Tentou fazer oq com esse post?!
Tem clube brasileiro que não coloca isso em jogo oficial kkkkkk
E esse jogo não foi exclusivo no YouTube.
Tv aberta: band
Premier e sportv
Só mostrou o quão o Flamengo é pika
Sinceramente, achei de uma falta de sensibilidade enorme. Hoje é aniversário da Helena, uma bebê linda, e a pessoa vai curtir vídeo detonando a mãe dela? Não parece coisa de quem entendeu o mínimo.
Eu acho que quem postou isso talvez não tenha dimensão da delicadeza da situação. Não é possível que uma mãe olhe para esse contexto e não perceba o quanto é doloroso ver todos os filhos na Copa, posando como família feliz, enquanto uma bebê fica fora dessa imagem. O ponto não é atacar ninguém. O ponto é ter sensibilidade com uma criança. Hoje, ainda por cima, sendo aniversário da Helena, ficou tudo ainda mais triste e desnecessário. Tenho a impressão de que a pessoa que falou este texto não é mãe, pois é difícil imaginar uma mãe que não consiga compreender.
Quando eu era adolescente e via alguma menina da minha idade grávida, eu pensava: “Coitada, estragou o futuro dela.” O que é engraçado é que, no final, eu não precisei engravidar para estragar o meu.
Pensão não substitui presença. Dinheiro cumpre uma parte da obrigação, mas não resolve afeto, convivência e pertencimento. A discussão não é sobre levar a mãe em viagem. É sobre uma criança não ser colocada em um lugar menor que o dos irmãos por causa da história dos adultos.
Justamente por conhecer Direito é que eu separo a mãe da criança. Não se está discutindo o direito da Amanda de viajar. Está se discutindo o dever do pai de não tratar uma filha como se ela fosse menos filha que os demais. A criança não pode pagar pela forma como os adultos se relacionaram.
Tem coisa que não precisa de laudo pra reconhecer.
Apagamento é uma delas.
Uma criança que existe nos bastidores da vida de uma família e some justamente quando essa família decide se mostrar pro mundo. Aparecem TODOS, inclusive, o periquito e o papagaio. Não é falha de agenda. Não é coincidência de datas. É padrão. Um absurdo essa falta de sensibilidade.
Repara bem. Aniversário marcante, viagem em grupo, apresentação pública, o momento exato em que a família constrói o retrato que vai guardar pra sempre. E ela não tá lá. De novo. Tá na cara o que está acontecendo. Só não vê quem não quer.
Esquecer uma vez é normal, mas repetir o mesmo erro várias vezes indica uma escolha institucionalizada dentro de uma casa.
Eu acho muito injusto reduzirem tudo a ego ferido.
Pelo que eu entendo, a dor maior não é sobre ela estar ou não estar lá. É sobre ver todos os filhos, inclusive de outras relações, participando desse momento em família, enquanto a Helena fica fora da imagem.
Isso é um tratamento claramente diferente. E não adianta dizer que ela é bebê e não entende agora. Um dia ela pode ver fotos, vídeos e registros, e perceber que estava ausente de momentos em que os irmãos estavam incluídos. Para mim, o ponto é esse. Não é vaidade de adulto. É sensibilidade com uma criança.
Tenho ficado bem chocada com o tratamento que estão dando a essa criança.
Ver outras crianças vivendo momentos de sonho, indo à Disney, usando roupa de princesa, aparecendo nas fotos e ocupando esse lugar de afeto, enquanto ela fica de fora, é muito doloroso de assistir. Crianças que nem filhos dele são.
Não se trata de disputar espaço entre crianças. Criança nenhuma tem culpa da história dos adultos.
Mas justamente por isso é tão grave. Pq quando uma criança é apagada para que a imagem da família continue confortável, o problema deixa de ser logística e passa a ser escolha.
Toda criança merece ser vista, incluída e tratada como parte da própria história. Não como alguém que só aparece quando convém.
