"O BRASIL PASSOU, O BRASIL PASSOU, A FRANÇA VAI PRA CASA".
Brasil 3x1 França no Vôlei Masculino tá quase na adolescência, 10 anos do jogo que EMBALOU o tri campeonato olímpico do Vôlei Masculino.
Um mata-mata em plena fase de grupos.
Luís Roberto de Múcio do Velho Testamento É BRABÍSSIMO!
📽: Globo
ESSA GERAÇÃO É BOA?
Durante o esforço de Copa, dei um voto de confiança, um princípio esperança de que eles pudessem se provar, mas a dúvida sempre retorna: a geração é boa? Essa pergunta está mal colocada, logo, as conclusões voam para todo lado e não conversam entre si.
Takım sezon başındaki araca hiç para harcamadan arabayı üretmiş.Şimdi de limite takılmadan rahat rahat gelişim yapıyomuşuz.Bu kadar zekice hamleleri en son Schumacher döneminde gör��yoduk.O ruh geri geldiğine göre bitti bu iş, son üç yarış kala falan şampiyonluğu ilan ederiz #F1
É isso que me mata. O imediatismo. Claro que ele tem que ficar, pelo amor de Deus. O cara perdeu peças importantes no ciclo, não foi bem no jogo de hoje, mas precisa de um ciclo completo, entrosado.
O ciclo de 2030 vai sair mais importante do que o de 2026, gente.
Brazil are quietly becoming one of the most interesting teams at this World Cup.
The results tell one story: 1-1 vs Morocco, 3-0 vs Haiti, 3-0 vs Scotland.
The football tells a deeper one. Carlo Ancelotti isn't trying to recreate the Brazil of old. He's building a more functional, tactically mature side that looks increasingly comfortable in tournament football.
A few observations:
1. Vinicius Jr is finally being used properly
For years Brazil tried to turn Vini into Neymar. Ancelotti is doing the opposite.
Vini isn't being asked to be the chief creator. He's being asked to be the chief destroyer.
The starting position is wider. The touches are simpler. The decisions are quicker. The objective is clear: isolate defenders and attack space.
The result? He looks far more dangerous.
Brazil are creating structures around Vini rather than forcing him to become the structure.
2. Matheus Cunha makes the attack work
The biggest tactical decision may be Cunha as the No.9. He isn't playing as a traditional penalty-box striker.
-He drops.
-He combines.
-He presses.
-He vacates central spaces.
Those movements create the channels Vini and Rayan attack. Brazil's front line feels less static than it would with a pure poacher. Cunha is becoming the glue that holds the attack together.
3. Bruno Guimarães is the regista
This may be the most important development. Bruno G isn't just a midfielder anymore. He's the quarterback. Everything flows through him.
When Brazil build from deep, he dictates tempo.
When they need control, he slows games down.
When they need penetration, he breaks lines with vertical passes.
The old Brazil often relied on moments. This Brazil increasingly relies on structure. Bruno is the conductor of that structure.
4. Is Raphinha's injury a blessing in disguise?
Harsh question. But tactically, maybe.
Raphinha is an excellent player. However, Rayan offers something Brazil have lacked.
Unpredictability.
-He attacks defenders aggressively.
-He makes runs without the ball.
-He stretches defensive lines vertically.
Most importantly, he complements Vini rather than mirroring him. Instead of two creators wanting touches, Brazil now have two direct runners attacking different spaces.
The balance looks cleaner. Raphinha will still have a role when fit, but Rayan has made himself impossible to ignore.
5. Where do Neymar and Endrick fit?
This is where it gets fascinating. Neymar should not return as the centrepiece. That version of Brazil is over.
Instead, he should become the advanced creator operating between the lines, receiving after Bruno has progressed the ball.
-Less responsibility.
-More efficiency.
Think of him as the final-pass specialist rather than the entire attacking system.
