@gilmarmendes Que burro! Dá zero pra ele, prof!
Não foi Zema, mas o Estado de MG. MG não solicitou ao STF, mas à Justiça!
E nada, nada, impede qualquer pessoa, inclusive um governador criticar um Tribunal!
@demoestlamour Hum… discordo.
Músicas complexas, com melodia difícil e harmonia com acordes variados não são apreciáveis por quem tem QI baixo. A pessoa não entende o que está ouvindo e por isso não gosta. É o mesmo que uma leitura mais difícil, com textos complexos, o burro n entende.
Tem uma ilusão de ótica que destrói a margem de lucro de muito empresário experiente, e sabe qual é? A economia burra. Você troca a sua contabilidade de anos, que conhecia o histórico do seu negócio a fundo, por uma daquelas plataformas digitais automatizadas cobrando um terço do preço. Você bate no peito e se acha um gênio da redução de custos, né não?
Oito meses depois, cai uma autuação fiscal pesada na sua mesa porque o sistema genérico deles não leu uma particularidade minúscula do seu enquadramento estadual. O barato não saiu caro, o barato quase implodiu o seu caixa do semestre inteiro. Tudo por causa de economia burra....
Entenda uma coisa... no Brasil, serviço jurídico e/ou contábil especializado não é luxo, é colete à prova de balas meu irmão. Você não paga esse pessoal para apertar botão, você paga para que resolvam seus problemas quando vierem.
Khamenei está morto
E parte do mundo, que vive de barulho, fez um silêncio cuidadosamente calculado. Um silêncio que não é luto. É conveniência. É covardia disfarçada de prudência.
Porque se existe um lugar onde a moral se testa de verdade, não é no conforto dos slogans: é diante do carrasco.
E Khamenei foi isso: o carrasco institucional, com carimbo, toga, fuzil, forca e polícia da moral. Um regime que tratou mulher como infração ambulante, um regime que educou gerações pela chantagem do medo, que fez da rua um tribunal e do tribunal um espetáculo de intimidação.
E aí eu pergunto sem floreio, sem licença e sem paciência:
Cadê as feministas?
Cadê as que gritam por liberdade mas só quando a pauta é socialmente rentável, só quando dá like, só quando a indignação combina com o uniforme ideológico do dia?
Cadê vocês quando o mundo fica livre do tirano que perseguia e assassinava iranianas por um fio de cabelo, por um pedaço de pele, por um passo “errado”, por existirem com um corpo que o Estado queria domesticar?
Aquele que mandava estuprar mulheres na prisão porque se fossem virgens não poderiam ser assassinadas? Que matava em praça pública adolescentes por assistirem filmes na internet?
Aos defensores dos direitos humanos, aonde estavam vocês quando a máquina do regime triturou pessoas que foram pra rua pedir o básico: liberdade e receberam em troca espancamento, cárcere, enforcamento, desaparecimento?
Crianças foram massacradas. Intencionalmente. Aonde estavam quando a recente repressão deixou um rastro de mortos e torturados que não cabem num post, mas cabem numa palavra: massacre?
E não me venham com essa ladainha de complexidade.
Complexo é explicar por que vocês conseguem chorar por algumas crianças e não conseguem nem mencionar outras.
Complexo é explicar por que vocês aprenderam a repetir “Free Palestine” como rosário político especialmente depois de 07/10/2023 e não conseguem dizer, com a mesma garganta, com o mesmo fervor, com o mesmo ódio de teclado:
FREE IRAN.
Porque a verdade é feia, e por isso vocês tentam cobri-la com pano de discurso:
A consternação de vocês é seletiva. A compaixão é condicional. O humanitarismo é partidário.
Vocês escolhem quais vítimas merecem luto.
Vocês escolhem quais mortes merecem manchete.
Vocês escolhem quais estupros merecem indignação.
Vocês escolhem quais ditaduras merecem contexto e quais merecem condenação.
E hoje ficou escancarado: vocês estão em silêncio porque admitir que esse homem era um monstro exigiria admitir outra coisa, ainda mais indigesta pra vocês: neste capítulo, quem está ajudando iranianos a romper o pescoço do regime, gostem ou não, são Israel e EUA.
Aí a narrativa de vocês entra em pane.
Aí a virtude performática engasga.
E enquanto vocês calculam palavras pra não desagradar a própria tribo, iranianos - leões - estão celebrando pelo mundo. Celebrando com a coragem de quem sabe que o futuro pode doer, mas o passado doía mais.
Celebrando porque esperança, pra quem viveu o terror, é uma coisa concreta:
é abrir a janela sem medo,
é andar na rua sem baixar os olhos,
é voltar a rir sem pedir desculpa,
é dançar: dançar como quem recupera um pedaço da alma que o Estado tentou confiscar.
Vocês podem continuar com a seletividade.
Podem continuar com o cinismo.
Podem continuar escolhendo quais vidas valem, sempre as que servem ao seu enredo contra Israel e EUA.
Mas saibam: isso não é militância. É desumanização por conveniência.
E dá nojo, sim, porque é o tipo de nojo que nasce quando a gente vê alguém trocando a humanidade por ideologia.
Vocês perderam uma qualidade : a de ser humano: movidos só por ideologia, incapazes de olhar uma criança sendo torturada e sentirem dor, se isso não servir para destilarem seu ódio por Israel e EUA.
E antes que comece o mimimi, sim, eu me importo com toda criança que morre. Minha humanidade não é seletiva. É verdadeira.
Hoje os iranianos respiram um pouco.
Que possam dançar de novo.
E sim: nós dançaremos com eles. 🦁🇮🇷