Acho que muita gente só vai entender isso no dia em que for mãe. Pq uma mãe vira uma leoa para defender o filho. A defesa aqui não é sobre ego da mãe da Helena, nem sobre disputa de adulto. É sobre uma criança.
O que torna tudo mais delicado é ver todos os outros filhos incluídos, inclusive filho de outra relação, e a Helena ficando fora. E isso não dá para tratar como se fosse normal.
Até porque, em outros momentos da vida do Neymar, o Davi conviveu com pessoas com quem ele se relacionava. Quando ele namorava a BM, por exemplo, o Davi era criança e estava presente naquele contexto. Então por que agora a Helena fica de fora dessa imagem de família?
Para mim, o ponto é esse. Não é sobre a mãe querer aparecer. É sobre uma menina que, no futuro, pode ver fotos, vídeos e registros e perceber que os irmãos estavam ali, enquanto ela não estava. Isso é doloroso e merece mais sensibilidade.
Esse argumento de que a mãe da Helena “tem que arcar com as consequências” me incomoda muito, porque coloca na criança o peso de uma escolha de adultos.
Ninguém está dizendo que precisa existir uma família feliz ou uma convivência perfeita entre todos. O ponto é outro. A Helena é filha dele como os outros também são. Ela não tem culpa da forma como a relação dos pais aconteceu e não deveria ser tratada como consequência.
Uma coisa é a relação entre os adultos. Outra coisa é o lugar da criança na vida do pai. E é isso que muita gente não está conseguindo separar.
O que sabemos sobre os contratos de Virgínia Fonseca com casas de apostas e por que a divulgação de ontem para a Blaze incentivando apostar em Cabo Verde usando Vozinha também precisa ser olhada:
Em janeiro de 2024, a revista Piauí publicou reportagem afirmando que o contrato de Virgínia com a Esportes da Sorte prevaria um adiantamento de R$ 50 milhões e uma comissão de 30% sobre as perdas de apostadores que entrassem pelo link dela, o que ficou conhecido como “cachê da desgraça alheia”.
Na CPI das Bets, Virgínia negou que essa cláusula existisse e disse que disponibilizaria o contrato pra comprovar isso.
Depois, um documento obtido pela CPI apontou que o contrato dela chegava a R$ 64 milhões, com bônus atrelado a metas de lucro: ela poderia receber R$ 24 milhões extras se o link gerasse R$ 80 milhões de lucro pra casa de apostas. Ela afirmou que recebeu apenas o valor fixo de R$ 40 milhões, sem os bônus por meta.
A Esportes da Sorte também negou publicamente ter repassado qualquer valor vinculado a perdas de apostadores, dizendo que os pagamentos eram só pela cessão de imagem.
Ou seja! segundo o que foi divulgado, o contrato não usava literalmente “perda do apostador” como métrica, e sim “lucro da empresa”. Mas na prática é quase a mesma coisa porque o lucro da casa de apostas vem justamente do que o apostador PERDE.
Diante disso, a divulgação de ontem pra Blaze em que Virgínia incentivou seus mais de 56 milhões de seguidores a apostarem no jogo do fraco Cabo Verde também merece ser apurada. É um fato conhecido do setor inclusive já documentado em outros contratos de influenciadores, como o de Felipe Prior, que a remuneração desse tipo de publicidade costuma estar ligada, direta ou indiretamente, ao quanto os apostadores perdem.
Cabo Verde acabou de ser eliminada da Copa do Mundo. 4 horas antes, Virgínia Fonseca incentivou seus 56 milhões de seguidores a apostarem na seleção da costa africana.
Quando ela ganhou de comissão? Isso é justo? Fica a dúvida no ar.
Essa Virgínia é SUJA e eu não canso de falar isso.
Já não basta divulgar essas merdas, ela ainda vai mais baixo influenciando as pessoas a apostarem em um resultado super arriscado SABENDO o quanto as pessoas se endividam, se complicam e perdem MUITO com essas apostas. Essa escrota só ama ser escrota mesmo e sem medo nenhum. Nojenta!