"Gostei desse olho, vou querer um azul-piscina pra viagem, por favor." A matéria do NYT sobre cirurgia de mudança de cor dos olhos prova que a medicina virou um grande buffet à la carte. Como quem troca de skin no videogame. Coragem. https://t.co/4djY1t38MH
Fístula primeiro? O ACCESS HD jogou areia nessa engrenagem
O estudo não prova que cateter é melhor que fístula — mas mostra que o dogma “fístula sempre” talvez esteja menos sólido em idosos do que gostaríamos. Veja minha analise aqui https://t.co/NpgtouS8Ff
A medicina do futuro não será sobre IA vs. médicos, mas sobre como trabalhamos juntos de forma inteligente.Precisamos treinar médicos para entender quando confiar na IA e quando questioná-la—e isso exige uma mudança de mentalidade.
A inteligência artificial (IA) já faz parte da minha rotina como médico. No consultório, no hospital e no transplante renal, ela me auxilia a ser mais eficiente e manter a consistência das condutas. Mas a relação médico-IA não é tão simples quanto parece… 🧵👇
No consultório, a IA já funciona como um assistente clínico:
✅ Checa interações medicamentosas
✅ Me lembra de condutas passadas
✅ Sugere opções terapêuticas
✅ Mantém minha prática consistente
Ela não decide por mim, mas é um olhar crítico que ajuda no raciocínio clínico.
Médicos e cientistas têm um ponto em comum: a busca pela verdade. Seja para descobrir ou para aplicar, o processo de formação exige a mesma dedicação à dúvida e ao aprendizado.
Tudo começa com uma boa hipótese. É o ponto de partida, a pergunta que guia tanto o cientista na pesquisa quanto o médico na prática clínica. Sem ela, ficamos à deriva no mar de informações disponíveis.
Quer você gere evidências ou as utilize, o compromisso é o mesmo: basear-se no melhor conhecimento disponível, sempre atualizado. Isso é MBE. Isso é ciência aplicada.