🚨📺 João Pedro Sgarbi, do Jogo Aberto, não renova contrato com a Band e negocia com a Globo.
O comentarista e influenciador de 24 anos deixará a Band após 5 anos. Ele decidiu não renovar com a emissora.
Sem contrato, Sgarbi negocia com a Globo. Ele pode integrar a equipe da GE TV a partir de julho.
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📸 Reprodução/Band
Diogo Defante juntou vários argentinos e fez eles esperarem 5 MINUTOS para entrar ao vivo na Cazé TV e cantar a música “Muchachos”
só que eles estavam ao vivo desde o começo e assim que acabou os 5 minutos, ele CORTOU a transmissão
DOENTE HISTÓRICO
Reinaldo, de pênalti, marcou o segundo do Mirassol contra a LDU e comemorou homenageando sua mãe a Sra. Maria das Graças da Silva, a dona Gracinha, que faleceu recentemente.
📷@LibertadoresBR
Baby convidou a torcida para cantar o nome de Roger Machado antes do jogo contra o Mirassol:
"Vamos fazer diferente. Vamos cantar a escalação e o nome do Roger"
Vou parecer boomer, mas gostava da época em que pessoas tinham muita cautela em não estragar a experiência de desconhecidos no cinema.
As pessoas tinham MEDO em parecer mal-educadas. Falavam baixo e nunca - NUNCA - estavam com o celular ligado(até porque quase ninguém tinha).
@adlanors@6331spfc @Radardabola34 mas foi o JJ que comecou a crise do sao paulo po, ele ganhou titulo mas foi um pessimo presidente e deu inicio a toda essa divida e bagunca q é o spfc hoje
Oscar Schmidt foi draftado pela equipe que hoje é o Brooklyn Nets na NBA na década de 1980. Só que ele recusou.
Motivo? Na época, jogadores da NBA não jogavam pelas seleções de basquete. Ele ESCOLHEU o Brasil.
Ídolo nacional.
Meu TCC de Design foi sobre o rebranding do Brasileirão e uma das propostas era o fornecedor único para a liga inteira.
Sei que parece utopia quando não temos sequer aplicado um padrão de fonte da numeração ou um pacote gráfico de TV unificado.
Não cuidarmos da imagem do Campeonato, é um dos pontos que impede de a gente não ser um produto de primeira prateleira comparado a outros ligas.
Ter um fornecedor único cria um "pacote" pronto para exportação, vendendo uma imagem que atrai dinheiro (patrocínios, transmissão, vendas de uniformes, SAF’s etc).
O modelo americano transformou times em marcas de lifestyle. Pessoas usam Raiders, Dodgers ou Nets no mundo todo pela estética, não só pelo esporte.
Termos possibilidade de ver camisas do Remo, Grêmio ou do Vitória em uma loja da Nike/Adidas em Londres, Tóquio ou China.
Hoje, o acesso a uniformes de times até mesmo do eixo é difícil fora do país.
E o futebol brasileiro tem esse potencial, ao criar uma unidade da liga e demonstrar a diversidade (uniformes, estádios, histórias, torcidas) que temos.
Não precisa ser apenas com um fornecedor de uniformes, mas entender o Campeonato Brasileiro como marca já passou da hora.
Pra quem quiser ver as camisas que fiz do TCC está aqui no fio 🧶 ⬇️