As for Endrick, I see him eventually competing with Cunha rather than replacing Vini or Rayan. Against deep blocks, Endrick's penalty-box instincts could be invaluable.
Against stronger opponents, Cunha's mobility and link play may still be preferred.
The real challenge for Ancelotti will be integrating Endrick without losing the collective balance Brazil currently have.
Final thought:
Three games in, Brazil don't look spectacular.
They look something more dangerous.
-Organised.
-Balanced.
-Flexible.
And if Ancelotti can successfully reintegrate Neymar, Raphinha and Endrick without disrupting the chemistry already forming, Brazil may have the highest tactical ceiling left in this tournament.
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Depois da parada para hidratação contra o Marrocos (imagem 1), Ancelotti trouxe Raphinha do centro para a direita e Paquetá da direita para a esquerda, ajustando a base que ele iria trabalhar para as partidas seguintes. Marrocos tem maior qualidade que Haiti e Escócia para conectar passes, fazer uma boa contrapressão e incomodar o Brasil, mas o nível dos marroquinos não explica tudo na melhora da Canarinho durante a fase de grupos.
Muito se falou no 4-2-4 de Carlo Ancelotti. O próprio ajudou muito nessa narrativa. Em campo, sempre teve um gosto de 4-3-3 pelo posicionamento de Rodrygo e depois Cunha. Pois bem, do 4-2-4 para um 4-4-2 que preenche muito melhor o meio-campo. Cunha baixa para ser a quarta opção e não a terceira. Além disso, a equipe vinha jogando com mecanismos muito estáticos, algo incomum para uma equipe do italiano, isso também mudou.
O Haiti (imagem 2) ajudou subindo o bloco de maneira descoordenada e facilitando a execução do Brasil de acelerar em passes longos para Raphinha e Vini saírem da ponta para o meio. Mas já nessa segunda partida, Bruno Guimarães saiu da base, de uma dupla, um suporte para Casemiro para ser uma figura que circula pelo campo ofensivo e toca muito na bola pelo centro do campo. Busca o passe de gol, o passe que cria chances, mais do que esperar dele um controle que não é sua melhor força. Também vimos os laterais saírem de figurantes no momento ofensivo, para um Douglas Santos que se conecta com Vini e aparece na área para finalizar jogadas. Danilo oferecendo o corredor, estando ali para um cruzamento para liberar Raphinha - ou Rayan que entrou no segundo tempo - para ganhar o centro.
Os escoceses (imagem 3) não teriam a mesma abordagem do Haiti com sua primeira linha, mas tentaram sair jogando de pé em pé, não buscaram a ligação direta e a pressão alta, a defesa que começa com os atacantes, que Ancelotti e Vini Jr tanto destacaram nos melhores jogos do Brasil nesse último ano, criaram os gols que deixaram a seleção brasileira confortável em campo. Dessa vez, Paquetá que subiu um pouco mais, já que sem Raphinha, Vini subiu ainda mais no campo. Já Guimarães, seguiu tendo muito a bola no campo de ataque, mas com um Rayan que atua por uma região maior do corredor direito, ele também foi uma cobertura central para ajudar Casemiro a fechar o lado esquerdo. Danilo e Douglas novamente participaram bastante com a bola nos pés e o Brasil segue ajustando seu jogo. Ainda mais passes trocados, conexões.
O time é montado para explorar o melhor de Vinicius Junior. Mas também está sendo moldado para tirar o melhor futebol possível de Bruno Guimarães, nosso melhor meio-campista. Também está sendo montado para deixar Casemiro fazer o que sempre fez na carreira, mas sem jogá-lo aos leões. Cunha é o conector, é a peça que ajuda a engrenagem a rodar. Mas isso não tira sua possibilidade de pisar na área. De fazer gols. Rayan entra como uma opção diferente do Raphinha. Segue atacando espaço, mas tem o arranque. Sustenta lances pro time subir. Fecha o corredor direito com qualidade no momento sem bola.
