Eu até entendo o raciocinio de criar uma espaço democratico… meio que a midia tradicional nunca foi democratica, sempre pendeu pra direita, podiamos aproveitar pra fazer o oposto e dar voz pra quem não é financiado por grandes empresas, agro e crime… mas enfim, quem sou eu
Lindo, engraçado, sensível, leve. O Edu de 15 anos teria amado ter visto essa história no cinema. Vi na véspera de completar 40. Me em muitos momentos no filme. Assistam. E vc, gay 30+ permita esse abraço no seu eu adoslecente que não deixaram viver plenamente a 1ª paixonite.
Queria muito poder dizer um grande "foda-se" pra isso e que ninguém depende da aceitação alheia pra ser quem se é.
Mas uma queda na aceitação da homossexualidade vira um aumento nos jovens LGBTQIA+ que são expulsos de casa. Vira discurso de ódio nas redes. Vira morte nas ruas.
E essa queda não é natural. Ela é construída a muitas mãos.
Ela é o resultado do trabalho dos políticos da extrema-direita, dos pastores e padres fundamentalistas e da sede de lucro insaciável das big techs.
E, sim, essa queda na aceitação da homossexualidade também é fruto da covardia de quem, dois anos atrás, não perdia um Dia do Orgulho pra ganhar engajamento em cima da nossa comunidade e agora se silencia sobre nossas existências. Inclusive políticos de esquerda.
Nenhum direito está garantido. A nossa mobilização precisa ser permanente e a luta precisa ser diária. A nossa comunidade não pode achar que já "chegamos lá". Não podemos titubear.
E, aos "gays de direita" que estão propondo excluir pessoas bissexuais, trans e travestis e até mesmo mulheres lésbicas para serem aceitos, ainda dá tempo de acordar. Não se constrói aceitação propondo a exclusão. Vocês só estão postergando o momento em que o alvo do ódio estará na testa de vocês.
É importante que as pessoas se lembrem sempre de que não adianta a gente brigar pra eleger um presidente progressista se elegermos junto 400 conservadores no Congresso.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.