BREAKING: Brazil’s Supreme Court justice Alexandre de Moraes just banned Sen. @FlavioBolsonaro from contacting our own father - @jairbolsonaro , under house arrest - until the election.
A son forbidden from speaking to his father by judicial decree.
This isn’t law. This isn’t democracy. This is abuse of power.
The world cannot look away while Brazil’s judiciary silences an entire political movement.
An election isn’t just a vote, it’s a voice. And Moraes is trying to take that voice away.
🇧🇷 Watch. Share. Speak up.
#BolsonaroFree
#FreeBrazil
O ditador togado proibiu Flávio Bolsonaro de visitar o próprio pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por 90 dias. Exatamente o período que cobre as eleições.
Decisão ilegal, inconstitucional, abuso de poder e interferência direta de um ministro do STF no pleito eleitoral, a três meses da votação.
Não tem como não ficar indignado. O salário do trabalhador, do aposentado, não dá pra nada. Lula perdeu o prazo de validade e faz tempo.
Vem com fé que o Brasil tem futuro, mas não tem mais tempo a perder!
🚨SURREAL. ABSURDO. INADMISSÍVEL.
- Imagina ser proibido de falar com o seu próprio pai por 90 dias... só por ler uma carta dele.
- Isso não é Justiça, isso é perseguição política pura.
Mais claro que água. Isso é vergonhoso.
Quem julga o país não pode viver imune ao mesmo escrutínio que exige de todos os brasileiros. Se há indícios de irregularidades, eles precisam ser investigados com transparência e dentro da lei. Ninguém pode estar acima da lei.
AULA! Fernando Schüler lembra que, em 2018, deputados petistas foram ao Parlamento Europeu, ONU e OEA solicitar medidas contra a Justiça brasileira devido à prisão de Lula. Isso não constitui crime, mas um ato político, por isso nada aconteceu com eles. Já com Eduardo Bolsonaro.
O líder de Lula, Jaques Wagner, ganhou um apartamento avaliado em R$ 2 milhões e levava propina direto do Vorcaro, de acordo com Malu Gaspar.
Isso é o “novo normal” petista? Rouba, ganha presente milionário, lava o dinheiro e continua mandando no Senado como se nada tivesse acontecido. O circo está armado para proteger o núcleo duro do PT.
Cuidado com as quedas, Malu.
SEM MEDO de enfrentar interesses bilionários que podem pesar no bolso dos brasileiros!
A representação que apresentei ao TCU contra o leilão bilionário de energia levou o Tribunal a reconhecer a plausibilidade dos indícios de irregularidades apontados e o perigo da demora na análise do caso.
Não vou me calar diante de decisões que podem encarecer ainda mais a conta de luz das famílias e prejudicar a competitividade do nosso país.
Seguirei firme na defesa da transparência, da modicidade tarifária e dos consumidores brasileiros.
#SemMedo
Lula foi ao G7 tentar posar de estadista e acabou vendo o Brasil ser chamado de país politicamente perigoso pelo presidente dos Estados Unidos.
Gostem ou não de Trump, isso é um desastre diplomático. O Brasil virou assunto lá fora não pelo crescimento econômico, não pela geração de empregos e nem pela força da sua democracia, mas pelas denúncias de perseguição política e pela insegurança institucional.
Dois ministros, duas formas opostas de exercer a jurisdição penal. Um violador de direitos humanos produto do sistema. O outro, escolhido por Bolsonaro para defender o ordenamento jurídico, o Brasil e os brasileiros.
Os casos conduzidos por André Mendonça (Banco Master) e Alexandre de Moraes (farsa do golpe, com delação de Mauro Cid) ilustram, lado a lado, essas duas posturas. Legalidade versus abuso de poder no STF.
No inquérito do Banco Master, Mendonça atua como se espera de um julgador: submeteu rapidamente suas decisões à Segunda Turma, garantindo colegialidade e blindagem contra nulidades. Fundamentou cada ato em requerimentos da PF e PGR, manteve a prisão preventiva de Daniel Vorcaro com base nos pressupostos do art. 312 do CPP.
Diante da proposta de delação, não negociou: condicionou qualquer avanço à análise da PF e da PGR, que a rejeitaram por falta de fatos novos. Não pressionou, não ameaçou, não conduziu o investigado, apenas presidiu com sigilo, devido processo e proporcionalidade.
Já na delação de Mauro Cid, o quadro é o inverso. Em audiência no STF, Moraes repreendeu o colaborador ao vivo, advertindo sobre prisão preventiva, rescisão do acordo e o desprezível absurdo de responsabilização do pai, da esposa e da filha.
Trata-se de coação explícita, em que o relator conduziu, advertiu, pressionou e coagiu diretamente o depoente.
De um lado, legalidade. Do outro, pressão pessoal. A diferença entre julgar a prova e fabricar a prova.
O Brasil só retomará seu rumo correto no dia em que Alexandre de Moraes for extirpado do STF.
O Brasil precisou receber uma lição da Itália , a exemplo do que ocorreu nos EUA e na Espanha para nos dizer o óbvio : NÃO TEMOS UM JUDICIÁRIO IMPARCIAL .
Assistam principalmente a parte que começa falando da SpaceX. Isso está acontecendo agora! Brasil tem uma janela máxima de uns 4 ou 5 anos para entrar nos trilhos ou vai ficar igual a África.