Brasil pode cair contra Japão ou Holanda nos 16 avos. Realmente pode. Mas acho que estamos finalmente pensando no plano maior. Danilo falou sobre o Bambu e como é necessário respeitar o seu tempo se você quer ver o crescimento. Ancelotti está ajustando, propondo soluções, que ajudam o Brasil no curto prazo - o campo deixa claro a melhora - mas que também começam a criar uma base para a próxima Copa América. Eliminatórias. A Copa do Mundo de 2030.
O mais hilário é que quando comentei sobre esse lance aqui, inúmeros BRASILEIROS vieram no meu tweet chamar o Vini de cai-cai e que tinha sido absolutamente nada.
E eu vi essas mesmas pessoas chamando o penal a favor da Argentina como algo INDISCUTÍVEL enquanto vemos a arbitragem deixando o pau comer em 40 jogos de Copa.
O maior problema do brasileiro é como se tornou comum odiar outros brasileiros e o quão viralatas para QUALQUER UM nos tornamos.
E esse é o nosso futuro pros próximos 10, 20 anos.
"Temos que desfrutar essa Argentina de Messi".
Irmão, desfrutar é o caralho. Eu tenho é raiva de ver esses caras em boa fase, com chances de serem campeões novamente.
E brasileiro que não fica indignado tem sérios problemas. Papo de entreguista!
Com o Brasil até o fim!
1- Ganhar 3 copas (2 seguidas)
2- Atingir o marco de 12 gols em copas com 29 anos de idade (com 4 copas)
3- Marcar um hat trick numa semi-final e dois gols numa final com apenas 17 anos
basicamente ele precisaria morrer e reencarnar no dia 23 de outubro de 1940 com o nome de Edson Arantes do Nascimento. Espero ter ajudado.
Um Embraer E195-E2 e um Boeing 737-800 da GOL perderam separação em Congonhas Hoje. Apesar de portais estarem colocando na manchete "quase bateram", isso não é verdade, porque em nenhum momento o controlador de voo perdeu consciência situacional. O @GolfOscarRomeo_ cedeu a filmagem do evento em Congonhas e aí é mais fácil explicar.
Logo no início, a torre autorizou um avião da GOL a continuar a aproximação para a pista 17R. Aos 0:48 a
torre autorizou o Azul a alinhar e decolar.
Só que o Azul demorou um pouco, e quando iniciou aos 01:57 a torre pediu que o Azul interrompesse a decolagem e pediu a arremetida do GOL. Como não teve resposta do Azul, solicitou uma segunda vez o cancelamento da decolagem e quase ao mesmo tempo solicitou ao GOL curva a direita e manter 5500 pés.
A primeira camada de segurança furou, com a falha de comunicação com o Azul. A segunda camada funcionou com a consciência do controlador. E a terceira camada também funcionou com o alerta do TCAS a bordo das aeronaves. Apesar de ter dado tudo certo, eventos assim são investigados para entender o porquê da perda de separação.
Façam doações ao canal do @GolfOscarRomeo_ , manter todos esses equipamentos funcionando 24hs por dia não é barato e a conta não fecha no final. Até empresas aéreas se aproveitam dessas transmissões e não patrocinam a continuidade do trabalho dele.
Those saying Kevin Durant “quit on his team in the middle of the playoffs” are clueless.
KD played in 78 of 82 games this season… at 37-years-old.
He suffered an unlucky knee injury in practice and missed Game 1.
He played through injury, and suffered ANOTHER unlucky injury to his ankle in Game 2, which he played through.
This injury usually sidelines players 2+ weeks… KD is going through around-the-clock treatment. That’s why he’s not on the bench.
The Rockets aren’t as good without KD. That’s why they’re down 3-0.
Don’t buy into online narratives. KD just had bad luck, and is still the main reason the Rockets were a top 5 seed this season in the first place.