Ana Paula vai acordar, vai ver o Cowboy na cozinha e vai disparar: “E aí, Humberto, gostou do resultado do paredão? Gostou que o quinta série foi embora? Já pensou se o público não concordar com você? Eu sou desumana, cobra cruel, bruxona. Você é o detentor da moral e dos bons costumes. Por que você tá nervoso? Achei grosseria” #BBB26
⚠️ Racha e canetas emagrecedoras: veja os bastidores da crise do DM no São Paulo.
Discordâncias em torno da prescrição do medicamento Mounjaro (remédio à base de tirzepatida, originalmente destinado ao tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade) a atletas foram apontadas como símbolo de um departamento vulnerável à política do clube e cheio de divisões internas.
Essa recomendação ocorreu sem conhecimento de vários profissionais da área de saúde do clube.
O médico em questão, o nutrólogo Eduardo Rauen, indicava também aos atletas um fornecedor que entregava um medicamento com embalagem, rótulo e bula em inglês.
Já a origem das lesões dessa temporada é foco de divergência e de difícil diagnóstico.
Profissionais chegaram ao clube por diferentes caminhos e sem integração e discordavam abertamente sobre protocolos de carga, avaliação muscular, condutas de prevenção, abordagens de reabilitação, nutrição e suplementação.
As diferenças se intensificaram ao longo da temporada e contribuíram para a ruptura no setor, considerado "insustentável" por dirigentes.
O CT da Barra Funda recebeu em junho a instalação do TecFut, comandado por Eduardo Rauen. Ele é indicação de Douglas Schwartzmann, diretor-adjunto da base, e passou a ter influência crescente na rotina dos atletas ao longo da temporada.
Ele começou sua trajetória no clube em Cotia e é creditado como um colaborador importante na conquista da Copinha.
No São Paulo, sua chegada ao elenco profissional gerou mal estar, e seus métodos dividiram opiniões. Ele nunca foi apresentado oficialmente ao resto da equipe, não participava das reuniões do DM e comparecia ao CT da Barra Funda uma vez por semana.
Sua atuação era focada na parte metabólica dos jogadores, envolvendo nutrição, composição corporal e suplementação.
Foi nesse contexto de falta de integração que Rauen receitou o Mounjaro a atletas, sem conhecimento do DM fixo do clube.
Rauen ainda indicou o próprio fornecedor, e o medicamento adquirido era importado. Atletas relataram sintomas como enjôo e fraqueza. Parte do DM antigo do clube via o trabalho de Rauen com reservas, e o ligava à crise de lesões.
A cúpula são-paulina considera que o problema estava em outras frentes, como o balanceamento das cargas de treinamento na fisiologia, e a preparação física.
A avaliação é de que os atletas frequentemente extrapolavam ou ficavam aquém das cargas de esforço estipuladas por indicadores científicos, por falta de iniciativa e coragem dos fisiologistas e preparadores fixos para se posicionarem frente à comissão técnica, interromper ou ajustar atividades. Isso teria sido um fator preponderante nas lesões.
Na diretoria, Rauen é visto como parte da solução, não do problema.
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📸 São Paulo FC
a direita mais burra da história pqpp falhou num golpe e ressuscitou a esquerda quando tudo parecia caminhar pra outro presidente de direita no ano que vem