usar os arquivos hackeados da operação Spoofing;
- suspendeu, e depois encerrou formalmente, três ações penais contra Lula, sendo duas delas referentes à propinas pagas pela Odebrecht relacionadas ao instituto Lula e uma relacionada à compra de caças suecos pelo governo Dilma.
Esses são apenas 3 exemplos, mas há outros, como o conceito exótico de "desordem informacional" criado por Lewandowski no TSE, que serviu de base para diversas decisões do TSE que beneficiaram a candidatura de Lula durante a corrida eleitoral, inclusive com a censura do então candidato Nikolas Ferreira, que teve vídeo sobre como seria um futuro governo Lula removido, e também censura prévia do documentário do Brasil Paralelo sobre a facada em Bolsonaro.
Além de tudo isso, a mesma situação agora vivida por Lewandowski foi usada pelo STF como um dos principais fundamentos para anular as sentenças de Sergio Moro contra Lula: o tribunal viu parcialidade de Moro ao aceitar se tornar ministro da Justiça de Bolsonaro, depois de ter tomado decisões contra Lula.
Na época em que Moro aceitou ser ministro da Justiça, Kakay, notório advogado de acusados de corrupção, chamou o fato de "tapa na cara do Judiciário". Reinaldo Azevedo, que criou o conceito de "petralhas" mas hoje é, incrivelmente, um dos defensores mais caninos do governo Lula, disse que "Ministro Moro é um exemplo assombroso de Judiciário com partido".
Até o momento, a maior parte da imprensa está em silêncio sobre o aspecto escandaloso da indicação e trata Lewandowski no MJ com normalidade. Críticas e análises semelhantes ao que foi feito em relação a Moro são raras.
Agora que Lewandowski se tornou ministro da Justiça de Lula, as decisões que ele tomou em benefício de Lula e do PT serão anuladas? Lewandowski terá sua parcialidade pró-Lula e pró-PT reconhecida?
Talvez em um Estado Democrático de Direito essas perguntas fossem respondidas. Como estamos em um Estado Democrático dos Donos do Poder, não serão.
O novo ministro da Justiça é o mesmo que, enquanto ministro do STF, participou de evento do MST, onde disse que a “democracia liberal burguesa” está em crise.
Aos juízes é vedada a manifestação política e a presença em eventos de cunho político-partidário, mas ninguém está nem aí pra isso no Brasil. Pior, o MST já cometeu vários crimes e é validado como um movimento legítimo e ideologicamente alinhado com o novo ministro da Justiça.
Ao comentar o tema do evento na época, que o MST disse ser “reafirmar a defesa da democracia e da participação popular no Brasil”, Ricardo Lewandowski alegou que o que os unia era “uma visão de mundo comum”.
👍🏼🤡
MST homenageando ditador que causou a morte de 45 a 70 milhões de pessoas na China. Isso é tudo o que vocês precisam saber sobre esses movimentos. Nunca foi sobre democracia e nunca será.
BC revisou a projeção do PIB de 2,9% para 3%, mas a projeção de investimento piorou de -2,2% para -3,4%.
A retomada do investimento passa pela redução dos juros e tb dos ruídos em torno de marcos regulatórios e incertezas jurídicas e tributárias. 2024 pode ser um ano de recuperação, se o governo não atrapalhar... ou fazendo mais expansão fiscal, que pode interromper o ciclo de queda dos juros, ou com parafiscal como subsídios de crédito para setores "amigos".
O supremo Toffoli suspendeu a multa de R$ 10,3 bilhões do grupo J&F, dos irmãos Batista.
Piora: a esposa do ministro, Roberta Rangel, advoga para a empresa. Seu ex-colega, Lewandowski, foi contratado pela J&F assim que deixou o Supremo.
É a lei no 🇧🇷 a serviço da companheirada!
URGENT: After annulling all evidence from Odebrecht, the biggest international corruption scheme in history, Brazilian Supreme Court Justice Dias Toffoli now suspended the payment of a multibillion-dollar fine from J&F, owner of the largest meat company on the planet (JBS) with a history of major corruption and environmental crimes. The judge is also in evident conflict of interest, as his wife is a lawyer for J&F.
The setbacks in the fight against corruption in Brazil are generating extremely serious systemic and international impacts, including for environmental protection and climate change.
A classe política brasileira passou da fase de roubar escondido, manipular o Estado e tentar simular algum pudor, para a fase de fazer tudo na nossa cara, debochar e ainda te chamar de fascista e antidemocrático quando você reclama.
O déficit primário acumulado do governo consolidado continua crescendo, fechou outubro em 1,1% do PIB. Deve chegar em 1,4% em 2023.
Reverter essa tendência de deterioração já seria uma boa mudança, mas a pressão por mais aumentos de gastos segue alta. Por outro lado, o crescimento da arrecadação deve continuar frustrando.
Em uma economia com já elevada carga tributária, mesmo a redução de subsídios é complexa e encontra resistências, como temos visto.
Revisão bem negativa do resultado primário do governo. As despesas alcançando 19,4% do PIB significa uma expansão fiscal de 1,2 pp em apenas um ano, algo inédito para um primeiro ano de governo. E ainda mais preocupante sendo gastos permanentes.
Não tem como aumentar a arrecadação nessa proporção sem impactar negativamente a economia.
Voltar com o controle de gastos é fundamental para termos equilíbrio fiscal.