A Dra Mortágua ficou zangada.
Perguntas que gostaria ver respondidas :
- quem financiou a flotilha e quais as alegadas ligações a grupos terroristas?
- que quantidade exacta de ajuda humanitária foi entregue ?
Quanto ao resto:
O destino nunca foi Gaza porque sabia que nunca lá chegaria.
Foi detida legalmente ao abrigo do direito internacional marítimo ( também sabia que esse era o resultado e o que lhe permitiria fazer-se passar por vítima / mártir / heroína).
O dinheiro dos contribuintes portugueses não é para pagar golpes propagandisticos de quem seja.
Sem espinha é quem a dobra aos inimigos do Ocidente, aos anti-semitas e ao islamismo radical.
O New York Times, insuspeito de gostar de Israel, documentou os horrores. Numa longa investigação descreve uma mulher puxada de uma carrinha e violada por cinco homens antes de ser morta com uma faca, outra mulher depois de ter sido violada, foi, por mera diversão, cravada com dezenas de pregos nas virilhas e nas coxas, duas outras mulheres foram liquidadas com uma bala na vagina, ainda outra cujos seios foram cortados com um x-ato por um homem enquanto outro a penetrava e outra ainda – citando o diário norte-americano – cujo rosto foi esfaqueado antes de ser decapitada.
Tudo isto foi filmado, está documentado, são factos indesmentíveis.
Com base em imagens de vídeo, fotografias, dados de GPS de telemóveis e entrevistas com mais de 150 pessoas, incluindo testemunhas, pessoal médico, soldados e conselheiros especializados em violação, o New York Times identificou pelo menos sete locais onde mulheres e raparigas israelitas foram agredidas sexualmente ou mutiladas: no Festival Nova, ao longo da estrada da morte a 232, e nos kibbutzim de Be'eri, Alumim, Nahal Oz de Re'im. Relatório após relatório, provas, testemunhos, como de Amit Soussana, refém em Gaza que foi violada – destino que tiveram várias reféns mulheres e pelo menos dois dos reféns homens - foram apresentados no Conselho de Segurança da ONU. O mundo recusou-se a ver e a ouvir. A ONU Mulher precisou dois meses para denunciar estes crimes.
O mundo esqueceu-se das 36 meninas e meninos chacinados, queimadas vivas, fuziladas, a 7 de Outubro, Mila Cohen foi metralhada no berço, tinha 9 meses, Naama Abu Rashed, beduína-israelita, tinha 14 horas de vida quando morreu, foi atingida a tiro quando ainda estava no ventre da mãe. Os terroristas não se compadeceram com uma mulher em trabalho de parto.
Quarenta e duas crianças foram feitas reféns, entre elas o bebé Kfir Bibas, com 8 meses e o seu irmão Ariel. Seriam estrangulados em Gaza, entregues a Israel num caixão, juntamente com a mãe Shiri, num espetáculo macabro transmitido pelas televisões. A morte deliberada, intencional destas crianças é um escândalo absoluto tal como é um escândalo absoluto as crianças mortas em Gaza. Ambas têm o mesmo carrasco: o Hamas.
Mesmo aos olhos de quem não tem ilusões sobre as Nações Unidas – que teve o Irão a presidir à conferência sobre o desarmamento em Março de 2024, ou a China e Rússia na Comissão de Direitos Humanos em 2023 – o “sim, mas” das Nações Unidas e do seu Secretário-Geral, seguido por moralistas de cátedra, foi aberrante. A duplicidade de critérios, nada de novo no que toca an Israel desde 1948, gritante.
Também não é nada de novo, para os que estudam história e não a “aprendem” nas redes sociais ou em editoriais inflamados , que houve um nazismo árabe, que o Grande Mufti de Jerusalém viveu em Berlim onde a partir de 1941 teve um papel não negligenciável na decisão dos nazis alemães exterminarem os judeus na Europa. Está nas actas de Nuremberga.
In less than 130 seconds, Donald Trump exposed how the entire Palestinian society is praising Jewish deaths and teaching their children to hate and murder.
This must go viral. The world must see this.
https://t.co/Ia9mBxczvh
🎙️ A message from L1X Founder @thekevcoutinho to the L1X community
The passion, belief, and support from the L1X community is what drives us forward. We are building strong foundations, gaining momentum, and making our vision a reality.
Thank you for being part of this journey. The best is yet to come. 🚀
🎥 Watch the message below 👇
🚀 The Evolution of Layer One X – A Story of Interoperability 🚀
“Every once in a while, a technology comes along that changes everything.” – Steve Jobs
Today, let’s talk about why Layer One X exists and what our brand truly represents.
For years, blockchain has been fragmented – islands of innovation, disconnected from one another. Each chain operates in isolation, limiting its true potential.
But what if blockchains could talk? What if they could seamlessly interact without bridges, without intermediaries, without limitations? That’s where convergence begins.
Our logo tells this story:
🔹 Fragmented – isolated blocks, disconnected, each living in its own world.
🔹 Convergence – the first signs of unity, the edges aligning, moving toward a shared future.
🔹 Interoperable – the final form, an open, seamless network where everything just works.
This is Layer One X.
A blockchain that doesn’t just exist—it connects, enables, and empowers. True decentralization means no chain left behind.
The world is moving toward a unified digital future, and we’re here to build it. One connection at a time.
Are you ready for the interoperable era? 🔥
@TaskOnCampaigns@LayerOneX Apparently when you express you opinion on your TG you get banned (without breaking any rules or faul language whatsoever), although you are a investor, in presale, public, DEX, Balancer and FVN.
Not the best strategy to keep people interested in this project.
@LayerOneX Apparently when you express you opinion on your TG you get banned (without breaking any rules or faul language whatsoever), although you are a investor, in presale, public, DEX, Balancer and FVN.
Not the best strategy to keep people interested in this project.
Brag about your successes without putting others down. Brag about your tech without claiming to be first or best. You don't really win by tearing others down but showing why you are best (leave it to them to judge). Way too much toxicity, not enough love lately. #Cardano