@madeleinelacsko@apropriajulia Eles sabem que perderam. Mas tem q perder com gosto para manter a pretensa hegemonia da direita. O Bolsopetismo é uma realidade
Quando vamos colocar o dedo na ferida e falar com todas as letras que fomos assaltados por políticos ladrões. E que a imprensa bajula ladrão. Que empresas bajulam ladrões!
Renan é a alternativa. Ah mas ele não é o FHC, o Covas. Tem ideias autoritárias. Sorry, nós boomers e geração X falhamos miseravelmente na construção do Brasil. Não vimos o mundo passar. Vem vindo uma juventude que a laura melo e souza chamaria “os desclassificados de oportunidades “. Eles não querem Lula nem Bolsonaro. Que venha a opção que pode ser pior, mas tb pode ser melhor. Lula e Bolsonaro já sabemos que são piores.
A pesquisa Quaest confirma o óbvio:
- Flávio Bolsonaro, “irmão” de Daniel Vorcaro, perdeu ainda mais pontos no eleitorado independente e de direita não bolsonarista.
- A vantagem de Lula sobre Flávio aumentou na projeção de 2o turno, de 1 para 6 pontos. O placar atual da projeção é de 44 a 38.
- A trajetória de Flávio é de queda: 42 em abril, 41 em maio, 38 em junho.
- A rejeição a Lula caiu 1 ponto neste último mês. A de Flávio aumentou 2.
- A maioria da população não aderiu às narrativas bolsonaristas sobre decisões dos EUA envolvendo tarifas, Pix e até facções.
- Flávio, no entanto, segue travando o crescimento de candidatos à direita de Lula no 1o turno: Renan Santos e Ronaldo Caiado têm 3 pontos; Romeu Zema, 2.
- Na projeção de 2o turno, o único candidato que mantém trajetória contínua de crescimento é o menos conhecido desses 5: Renan Santos, que teve 24 pontos em abril, 28 em maio e 31 agora em junho, contra os atuais 45 de Lula. Caiado se manteve com 35. Zema caiu de 37 para 35.
- A suposta oposição precisa começar a olhar para os filmes, não só para as fotos.
- A esperança dos Bolsonaro é que a ala decisiva do eleitorado (atacada diariamente por bolsonaristas nas redes sociais) esqueça os esqueletos de Flávio no 2o turno e se una em torno dele contra Lula.
- O problema é que os esqueletos de Flávio já transferiram parte dos votos do eleitorado independente para Lula e, se a tendência se mantiver, podem fazer outros eleitores desse segmento e da direita não bolsonarista, no mínimo, ficarem em casa.
- Neste sentido, o bolsonarismo continua sendo o melhor escudo do lulismo contra uma oposição sem rabo-preso.