As chaves de nossas prisões emocionais continuam em nossas mãos.
Ainda que o protagonismo do aprisionamento seja dos que nos submetem, é preciso recordar que as chaves continuam nossas.
E é fundamental reaprender a usá-las.
Construa a bondade que gostaria de encontrar pelo mundo. Não espere que os outros o façam.
Empenhe-se na elaboração das soluções que você considera importantes. Não delegue aos outros o que lhe cabe fazer.
Só temos o direito de esperar pelo que ajudamos a construir.
Antes de amor aos outros, amor a si. Porque se inverter a ordem, se insistir em oferecer o que não se tem, todos os seus vínculos emocionais serão desgaste e frustração.
Ter-se antes de se dar é a única regra que o amor faz questão de respeitar.