“Hoje é o dia do decreto completo da falência da Prefeitura de Porto Alegre pela incapacidade de explicar o que está acontecendo ou de reagir ao que está acontecendo”, diz @DeBonaMarcelo, da Rádio Gaúcha (@RdGaucha)
Nem ia postar.
Hora é de união e solidariedade.
Mas decidi colocar aqui pra lembrar ali na frente.
POA não investiu 1 centavo em prevenção contra enchentes.
E nunca foi por falta de aviso da ciência e da natureza.
Cabe impeachment.
A conversa será difícil, mas ali na frente.
Com 50 mil em áreas de risco, Canoas ordena evacuação de 11 bairros. Por quase toda a cidade, há moradores à espera de socorro ou ajuda. https://t.co/2cPQ2E05L3 https://t.co/2cPQ2E05L3
Situação em Canoas é caótica. Relato é um cenário de guerra. Voluntários até da Serra se deslocam ao município.
Muitos helicópteros também estão em sobrevoo na cidade em busca de pessoas ilhadas. As imagens são impressionantes.
À esquerda, o Rio Grande do Sul nesta semana.
À direita, modelo climático rodado HÁ QUASE UMA DÉCADA mostrando as projeções de chuva (roxo) para o meio
do século.
Só se surpreendeu quem passou os últimos anos negando a ciência.
#AdaptaçãoJá#SOSRS
O deputado gaúcho Lucas Redecker foi o relator do projeto aprovado em março na CCJ da Câmara que autoriza o desmatamento de 48 milhões de hectares de “campos nativos”(área equivalente a soma dos estados do RS e PR). A crise climática não é obra do acaso! https://t.co/2vLrhUZ3hD
Novidade: agora a home do site do RESUMIDO tem um feed de notícias!
2024 e estou lançando um site. Talvez ter uma página de notícias nunca tenha sido tão necessário, logo mais escrevo mais sobre isso.
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“That impulse to scour away the messiness that makes life resilient is what many conservation biologists call the ‘pathology of command and control.’” https://t.co/TpECvtYsrT via @NoemaMag
Bom dia, Elio Gaspari, bom dia colegas: em nome da precisão factual vamos parar de chamar os ditadores do período militar de “presidentes”? Ditador Castelo Branco, ditador Geisel, ditador Figueiredo, por favor.. https://t.co/8rFKgW5UEg
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Nada, absolutamente nada, é mais importante do que interromper a escalada da violência e o ciclo de mortes que têm destroçado a vida, em especial, de pessoas inocentes, mulheres e crianças.
O governo brasileiro, sob a liderança do Presidente Lula, desde o primeiro momento condenou os ataques do Hamas (que sem meias palavras, classificou de "terroristas"), e clamou pela libertação incondicional de todos os reféns. No exercício da Presidência do Conselho de Segurança da ONU, foi o Brasil quem colocou em votação a proposta de um cessar-fogo imediato, infelizmente vetada pelos Estados Unidos.
Hoje, em Gaza, há milhares de crianças mortas e famílias desabrigadas, vivendo em condições desumanas e sendo forçadamente deslocadas. São pessoas sem acesso à saúde, à energia elétrica e à água potável e que, mesmo antes da guerra, já viviam há décadas sob a lógica do estado de sítio e do estado de exceção permanentes, característica do que se denominou de necropolítica. Repito: nada pode ser mais urgente do que interromper as manifestas violações ao direito humanitário e nada, absolutamente nada, pode nos indignar mais do que a situação pelas quais passam as pessoas - todas as pessoas, sem exceção - afetadas por esta violência.
Estive honrosamente ao lado do Presidente Lula em sua viagem à África e foi lá, naquele continente, onde as técnicas de vários genocídios passados e atuais foram testadas sobre as populações negras - inclusive os praticados em solo europeu -, que o Presidente Lula reiterou em seu discurso na 37ª Cúpula da União Africana o seu veemente repúdio aos atos terroristas do Hamas e ao morticínio promovido pelas incursões militares do governo de Israel. É importante que se frise o seguinte: é o governo extremista de Israel quem promove o massacre, e não a comunidade judaica, como os oportunistas e semeadores do ódio de dentro e de fora do Brasil tentam fazer parecer. Foi na Etiópia que o Presidente Lula, na esteira de posição histórica do Brasil e em observância ao princípio da autodeterminação dos povos, renovou seu compromisso com a existência de dois Estados e declarou seu apoio à inclusão da Palestina como membro pleno das Nações Unidas.
Estas foram as palavras do Presidente Lula em sua intervenção durante a Cúpula da União Africana:
“Ser humanista hoje implica condenar os ataques perpetrados pelo Hamas contra civis israelenses, e demandar a liberação imediata de todos os reféns. Ser humanista impõe igualmente o rechaço à resposta desproporcional de Israel, que vitimou quase 30 mil palestinos em Gaza – em sua ampla maioria mulheres e crianças – e provocou o deslocamento forçado de mais de 80% da população. A solução para essa crise só será duradoura se avançarmos rapidamente na criação de um Estado palestino. Um Estado palestino que seja reconhecido como membro pleno das Nações Unidas”.
O Presidente Lula, portanto, levanta sua voz e usa sua autoridade para que toda a comunidade internacional olhe pelo povo palestino no exato momento em que o governo israelense ameaça invadir a cidade de Rafah por terra, em prenúncio de uma tragédia sem precedentes para a Palestina e que certamente trará terríveis consequências para toda a humanidade.
Em nenhum momento o Presidente Lula manifestou-se contra o povo de Israel ou contra a comunidade judaica. Pelo contrário: Lula se indigna contra a ação desproporcional e assassina de um governo que, inclusive, passa a ser questionado por outros membros da comunidade internacional, que se unem ao Brasil na exigência pelo cessar-fogo diante do Conselho de Segurança da ONU.
A partir da próxima semana, o Brasil participará da 55a sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, como membro eleito, e na ocasião irá reiterar suas posições pela solução pacífica dos conflitos e pela reforma das instituições de governança global que, nas palavras do Presidente Lula, tem se mostrado incapazes de fazer valer suas decisões ou de produzir consensos entre os países.